“Quando em meu peito rebentar-se a fibra,
Que o espírito e aça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente
…
Eu deixo a vida como deixa o tédio
…
Como o desterro de minh’alma errante,
…
Só levo uma saudade –
…
De meu pai…de meus amigos “.
Álvares de Azevedo.
Publicado por: VEM comigo!
Marii Freire Pereira
Literatura brasileira- William Cereja e Thereza Cochar. Ano: 2012
Santarém, Pá 17 de março de 2020