Acabei de escrever uma reflexão acerca do amor, onde comparo o amor ao vinho […], É bom ter uma pessoa especial na em nossas vidas, pois cada sensação que sentirmos é uma experiência proveitosa, aonde através delas, podemos tirar algum benefício que nos ajuda a construir o ideal de bom e ruim que temos acerca do amor.
Paixão é avassalador, é algo que nos causa a sensação na maioria das vezes, até de prejuízo. O amor não, o amor é segurança, calmaria…
É bom tomar bastante cuidado ao fazer uso desses termos, porque ao nos relacionar com alguém, a impressão que se tem é que no mundo, não há barreiras capaz de controlar a forma desse ou daquele sentimento que se sente. Já o amor é uma coisa maravilhosa, não estou dizendo que não tenha lá os seus problemas, tem. Mas, O amor ele é uma coisa mais calma, é sempre seguido por uma sensação de conforto, segurança, cuidado.
Quando você está apaixonado ou apaixonada, perde o juízo, não perde? Perde, inclusive faz umas coisas meio sem explicação. A paixão, ela tem esse poder de nos causar transtornos, seja lá em que intensidade for, mas é furacão.
” A paixão consume o ser humano “.
Ela nos modifica, arremessa a uma distância terrível, a gente acaba se perdendo de si, muitas vezes. É por isso que, devemos tomar cuidado quando estamos apaixonados. E o amor? O amor já é a subversão de um sentimento mais suave, calmo no sentido da palavra. É um sentimento que acolhe, que oferece carinho e proteção.
Quem ama cuida…
Quem ama cuida e oferece abrigo. Tem paciência, não desistecom facilidade. Pode notar, casais que se amam, eles têm um vínculo muito forte.
[…]
Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade: ‘ o amor não engana ‘, sempre nos deixa ‘confortável.’.
O amor começa no abandono de coisas ou situações supérfluas e vai além do que se possa imaginar. Além de aparência. Amor é essência.
A principal diferença entre esses dois sentimentos é essa, um chega de um é temporal, já o amor se alcança no último grau de maturidade, amor é calmaria, só ele tem a graça de nos trazer a serenidade a qual precisamos.
Seja lá qual for a fase que você está vivendo essas descobertas, e ela nos permite viver essa sensação inúmeras vezes, que você saiba desfrutar dos deleites da vida com generosidade.
Imagem pública
Texto publicado por: VEM comigo!
Marii Freire Pereira
Santarém, Pá 26 de fevereiro de 2020

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