Amor é como vinho

Amor é como vinho, alguns convidativos, onde logo de cara, você se sente atraído, abre uma garrafa e começa degustar muito bem devagar […]

A suavidade tem que ser divinal.

Dizem que os melhores são os mais velhos. Assim como o amor. Só após passar por um processo contínuo de exigências é que ele revela o melhor de si. Agora, veja bem, tem os doces e aqueles que ao passar muito do tempo, acabam virando vinagre, não é? Você tolera uma relação construída no vinagre? Não. Na verdade, ninguém tolera, mas muitos costumam aturar.

[…]

A maturidade do amor começa com o romper da casca, da uva? Não, da sua casca. Essa casca reveste muitos de nós. A casca da vaidade, sabe gente que costuma fazer um barulho enorme por fora, que até com a gente se apaixonar pelo que vemos por fora e por dentro revela um sabor que não agrada!? Sim, tem muitos. Por dentro são completamente ‘ocos’. E por mais que o tempo passe, tem uma característica conservam sempre as mesmas características. Não nos pode ser saudável.

Os vinhos de modo geral, são apaixonantes, qualquer pessoa na vida, já tomou um vinho para saber do seu gosto, por mais barato que seja o seu valor, ou até os mais caros do mundo. Claro, há vinhos para todos os bolsos, há gosto extremamente requintados. Assim como, os mais simples, porém com uma certa agradabilidade seduzem qualquer pessoa. Muita gente não olha a marca, a maioria expressa somente a vontade tomá-los.

Os vinhos despertam paixões por inúmeros motivos, é aquela coisa ‘ eu te quero, eu te busco, rsrs…

Há uma buscar rara em cada situação e é claro – cada qual com a sua particularidade. E no amor (também), acontece a mesma coisa, ou seja, ele sobrevive por conta de sua particularidade. É normal se jogar um amor fora, já o vinho, nunca. Que generosidade inexplicável, não? Servidão de afeto a uma bebida. E quanto ao amor, será que somos seres humanos tão solitários que um bom vinho acalme as nossas emoções? No amor também é possível se encontrar essas explicações.

” Dai-me o amor que te deixo conhecer o até então…desconhecido.”

Independente de qualquer explicação que tente trazer alguma razão a essa forma de explicar situações simples, porém com valores e medidas diferentes, é possível associar uma coisa com a outra, para esvaziar as suas origens, bem como, encontrar argumentos plausíveis as suas necessidades.

O importante é ressaltar que o amor só pode ser construído quando se busca serenidade. O vinho é bom na medida certa, com o amor. Ele sozinho é para quem desaprendeu ou já não sabe mais o sabor que é amar.

Imagem via : Facebook

Texto publicado por: VEM comigo!

Marii Freire Pereira.

Santarém, Pá 26 de fevereiro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: