Mário de Andrade: Vanguarda e Tradição

Quem nunca ouviu falar em ” Macunaíma?” Pois bem, nascia em São Paulo, Mário de Andrade ( 1893 – 1945). A princípio, Mário inovou sua carreira como crítico de arte, em jornais e revistas. Vinte anos mais tarde, lançou o seu primeiro livro, e após isso lançou o ensaio, intitulado: A escrava que não é Isaura. Anos mais tarde, já por volta de 1921, Mário aceitou outras propostas, o que ampliou a sua trajetória como um nome forte nos embates modernistas. Já em 1930, toda a reflexão daquele período passava por uma revolução, onde denunciava os problemas voltados aquela época. (…) Mário, sofreu uma certa mudança por conta daquele momento e por consequência dos eventos referentes ao período em si.

No ano de 1942, a poesia de Mário tomou duas direções distintas, uma em relação a política, já a outra, era intimista. E a coisa foi caminhando para esse esse lado , ou seja, por consequência de todo aquele embate, das injustiças, as situações que talvez…tinham esse caráter explosivo da época. Mais adiante , surgiram novas publicações de seus trabalhos, e entre os anos de1926 até 1927, vieram os Contos, Crônicas, romance, até chegar em Macunaíma. Talvez a sua obra mais importante. Essa obra, ela representa não o resultado de pesquisas e qualidades do autor, mas digamos um projeto nacionalista dos escritores de sua época.

Imagem: Retrato de Mário de Andrade (1935), de Portinari.

Livro de Literatura brasileira.

William Cereja e Thereza Cochar. Ano: 2013.

Comentário: Marii Freire Pereira

Santarém, 21 de fevereiro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós- graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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