Banco Vermelho

Chamar atenção para o aumento dos casos de feminicídio em nosso país, é contribuir com ações que visam salvar vidas.

Marii Freire. Banco Vermelho

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Santarém-PÁ, 27 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil

Luta Diária

A luta por direitos, é uma luta diária. Essa nasce, justamente da consciência por querer longe todas as formas de injustiças.

Marii Freire. Luta Diária

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Santarém-PÁ, 23 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil

Lei Maria da Penha

STF decide que a aplicação da Lei Maria da Penha independe do vinculado familiar. Com isso, a aplicação da lei passa a ser a toda forma de violência contra a mulher baseada no gênero ou seja, na prática essa violência não se restringe mais ao contexto doméstico, mediante a um requisito específico que era o vínculo afetivo.
De acordo com o novo entendimento do Plenário, a medida protetiva passa a ser concedida fora do contexto doméstico. Isso inclui os espaços de convívio, justamente para proteger os direitos fundamentais e humanos.

Caso Concreto

A situação da mudança da lei, acabou expondo um caso onde, O Ministério Público de Minas Gerais ( MP – MG), recorreu a decido do Tribunal de Justiça do estado ( TJ- MG) que havia negado a medida protetiva a uma mulher que foi perseguida e recebeu ameaças de morte de um vizinho. O tribunal compreendeu que não se aplicava a lei, mas existia um perigo real ali, e havia necessidade de proteção. Mediante isso, o novo entendimento amplia o campo de proteção à mulher, levando em conta o risco a integridade física e psíquica.

Marii Freire. Lei Maria da Penha

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Fonte:

https://noticias.stf.jus.br

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Santarém-Pá,21 de agosto de 2026/Amazônia.Brasil

Marii e Jorge Panzera

Vamos trabalhar juntos? Vamos construir uma nova cara para o Pará que a gente precisa? Então, VEM pra cá você também! Eu e o Jorge Panzera estamos unidos nesse propósito.

Marii Freire. Marii e Jorge Panzera

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Santarém-PÁ, 18 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil

Jovens x Mercado de Trabalho

Os jovens ao saírem da escola encontram muitas dificuldades para conseguirem serem inseridos no mercado de trabalho. A pouca falta de experiência mediante as demandas que esse mercado exige, os deixam vulneráveis , especialmente pela falta de espaço que os empurra para a informalidade.
A escola os prepara para o essencial, mas isso não condiz com a necessidade precoce de quem precisa ter dinheiro para se sustentar. E com isso, tem-se o conhecimento, mas nem sempre a possibilidade de um bom emprego.

CAMINHOS PARA AJUDAR A CONSTRUIR O FUTURO DOS JOVENS

Os jovens precisam de oportunidades; oportunidade não só de aprender, de falar e saber se expressar, como ir desde cedo, adaptando o presente para o futuro. Neste caso, temos possibilidades que começam por :
. Cursos técnicos que visem deixar esses jovens mais preparados para acessar a área que desejam e atenda as exigências do mercado, cursos voltados a tecnologia, a agricultura; atendimento ao cliente. O jovem aprendiz tem essa oportunidade, não abraça a todos. Outro curso interessante é o administrativo, assim como vários outros que hoje, atenta muito mais o desejo desse jovem.
. Projetos que ajudem esse jovem a participar da comunidade para que ele se sinta num lugar onde veja as dificuldades da vida das pessoas e queira criar respostas também sobre as muitas questões que temos.
. Informática, marketing Digital. Empreendedorismo. Tem muito jovem que cresce com essa vontade de ser dono de seu próprio negócio.
Cursos rápidos que o ajude a conseguir emprego na carreira que quiser.
A juventude, ao deixar o ensino médio se depara com mudanças entre duas realidades: falta de experiência e a exigência de um mercado extremamente competitivo. Porém, se faz necessário diminuir essas barreiras para o inserir ao mercado de trabalho e assim, os ajudar a terem ter liberdade financeira.

Marii Freire. Jovens x Mercado de Trabalho

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Santarém-Pá, 17 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil

Violência Política

Hoje começa a campanha. Portanto, tudo o que se deseja é um ambiente seguro para que todos os candidatos possam trabalhar livres de qualquer tipo de violência. Aqui, o foco de maior impacto, é não termos violência politica, que é uma maneira de intimidar principalmente, as mulheres nesse espaços de poder e fala, onde acaba sendo ainda, usado por muitos homens para coagir, silenciar e impor limites que as impeças de trabalhar. Não é isso que se deseja ou seja, um ambiente seguro a todos? Que a campanha mostre, mais do que qualidade e desempenho de cada candidato e candidata; que mostra respeito também ao eleitor.

Marii Freire. Violência Política

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Santarém-PÁ, 16 de agosto de 2026/Amazônia.Brasil

Candidata à Deputada Federal

Ela é força,

É guerreira,

É mulher de luta.

Marii é um nome forte

Ela é do norte,

Mora em Santarém

Trabalha para as mulheres

e os homens que querem vem somar também

Marii é 6525!

Marii Freire. Candidata à Deputada Federal

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Santarém-PÁ, 16 de agosto de 2026/Amazônia.Brasil

Não ao Feminicídio

Nós seguimos por aquelas que vieram antes de nós. E pelas que muitas se foram. Mas não paramos por aí, porque “ ser mulher é resistir”.

Marii Freire. Não ao feminicídio

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Santarém-PÁ, 15 de agosto de 2026/ Amazônia. Brasil

Conheça o Meu Trabalho Como Escritora

Eu convido vocês a conhecerem o meu trabalho como escritora; escritora de um tema delicado que é a violência contra a mulher.
Como é sabido, a violência, assim como, o feminicídio tem aumentado em nosso país. E, há quatro anos, eu publiquei o meu primeiro livro: MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais, onde eu explico os cinco tipos de violência ( agora, temos seis, porque entrou o vicaricidio. E em 2025, veio o segundo livro: O Amor Verdadeiro Contesta, voltado ao tema relacionamento abusivo e saúde mental, temas muitos discutidos na atualidade. Esse segundo livro, trata da violência psicológica que é mais difícil de ser identificada, porque o manipulador emocional atua sobre a sua mente; é o que ele diz que machuca ou em muitos casos, faz você duvidar da própria percepção.
Como autora, eu me preocupei em ajudar as vítimas desse tipo de situação a reconhecer o que é um abuso. Claro, muitas mulheres são humilhadas por seus parceiros e, acredite: muitas não sabem identificar, por acreditar que o fato do do desrespeito “ é o jeito dele! ”. Lembrando que existem mulheres abusivas também, certo?
Todavia, qual o intuito desse trabalho, ajudar essas vítimas, trazendo diariamente exemplos que possam fazê-las refletir sobre o que muitas estão vivendo e procurar sair para não virar mais um número nessa estatística crescente em nosso país.

Se gostou? Deixa um comentário sobre o que achou do tema dos livros!

Marii Freire. Conheça o Meu Trabalho Como Escritora

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Santarém-PÁ,15 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil

Misoginia

Misoginia não é opinião, é violência.E uma violência que se manifesta através do preconceito, da repulsa, do ódio destinado a mulher. Falas carregadas da tentativa de diminuição da capacidade, da competência e da inteligência da mulher. Vamos trazer mais um exemplo? O desdenho, o menosprezo do “ zé não sei das quantas “ sobre qualquer mulher que evidencie essa “ rejeição “ sobre a sua autonomia e presença nos espaços de poder, certo? Esse tipo de coisa tem nome: misoginia.
O que muita gente não sabe é que essa manifestação “ negativa “ , eu vou dizer assim, era carregado de “ menosprezo “ sobre a imagem da outra pessoa, como é ainda. Em outras palavras, equalizando isso num passado não muito distante, tínhamos tipos de preconceito que eram motivos de “ gracinha” conta o outro ( o que trazia sofrimento e feria os seus direitos). Veja bem, no passado, isso não eram vistos como “ crime” . Mas hoje, sim. Portanto, o que interessa a nós, é combater qualquer forma de violência. Aqui, volto a repetir a misoginia, que se propaga especificamente, nas falas dos “ red pill” e ganha uma proporção gigantesca nas redes sociais. Mas, não é só isso não. Ela também aparece na fala do seu vizinho que se acha superior as mulheres.

Você entendeu? Deixa para mim o seu comentário dizendo se já presenciou falas misóginas!

Marii Freire. Candidata à Deputada Federal

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Santarém-PÁ, 15 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil