Plágio

O conceito de plágio, dar-se como a cópia parcial de uma obra, ou no caso, a obra inteira, sem a preocupação de acrescentar os devidos créditos.

A Lei de n° 9.610, de fevereiro de 1998 ela explícita a questão dos direitos autorais tanto no que se refere a trabalhos acadêmicos quanto artísticos.

Uma situação bastante comum que se consegue identificar em trabalhos na Internet é a violação do direito de autor, conforme o artigo 184 do Decreto Lei n° 2. 848 de dezembro de 1940. Há casos onde se percebe muito a questão da reprodução parcial. É uma situação desagradável, tanto para o dono da obra, que na maioria dos casos, nem é mais vivo, mas que talvez, por uma questão de desconhecimento ou má-fé, a pessoa usa de meios ilegais para se favorecer.

Situações bastantes comuns que se costuma encontrar são com relação a poemas de autores brasileiros ou estrangeiros, músicas, brasileiras ou internacionais, e uma série de situaçõesreferentes a isso. Há pessoas que, simplesmente, pega o trabalho que está rolando na Internet, e fala um texto como se fosse ela que tivesse criado. Às vezes, usa até expressões, conotações e tudo mais a respeito de uma determinada pessoa. Se é um vídeo, a que usa de má-fé, repete idêntico, acrescenta duas palavras dela, e emenda o resto do texto naturalmente. Isso é plágio, é crime.

O plágio é muito usado. Basicamente, ele é uma cópia do rabalho original, ou seja, algo que quem usa esse recurso, não tem cuido nenhum em modificar nada. A pessoa pega, acha que ” pode” tomar para si, e publicar como dela. A gente sabe que criar, é preciso estudar, ter a capacidade de produzir, nutrir algo com as próprias palavras. Só que para isso se torne possível, é preciso dedicação, conhecimento de campo mesmo. Criar é algo seu, ou você nasce com esse dom, ou o desenvolve depois de horas de dedicação diária de muita leitura.

Dica importante:

Quando você for associar o trabalho de um autor ao seu trabalho, ou levar parte deste, é preciso citar o nome. Afinal, não é justo, você levar os créditos por quem dedicou parte do seu tempo a produzir um conteúdo útil. Lembre-se: a boa-fé fica bem em todas as ocasiões.

Marii Freire Pereira

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Imagem://www.tv.noticias.com.co

Fonte://www.planalto.gov.br

https://stj.jusbrasil.com.br

Santarém, Pa 3 de dezembro de 2021

Mário de Andrade

” Por muitos anos procurei-me a mim mesmo.

Achei. Agora não me digam que ando à procura da originalidade, porque já descobri onde ela estava, pertence- me, é minha.”

Mário de Andrade.

Mário de Andrade. Literatura Comentada. Editora Nova Cultural. Textos publicados sob licença de Carlos Augusto de Andrade Camargo. São Paulo, 1990

Marii Freire Pereira

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Imagem ( Arquivo pessoal)

Santarém, Pa 3 de dezembro de 2021

Quais os critérios que uma mulher deve ter para que ela não possa vir a ser estuprada?

Sim, começo esse texto fazendo uma pergunta a você, caro leitor:

” Quais os critérios que você observar como importantes, para que uma mulher não deva ser estuprada?” Dei- me pelo menos, duas razões.

O estupro é um tema recorrente em nossa sociedade, embora não seja comum falar sobre o tema com tanta frequência, é sabido que ele aconteça; e na maioria dos casos, conta com o silêncio de suas vítimas.

Falar sobre estupro é importante porque conscientiza a mulher a não aceitá-lo, a não ter medo da ridicularização, e do julgamento de outras mulheres, por ser mulher e, por sofrer um crime que abala o seu psicológico.

Toda mulher que passa por um estupro, ela fica visivelmente abalada, porque dentre outras coisas, lembra das cenas de brutalidade que sofreu através daquele ato. Razão maior que faz com que, por exemplo, muitas mulheres procurem uma unidade de saúde, mas não vá até uma delegacia denunciar quem cometeu o crime. Para a vítima, é muito mais cômodo “se resguardar” do ter que passar por toda ” tortura psicológica ” novamente, ao ser questionada como se deu o fato. A mulher sabe que além de rirem de sua história, ela vai ser apontada como alguém que ” facilitou” a situação.

Falar sobre estupro vem ganhando notoriedade, tanto com o caso da Mariana Ferrer, bem como o da Universitária Franciane Andrade de 23 anos em Jaguariúna ( São Paulo). O segundo caso, deu-se quando a mesma, havia saído beber em companhia de ” amigos”. Segundo a versão da vítima, ela teria sido dopada enquanto bebia com os amigos. Franciane não lembra do que ocorreu, mas através de exames, houve a comprovação do crime de estupro, e ela desafabou em suas redes sociais como uma forma de alerta outras mulheres que viveram situações como a dela. Quantas mulheres ‘sem rosto’ não vivem experiência dolorosas como essa?

A história da Mariana, como a da Franciane são situações bastante comuns, assim como tantas outras histórias que ficam no anonimato. A verdade é que, ainda que a mulher venha sendo encorajada a falar, ela tem medo da repressão. Porém, é importante reforça a ideia de que essa mulher precisa contar o wue houve, porque dentre outras coisas, isso facilita a sociedade conhecer quem são esses homens.

O estupro ele está enraizado culturalmente em nosso meio. Não há novidade em dizer que as mulheres têm pânico de sofrer uma violência como essa. Mas, como é um crime que perdura há séculos, ele não precisa ser contido como no passado. Mas, exposto para conscientizar a todos, e chamar a atenção da sociedade para o que ela precisa despertar.

O estupro tem uma estreita ligação com os modelos de comportamento do passado. Antigamente, para controlar a mulher, se impunha medo. Se dizia coisas como: ” Uma mulher que queira ser respeitada, ela não deve andar tarde da noite sozinha na rua, porque pode sofrer um estupro ” ou ” mulher para ser decente deve andar ” bem vestida”. Existia diversas condições dentro de uma regra comportamental, onde se obedecia o que era dito. Aliás, tudo o que se dizia, tinha peso de lei, como se isso valesse ( as nossas normas escritas hoje). Era comum respeitar essas regras, quem não respeitasse, sofria ” punições ” principalmente moral.

A mulher era muito reprimida por conta de sua ações. Ela vivia para ser exemplo as outras, assim como para os seus maridos. Simplesmente, se cultivou isso de maneira tão profunda que, se uma mulher se rebelasse e, por algum motivo quebrasse uma regra imposta, e pior, sofresse um estupro por exemplo, era porque deu causa, porque mereceu, tava com uma roupa curta. Havia toda uma carga negativa, a questão moral era levada a sério, tanto que mesmo hoje, se costuma julgar a mulher por trás do que descortinar essa trama. Evidente que, é um julgar mais leve, mas o peso cultural ainda se faz presente nessas situações.

Todavia, social e culturalmente, a sociedade vem mudando, assim como ” quebrando” determinados padrões. A mulher hoje, é julgada com menos peso do que antigamente, mas ela ainda sofre muita discriminação por conta de seu comportamento. Uma mulher que sai para beber, ou que usa roupa curta, ela ao agir dessa forma, não está pedindo para ser estuprada. Ela está querendo equidade, quer ter uma vida social como qualquer outra pessoa. O fato dela sair para beber ou praticar exercícios físicos ao ar livre, não significa que, porque estar com roupa curta ou justa ao corpo, que ela esteja dizendo a um homem que ” não deva ser respeitada”. Ao contrário, ela quer respeito. Ela quer ter o seu “direito de ir e vir” assegurado.

A questão primordial que vem sendo levada a discussão hoje, em relação ao estupro é, por que apesar da lei, o homem continua estuprando essa mulher? Independente, dela vestir o modelo do passado ou não, a mulher sofreu e sofre estupros. Claro, mesmo as mulheres do passado, que andavam com suas saias no tornozelo, elas sofriam estupro por parte de seus maridos. Então, quais são os critérios que uma mulher deve ter para que ela não possa vir sofrer um estupro? A mulher, seja dentro de casa ou fora dela, sempre sofreu com a falta de respeito, consideração e [consciência] do homem que sempre a tratou como um objeto sexual. Mais do que nunca, esse é o momento de falar. É preciso que esses homens respondam por seus crimes. Não basta cobrar da Justiça, a sociedade precisa revelar quem são esses homens, é não procurar ” justificar ” o wue não tem justificativa.

Marii Freire Pereira

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Imagem & criação: Marii Freire Pereira _ pensamentos.me/ VEM comigo!

Santarém, Pa 3 de dezembro de 2021

Jean- Jackson Rousseau

” A vontade geral é a única que obriga os particulares e nunca se pode estar seguro que a vontade particular está de acordo com o a vontade geral, senão após tê-la submetido ao livre sufrágio do povo”

Jean-Jackson Rousseau. O legislador

Jean-Jackson Rousseau. O contrato social: tradução Ciro Mioranza. São Paulo:Lafonte 2018

Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest/ fr.wikipedia.org

Santarém, Pa 3 de dezembro de 2021

A vida é breve

A vida é uma brevidade

Hoje aqui,

Amanhã não se sabe.

Sabe- se que – cedo o tarde-

Se parte!..

O último suspiro

Ninguém ouve

Ramente contam como são os nossos últimos ruídos.

Um átimo de segundo

e tudo some.

Não há quem possa nos acordar

Para receber o último sorriso

O abraço

e o aperto de mão.

Vamos embora!

E de nós

Sombra a memória do que fomos.

A vida é uma brevidade!..

Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest/Arha blossom

Santarém, Pa 2 de dezembro de 2021

Claude Monet

A ponte japonesa sobre a lagoa das niféias em Giverny/ 1920/ 24 / MASP.

Em uma de minhas breves passagens por São Paulo, eu aproveitei para capturar a imagem dessa bela obra de arte de Monet. A ponte japonesa sobre a lagoa das niféias se tornou conhecida através das pinturas do artista por volta de 1885, conforme ( historiadasartes.com). Dentre as muitas obras, Monet buscou inspiração entre cores e formas para enriquecer as suas pinturas. Um belíssimo trabalho!

Marii Freire Pereira

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Fonte:

https://www.hostoriadasartes.com

Imagem (Arquivo pessoal) MASP/ SÃO PAULO

Santarém, Pa 2 de dezembro de 2021

Viver é extasiante

A vida é gostosa quando sentida com todas as suas dores. É bom sentir, ter sensações reais, nas quais se tem essa capacidade de sentir tudo aquilo que é punitivo, quanto o que torna a vida esse espetáculo extasiante.

Viver não significa contabilizar ganhos psicológicos que nos fazem gozar a liberdade da busca natural pelo prazer. Não! Viver é mais do que isso. Viver também é romper com essa visão ingênua de que tudo só é válido quando trás ganhos. Não é verdade! A perda, a dor também são situações originais diante de nossas verdades. A dor é boa, é profunda, e nos faz sustentar o rojão do nosso ser superior. Não tem gente que estufa o peito pra dizer que é o fodão? pois é, toda essa cascão de proteção, não é nada diante do amargo da vida. O amargo nos torna naturais, evidente, mas também ilumina o que precisamos enxergar por dentro.

” Só se descobre que a vida é prazerosa sem anestesia “

Sim! Quando você naufraga no mar da ilusão, muitas vezes, por conta de suas escolhas, e mesmo sentido a urgência da dor, ou aquilo que ela queira te dizer, balança a cabeça internamente dizendo ” percebi”, ” entendi” e ” senti”. Compreende porque nem tudo é preciso tomar um remedinho para afadtar aquela sensaçãoque incomoda. Quando digo que não se precisa de anestesia, é porque não nos cabe pegar “caminhos secundários ” para se conhecer o paraíso. É bom sermos honestos, vez ou outra consco, é preciso deixar sair juntamente com o choro, o sofrimento, mágoas, a perda das próprias misérias internas. A vida é boa quando lúcida, recheada do que você aprisiona como autêntico. O autêntico não tem meio caminho, meia verdade. Por isso, quando não temos nenhuma forma de driblar as nossas tristezas é bom chorar, ouvir as nossas canções internas, aumentar o volume daquilo que temos como certeza, e descortinar o horizonte. Não há substituição de palavras perante a vida, nem aquilo que é confessado em silêncio ” . A vida nua e crua, sem interpretação é o que nos torna mais humanos. É o momento que, verdadeiramente, se olha do jeito que é, não do que se inventa. As imagens reais, elas nos causam vergonha e é assim que nos percebemos, imperfeitos.

É agradabilíssimo imaginar que, tudo aquilo que se modificar dentro de nós, obviamente deixando o nosso corpo inteiro, o que tem essa função de corrigir, digamos “as nossas ideias desordenadas, de reconstroi, ou concluir os nossos processos” moralmente falando, cada um desses detalhes quando encarados com seriedade, eles nos leva ao clímax de nossas novas possibilidades. Viver é uma coisa maravilhosa, extasiante. Viver é precioso quando encaramos a vida de forma honesta.

Nós, nunca somos sujeitos de meias medidas, somos inteiros. É esse detalhe que nos faz viver atrás dessa procura por si mesmo. Se alterarmos o resultado, se estabelece a confusão e tudo o que ela trás. Por isso, a preciosidade da vida reside em sermos intensos quanto ser humanos, e verdadeiros na alegria, no sofrer e principalmente, no que nos faz ter algum prazer.

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem ( Arquivo pessoal)

Santarém, Pa 2 de dezembro de 2021

Marco Aurélio

Nunca deixe o futuro perturbá-lo. Você vai encontrá-lo se estiver com as mesmas armas da razão que hoje te armam contra o presente. “

Marco Aurélio

https://www.pensador.com

Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest/web.500px.com

Santarém, Pa 2 de dezembro de 2021

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