Qual homem não é movido por suas paixões? Nenhum. Todos somos escravos de nossos desejos. Faz parte da essência humana toda e qualquer manifestação de demonstração de amor – amor por si próprio, depois pelo outro. O amor é o combustível vital da humanidade. É a suavidade desse sentimento que a priori, ocupa todos os espaços da nossa imaginação, fazendo com que sejamos capazes de pensar na pessoa amada, de modo a desejá-la, querer pra si. Assim como, ter a curiosidade para saber o que a outra pessoa está fazendo. Se ela pensa em você com a mesma intensidade, desejo, ou seja, tudo o que é próprio desse sentimento.
Desde o começo da relação, a pessoa busca na outra, a receptividade dos sentimentos, ou seja, o grau de valor que investe. Ela quer se sentir a completa, e para isso, passara aprimorar cada vez mais a relação. Tem o carinho, um cuidado especial, um jogo de sedução que é próprio da paixão. E através disso, você nota que os casais feliz, conversam muito. E não é nada desgastante, pelo contrário é um diálogo prazeroso, eles têm a necessidade de conversar e querer participar da vida um do outro. Andam de mãos dadas, sorriem juntos, por que? Porque têm essa capacidade de saber se interpretar de uma forma saudável. O namoro é uma preparação para um passo mais importante na vida de um casal. Ele só perde essa característica quando há uma indisposição por parte de uma das pessoas que vive a relação. No mais, quando o problema é de fora, todavia, afeta esse casal, então é que isso fortalece cada vez mais a vontade de ficarem juntos. É como diz uma frase de Shakespeare:” A paixão aumenta em função dos obstáculos que lhe opõe “. Ninguém melhor que o próprio Shakespeare para falar acerca de paixões com obstáculos, pessoas que não medem sacrifício para viver um grande amor. Quanto maior for as barreiras impeditivas, melhor o que se recebe em troca.
A verdade é que a paixão, ela tranquiliza os coração humanos, eleva a autoestima, nos faz olhar para o mundo com um filtro especial. Muda o nosso jeito de ser, faz inclusive que, se goste não só de si, mas das outras pessoas também, porque a medida que você compreende toda essa magnitude vinda a partir de um sentimento, então, passar também a desejar amor na vida de outras pessoas. A paixão alimenta o cérebro com informações boas. Só tem um problema, ela não aceita nada pra depois. Tudo é verdadeiro demais e intenso.
A paixão pode ser momentânea e avassaladora, depende muito das bases em que se sustenta os seus preceitos. Todavia, quando bem administrada consegue desfrutar de uma cumplicidade muito boa.
O Filósofo Krishnarmurti diz O seguinte acerca do amor:
” Liberdade e amor andam juntos. Amor não é reação. Se eu o amo porque você me ama, trata-se de mero comércio, algo que pode ser comprado no mercado…”
Eu acrescento o seguinte: cautela para saber qual é o seu poder de barganha. Namore, ame…Mas, queira sempre desfrutar da plenitude de um sentimento que lhe ofereca reciprocidade e liberdade. Liberdade é o que faz com que as pessoas se amem sem imposições. Estão juntas por se querem ofertar e sentir prazer.
” Os homens dizem amar a liberdade, mas de posse dela são tomados por grande medo e fogem para abrigos seguros…”
Dostoiévski.
Voar é o sonho do homem, mas a liberdade quando não bem administrada, causa medo. O medo por sua vez, acaba impedindo esse homem de voar. E o que eles fazem? Optam por um lugar seguro, ou seja, a prisão.
A prisão é um lugar de segurança e certeza. Então, por não conhecer o seus próprios limites, passa a vida inteira vivendo em prol da tão sonhada liberdade. No dia dia, é até capaz de lança pequenos vôos, mas sempre em volta a gaiola por entender que é melhor ter água e comida, se movimentar até onde é possível saber o grau de perigo que corre do que ir mais longe e não encontrar nada disso, ou seja, são “homens engaiolado “. São esses mesmos homens que, sonham a própria liberdade, mas não abrem as suas asas o suficiente para ir além das inúmeras tentativas frustradas.
O homem vive enclausurado na prisão dos seus pensamentos, faz planos, porém prefere a redoma que lhe protege lhe serve de abrigo. Mas vive alimenta por um ideal que é a liberdade da qual abre mão. A “gaiola dourada”, não dura mais que uma noite, prque o lugar de abrigo, também é o lugar onde morrem os nossos sonhos.
[…]
Às vezes, passamos uma vida inteira desejando o alcançar a liberdade, os sonhos, o amor, o emprego idealizado, mas não temos a capacidade de oferecer os mecanismo necessários para que se possa conquistar de fato, possam se concretizar.
Idealize, trece metas…” sonhe com o vôo “… mas tenha coragem e ousadia para voar.
No mundo pós- moderno, a literatura é um convite irrecuperável ao conhecimento. Principalmente numa era onde a velocidade do conhecimento, informação e imagem anda com uma rapidez incrível. Através da Literatura, nós podemos conhecer o passado, as histórias que pertenciam a datas culturalmente com costumes que guardavam a sua particularidade, portanto, diferente dos concebidos hoje. Evidente que, nesse caso é preciso estudar para compreender o que essas mudanças, algumas profundas , outras não, trouxeram de positivo para o momento atual. Digo, o valor que isso representa para nós acerca de informações.
É notório que a literatura tem o poder de transformar o homem. Então, quanto mais íntimo ele for com a leitura, mas ele alarga o nivel de conhecimento. Ler aguçar a men
te, cria as condições necessárias para o leitor alcançar um espaço muito maior no seu senso crítico, por exemplo. Cada vez que, lemos ou escrevemos , de certa forma, estamos construindo um diálogo conosco e com o mundo. Portanto, é essa ação que permite fazermos essa viagem.
[…]
” Leia, seja um agente transformador”.
” Queira, crie possibilidade que lhe permita conhecer mais”
O papel da literatura esse, é permitir que a pessoa possa viajar sozinha. Ela oferece a base que é a palavra, o diálogo em si, mas a sensibilidade é minha, é sua, é nossa. É um privilégio estudar literatura nos dias de hoje, onde tudo se mostra mais fácil a todos.
Vale a pena ter essa experiência tão produtiva e ao mesmo tempo verdadeira que nos aproxima cada vez mais da liberdade.
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