Que possamos ter coragem para encarar cada final de ciclo em nossas vidas como o início um novo começo.
Que o ato de contemplar a vida possa ser uma manifestação contínua daquilo que não deixamos morrer em nós, seja, na postura, nas nossas expressões, no antes e no depois de toda daquilo que ajuda escrever os nossos capítulos.
Que no dia de hoje, 24 de dezembro, data que antecede o Natal, possamos igualar as diferenças, as dificuldades, porque a vida é uma prenda rara […] e incumbe a cada um preencher toda e qualquer diferença, qualquer lacuna que haja escondida no espaço de nossas vaidades.
Obviamente, para que isso aconteça, temos que fazer uma ruptura com aquilo que temos mais dificuldade que é se desprender de certos sentimentos para amadurecer e conviver com as possibilidades daquilo que nos é possível transformar.
Revista o seu coração de coisas boas. Cultive pensamentos saudáveis, selecione o que desperta interesse a você, na verdade o que te torna uma pessoa melhor. Carregue essa marca pessoal. Trabalhe para ser uma pessoa capaz de fazer o melhor. Custa caro, mas ajuda a fazer com que você caminhe num estilo de vida que abre as portas para novas oportunidades.
O espetáculo da vida é para ser vivido de dentro para fora. Portanto, viva e ofereça o melhor para você e para as outras pessoas. E, não esqueça “a esperança renasce após cada por-do-sol”.
Quando se fala em prestígio social, poder, e inteligência, logo se imagina um ser humano entusiasmado, com o ego nas alturas. E uma pouquíssima capacidade de se doar.
Ora, imagine, um sujeito que se acha mais importante do que a bala que matou Getúlio Vargas?! É possível? Claro que é. Sabe aquele sujeito que entende de carros, belas mulheres e vinhos. Já imaginou? Pois bem, esse é o tipo de pessoa que adora frases clichês, e que não têm nenhum entusiasmo pela alegria de quem não tem o mesmo status social igual ao dele. Tá cheio de gente assim por aí, não é?
Quando se fala no conceito de pessoa, se entende que pessoa é quem tem domínio de si, dos seus atos, que não vive na dependência de outro, ou dos outros. Mas, a pergunta que quero fazer a você é: ” como lidar com gente de ego inflado?”
Deixa eu falar uma coisa pra você, é lamentável ter que esbarrar com esse tipo de gente. É claro que pessoas assim, digo com características igual a essas, é o tipo de gente que tem a vida vazia. Então, usa essa imagem de pessoa ilustre para mostrar poder e ao meno tempo, preencher as suas faltas, sejam elas emotivas, psíquicas ou emocionais.
” O verdadeiro poder é aquele que mesmo você tendo nascido dentro das melhores condições, digamos que, mesmo sabendo como o seu destino social será “gracioso”, não se torna soberba ”
É uma pessoa que se sente comum como as outras, e não tenta forçar uma situação para que ela pareça real. A verdadeira riqueza consiste no esforço em integrar -se ao comum, não ao exibicionismo, ao grau de importância, onde você mesmo se coloca no topo e diz ser o melhor.
Esse tipo de pessoa que tem o ego acima de todos, é o tipo de sujeito que precisa aprender. Para mostrar que sou bom, não preciso fazer com que as pessoas se divirtam um vocabulário pobre, que diga coisas como ” vá…sefu*”. Primeiro, só em saber que ele nasceu dessa maneira já é sorte. Só que ele precisa sair do anonimato da própria miséria e passar por um belo trabalho educacional para se tornar alguém com qualidade acima das outras. O conceito de beleza também passa por esse processo. Não basta ter beleza física se o principal que a educação, o respeito ao outro não for trabalhado.
Você pode adorar caviar, inclusive comê-lo ouvindo Chopin. Mas, isso não te faz o melhor. Pode ter em casa uma variedade de vinhos, que ainda assim, não te torna mais importante do que os outros.
” O sujeito que adora apreciar vinhos e não aprendeu a respeitar as pessoas no mínimo de suas diferenças, essa pessoa não aprendeu nada sobre a vida”.
E pelo visto, nem sobre si. Pessoas com esse perfil, são aquelas que tem problemas em vários campos da vida como já mencionado. Para que eu sujeito de valor, possa ter essa carga positiva que desejo que as pessoas vejam em mim, é preciso trabalhar as minhas próprias qualidades. Não basta elevar a taça de vinho, tem que melhorar o vocabulário. Ter por exemplo, o domínio sobre várias línguas, estudar horas, inclusive noite a dentro. Perder domingos e feriados, desafiando as minhas próprias condições de aprender. Esquecer festas, praia, saída com amigos e todo tipo de badalação para que se conquistou o que deseja. Se eu quero ser admirado pela minha inteligência, vou estudar. Se quero ter um corpo fitness, vou cooperar para isso. A pergunta é: ” O que eu quero para conseguir o que desejo, ou o que eu tenho que sacrifica para conquistar algo?” É! Isso mesmo, é uma vida de renúncias. Vou logo avisando, não é ser ” arroz de festa”. Inteligência exige alguns sacrifícios. Eu diria que mais horas de estudo que badalação.
É certo que poupar esforços não te faz sair do anonimato. Porém, a imagem de levantar uma taça de vinho, não te acrescentar qualidades, não as que você tem trabalho para adquirir. O esforço neste caso, tá sendo na posição contrária. Esforce-se um pouco mais, pois ” não é o vinho, é a sua pouca formação que colabora para a imagem que você deseja passar para os outros “. Prestígio não se conquista dessa maneira. Ascensão intelectual também, não. Além do mais, para chegar a essa consagração espontânea, é preciso um bocado de esforço.
Apesar da imitação ou mesmo comparação, “deixe escapar o álcool de qualquer bebida, que aparece o açúcar das frutas”. Não é a imagem de rico, de pessoa sábia e respeitada. É a maneira de como você se coloca, que torna a vida confortavelmente mais respeitada. Não se preocupe em divulgar uma marca, porque não é ela que irá construir a sua imagem. É Você que deve trabalhar as suas qualidades.
“Tim…tim…” aos anos que te faltam ser trabalhados.
e das certezas que ajudam construir nossos caminhos.
Ilusórios são os movimentos vazios,
A advertência sobre o percurso do rio.
Você já parou para avaliar que um rio, nunca muda a sua essência, desviam os seus caminhos, mas ele nunca deixará de ser um gigante correndo sozinho no silêncio de sua imensidão.
Ah, minha gente! Como é triste ouvir os murmúrios de quem se deixou ser envolvido pelas tristezas,
De quem se afogou nas próprias incompreensões
De quem se perdeu dentro das suas tempestades, querendo encontrar agasalho na promessa da solidão.
Esses dias, estava avaliando como a vida passa com de pressa.
E…como os caminhos errados duram séculos para voltarmos a ser o que éramos. Para retornarmos ao reinício, é disso que estou falando. E enquanto eles não chegam, vamos suportando os solavancos.
Não é a alma, não é a sorte, não o outro que nós atinge. Somos nós que vivemos da miséria do próprio pão, do próprio pensamento.
Temos que tentar buscar dentro de nossas tentativas vãs, resgatar a imagem de quem somos.
Devemos olhar para dentro de nós!
Deitar os olhos sobre quem somos
E então procura encontrar abrigo na alma.
A gente precisa saber se governar
Para progredir, um pouquinho que seja.
Devemos acreditar na força que temos escondida dentro de nós, e saber que ela Nos serve de consolo quando estamos sozinhos.
Que surpresa boa é aquela, onde somos tomados pela certeza de que tudo podemos mudar. E que a ‘ordem no meio da desordem’, é o rumo que devemos seguir para superar de maneira consciente as verdades que queremos que sobrevivam.
Sei que o jeito de como estou hoje pode ser modificado amanhã. Que inclusive palavras e pensamentos definem o meu estado emocional, podem ser outro.
Todavia, eu tenho o controle para assumir as formas que desejo. Eu quero pousar os meus olhos sobre o espetáculo do final do dia. Sobre a beleza do por do sol, sobre as flores que carregam as minhas lembranças. E você, deseja o que?
Deixo aqui os votos de imagináveis certezas pra você!
O Natal que é um dos acontecimentos mais importantes que temos na visão cristã, é que aos poucos, vem sendo substituído pelo espírito consumista. Hoje se olha para a idéia de natal como algo que pode ser vendido. Por exemplo, o consumidor passa numa loja e vendo uma peça de roupa ou um artigo de luxo, ele compra e leva para casa. Triste isso, mas pouco a pouco, o Natal VEM sendo substituído pela falsa visão que o comércio injeta no consumidor. Quer dizer a tradição, a cada ano está sendo substituída pelo espírito consumista”
Quando se fala em Natal, lembra-se de um dos momentos mais significativos da história da humanidade que é o nascimento do menino Jesus. Umas das expressões mais genuínas da alegria humana. Quando falamos na festa natalina, logo se imagina os bastidores do coração daqueles que amam esse Pai muitíssimo. Natal, é tempo de renovação, de transformação interior. Tempo das decisões humanas ganharem novos significados.
” Natal é tempo de renascer “.
Quando falo ” renascer”, estou fazendo usou de uma metáfora. Necessariamente, esse ‘nascer’, não significa que de fato, você deva passar pelo mesmo processo biológico duas vezes, que é o de vir ao mundo novamente. Nada disso, chamo atenção para a sua consciência, falo os seus gestos, atitudes, estado emocional É tudo mais. É o momento para você ter a consciência sobre quem é
NATAL é um momento de construção. Construção entre você e o mundo”.
Essa colocação parece distorcida, porque numa interpretação mais próxima do que esse momento pede, essa construção não seria nada humana. Mas, divinal. No entanto, vemos o que? O vislumbramento do mundo exterior. Tudo o que pensamos é festas, comemorações, bebidas, e ao chegar meia noite, as pessoas já se excederam tanto na bebida alcoólica que nem vêem a chega do Natal. Pensam única e exclusivamente nelas próprias.
Por que viver o Natal?
Porque o Natal é o compromisso que temos em comunhão com nós mesmos, sobre a idéia de imaginar a descrição de Jesus vindo a esse mundo tão conturbado. É esse Cristo imaginável que a maioria das pessoas não conseguem alcançar, ou seja, essa é uma realidade inatingível, ao menos para muitos, porque a mente humana se prende em vários detalhes a ponto de se desvirtuar do que esse momento tem a nós dizer.
Natal é tempo de renovação, de despertar para o que ainda dorme em nós.
O maior espetáculo do natal é esse que somos convidados a pensar na chegada daquele que veio para trazer luz ao mundo. É o momento de querer que o novo aconteça. Todavia, esse desejo de quer que o ‘melhor de fato, aconteça’ irá depender do que eu consigo fazer de diferente para que ele se torne uma realidade. O período como ele mesmo sugere, é sobre refletir numa festa silenciosa e não aquela em que estou preocupado com a roupa que vou vestir. Se vou ” causar” com o meu vestido decotado ou quantas bebidas irei ingerir para dizer que o natal seja bom.
O Natal a cada ano que passa, tem perdido o seu significado. E quando se fala a respeito disso, vamos uma série de atrativos que têm dado um novo significado para esse acontecimento. O comércio por exemplo, apela para promessas tentadoras.
“NATAL sem presente, não é nstal”.
Todos os anos, as pessoas querem ganhar presentes, é não é qualquer presente…
” Quanto mais caro, melhor”.
O consumidor, se vê cada vez mais tentado a comprar. Sentimentalmente, ele cede aos apelos envolventes das propagandas que o induz adquirir um produto que ‘aparentemente ‘ diz que o natal será melhor se você comprar aquele produto- porque ele tem a marca do Natal.
Diante de apelos irresistíveis, o consumidor de vê atraído, fazendo com que o comércio, todos os anos fature valores altíssimos com datas comemorativas. Primeiro tem-se o dia das mães, depois com Natal e ano Novo.
Compras onlines, é também uma ” das” facilidade criada para atrair o consumidor. O conforto do lar com a praticidade de adquirir produto com a sua cara, gosto e preferência, faz com que esse mercadão ganhe mais adeptos.
E pouco a pouco, a idéia de família junta para comemorar o nascimento de Jesus, vai sendo substituída pelo pelos brilhos das lojas. Das mais populares, as marcas famosas do mercado, as pessoas vestem a idéia natalina com aquilo que elas têm no bolso.
Consumidores exigentes, pedem que o mercado inove para atender as suas expectativas. Um exemplo disso é que, o perfume daquela ‘atriz famosíssima’ tem que vender bastante para que as mulheres se sintam irresistíveis.
Entre os produtos mais vendidos temos como exemplo: Bolsas, tênis, relógios, perfumes e cosméticos, são os ” queridinhos” mais presenteados no período natalino. Artigos que ajudam a compor a idéia de natal como árvores e guirlandas também estão na lista dos produtos mais vendidos dessa época.
Ano a ano, o natal só faz sentido se tiver presente. A idéia que remete o natal, é aquela que pode ser vendida em qualquer vitrine. Com dinheiro ou sem ele, vivendo ou observando as outras pessoas comemorarem esse momento em seus lares, juntamente com a familia, temos a impressão de que qualquer ser humano pode ir a uma loja e vestir o espírito natalino. Para isso, basta comprá -lo.
Diante dessa realidade, deixo a pergunta: quanta custa a felicidade, o amor, a confraternização em família? Afinal de contas, o que comemoramos? No dia seguinte, o que você consegue renovar por dentro, é o mesmo reflexo do que quis externar? Qual é a reflexão que nos remete o Natal?
Você precisa fazer login para comentar.