“Nos lugares mais improváveis, o Amor estará sempre presente. Nos espaços inóspitos, no inconsciente, na matemática inexata. E qual o maior desafio humano? Decifrá-lo; reconhecer a sua essência e, enxergar a suas grandeza nas pequenas coisas.”
Serenidade é a maneira discreta de responder a vida com sabedoria. Em todas as circunstâncias onde se observa que existe serenidade, também há de se constatar um silêncio elegante, magistral talvez…contido na nossa maneira de introduzir a resposta necessária diante das situações estressantes.
A serenidade é corrente, espaçosa e justa. Ela nunca choca o pensamento de ninguém. Mas, chama a atenção por ser pura, por diluir-se em verdades, Dar sim, a capacidade da outra pessoa querer interpretar a sua racionalidade sobre certas distorções da vida.
Toda pessoa que se revela serena, ela aprendeu respeita e abraçar a própria história, ao invés de acomodar-se e, se tornar refém daquilo que julga. A serenidade tem uma estreita ligação com a sensibilidade. A sensibilidade é quem nos encoraja e proporciona autocontrole. Pessoas serenas, são genuinamente verdadeiras.
A violência é uma ação constituída da ” vontade” daquele que governa, manda, freia, dita a regras. A Violência sempre vem acompanhada de uma justificativa muitas vezes, inaceitável. Porém, ela reforça, aquilo que já sabemos que é o poder absoluto, dentro da condição de quem detém a força numa relação.
Quando você age com violência, você está dizendo o seguinte para a outra pessoa: considere o valor do que está contido na minha vontade ou te dou um tiro na cabeça, ou quebro a sua cara, ou mato você. Quem vive dentro do ciclo da violência, tem que obedecer uma série de condicões, pois do contrário, vive as punições. A principal questão observada dentro dessa coisa da dominação do outro, é ser servido ( a). Veja, a pessoa diz a outra ” Você me ama? E aquele ou aquela que não tem condições de negociar porque viver sob uma situação subalterna diz ” Amo!”. O que “ela compreende como amor, na verdade é uma ação dosada”, ou seja, o mínimo é acrescentado como se o que deixa uma relação em equilíbrio fosse,doado na medida certa.
A mulher acredita estar sendo amada [ quando suporta os ataques irracionais] as condições mesquinhas do outro. E quando, ela percebe que recebe ” o mínimo do mínimo “, é obviamente, parte para uma discussão por exemplo, esse parceiro dominador, ele consegue oferecer com precisão os critérios que a satisfaça por um período curto de tempo. Sim, em muitas situações, “o homem abusador” satisfaz a vontade da vítima. Já em outras situações, não. Há casos que ele ” descarta” essa mulher lodo na primeira oportunidade que ela tem de manifestar a sua vontade.
O parceiro ou a parceira que pratica a violência, deixa muito claro a sua vontade. A sua intenção moral de matar ou menosprezar a parceira. Em condições que esse homem deixou de exercer o poder total, seja do corpo, dos sentimentos ou de poder interromper qualquer decisão da parceira por exemplo, , ele a agride. Através de pequenas situações com bons e maus resultados daquilo que moralmente é aceitável dentro de uma relação, ou seja, a saúde da relação, cria-se uma espécie de entrave. Primeiro, ou se vive muito bem, ou se vive como ” cão e gato”. Um dia, ele bate e a convence a vítima que foi um acidente. Meses depois, vem novamente a confirmação desse acidente, e já na terceira vez é que, a mulher ” considera” as marcas da violência. É exatamente, isso. Essa mulher, vai olhar para os machucados e dizer: ” Não é Amor”. Esse homem não me ama. Finalmente, é quando ela desperta para a situação de vítima.
O que as mulheres devem compreender que dentro de uma relação, seja amorosa, de trabalho, amizade e outras. Faltou com respeito, machucou, existem nesse “sinal” um alerta que foi acionado. Portanto, é para ele que não se deve fechar os olhos. A violência começa sempre muito suscita, depois é que os seus resultados avançamos na alma e na pele.
“Há sempre uma beleza escondida, por trás daquilo que, poucos conseguem enxergar. O essencial da vida, reside para além do que os olhos humanos conseguem detectar. “
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