Violência Contra a Mulher

Violência Contra a Mulher

Falar a respeito de violência contra a mulher é mexer com estruturas sociais, é sobretudo tocar num tema espinhoso, complexo e incrustado em nossa sociedade.
A violência, ela releva o que temos de pior, que é a forma horrorizada de tratamento. O grande problema é que aprendemos a sobreviver a violência na família, seja através do pai, da mãe, dos irmãos. Esse ciclo prejudicial tem consequências negativas que se leva para a vida toda. Então, você percebe que ele não vem de um lugar estranho, vem do lar. Portanto, quando se diz que uma mulher sofre violência ou passar por algum tipo de abuso, é porque ela deu permissão para que isso acontecesse em algum momento da vida ou seja, é porque já sofreu antes. A violência é uma velha maltrapilha que nos acompanha de longa data, mas que não desvia os seus horrores, porque ela sabe muito bem o que impor, e a quem quer atingir.
Assim, todas às vezes que tocamos nesse tema, estamos falando sobre família, sobre poder, sobre regras e principalmente, hoje, não podemos “ responder positivamente a esse tipo de coisa” que são ideias especialmente patriarcais.
Somos mulheres dignas de cuidado e respeito. Apesar de termos sido protegidas na infância, não precisamos levar essa imagem forte do másculo para o resto da vida ou em nossas relações.
No geral, é o que se repete. Às vezes, a ideia do homem protetor, acaba dando lugar ao homem agressivo; ao homem que bate, e que perpetua essa violência com naturalidade.
Muitas mulheres morrem por conta da violência, por conta de ideias que elas foram acostumadas. Mas é preciso dizer o seguinte:

“ Nenhuma mulher morre sem afeto. Morre pela excessiva falta de cuidado consigo mesma.”

“ Não é porque eu te amo que vou deixar você falar comigo de qualquer forma”; tratar de qualquer maneira. O amor não é o bastante para certificar esse tipo de coisa; nem reprimir as emoções para que cenas de violência se repitam com constância. Veja, se uma mulher sofre violência e se submete a qualquer tipo de situação, o homem a mata – e quaisquer outros tipos de violência. Por isso, o recado que deixo é: diga “ não “ a violência.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: Marii Freire/ Instagram/ Facebook

Santarém, Pá 9 de junho de 2025

Caminho

Todos nós caminhamos; uns não sabem exatamente para onde. Mas, nesse passo a passo, buscamos por crescimento pessoal, espiritual, pela superação de traumas, saúde ou simplesmente, evoluir. Aqui, não importa o seu destino, pois as possibilidades de alcançar o que você deseja, são infinitas. Enfrente as adversidades e configure a vida na sintonia do seu bem-estar.

Bom dia!

Marii Freire. Caminho

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Imagem: Pinterest/Jamm Ramzz

Santarém, Pá 8 de junho de 2025

Sensibilidade

A sensibilidade pertence aos poetas, as poetisas ( homens e mulheres) que podem enxergar, além da imagem, da dor represada nos recônditos impuros, do caos às ondas do mar; tudo que agita o pensamento, pode ser sentido.

Marii Freire. Sensibilidade

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Imagem: Pinterest/ Anhanh Studio

Santarém, Pá 6 de junho de 2025

Certas Dores

Algumas dores são intraduzíveis, pela forma, significado e tamanho. Todavia, olhar para elas é necessário. E apesar de doloroso, é só diante desse encontro, digo “ identificando a causa” que você pode tratar. Às vezes, o tempo pode ajudar, – se os pensamentos não forem carregados de toxidade. Já em outros, é só abrindo a cela do que aprisiona.

Marii Freire. Certas Dores

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 5 de junho de 2025

Audaciosa

A trajetória da mulher em nossa sociedade é uma coisa fantástica. Depois de séculos de opressão, de negação de direitos, presa a regras morais e sociais; vítima da insensatez e arrogância do homem que a sempre teve como objeto de dominação, e hoje, ainda somando todos os resultados negativos desses prejuízos, porém, cada vez mais ciente de seu papel, a mulher tem se mostrado audaciosa.

A mulher é uma criatura que aprendeu como liderar, claro- não só a cozinha, mas o mundo. E o segredo é e a “ mudança da própria história “ ; mudança estilo de vida, de sonhos, ambiente e fala.

Há quem diga que não, que a “ estória” não é assim. Eu, reafirmo: é. Na mente de algumas pessoas, não. Na mente retrograda e discursos permeados de machismo, falas que ultrapassam todos os limites, vemos muita incoerência, inclusive em atitudes humanas. Se por um lado, lutamos por ter os nossos direitos respeitados, por outro tem aqueles que querem manter seus privilégios, e para isso adotam posturas extremistas, como “ matar “ uma mulher que não baixa a cabeça e diz “ sim, meu senhor!”. Todavia, depois de tantas mudanças significativas que aconteceram em relação à mulher; o mundo nunca mais foi o mesmo.

A mulher tem lidado com regras menos rígidas, aqui em especial, as regras que lhes permitem fazer escolhas, viver as suas próprias experiências, e não ficar presa à ordem do outro, até sucumbir a morte, como ocorria no passado. Hoje, a mulher pode escolher se deseja casar-se, ter filhos, cuidar de um pet. É direito dela! Se ela quiser viver uma relação amorosa, vive. Se viver e achar que não é bom pra ela e justo; pode se separar. Quer dizer, não há imposição ou “ obrigação “ a nada. Embora, muitas ainda vivam relacionamentos doentios por exemplo, o que injustificável, é preciso dizer o seguinte:

“ A mulher precisa compreender que ela não tem que se sujeitar a nada.”

Essa frase, inclusive é do meu segundo livro ( O Amor Verdadeiro Contesta). A mulher precisa compreender é que ela tem que se tratar com dignidade; ter consciência sobre o que é negociável e as coisas que não são. Tudo começa por isso, digo “ por esse juízo de valor” que nos enche de vida, e ajuda a escrever a biografia do personagem que se interpreta nesse mundo. Há muitas histórias, porém, eu te pergunto: Qual é a história que você está vivendo? Superar os fatos, superar a negação dos nossos próprios direitos, assim como não sucumbir diante disse é preciso. Pois é só olhando adiante que reconstruímos os sonhos e a alegria de viver.

Marii Freire. Audaciosa

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 5 de junho de 2025

Olhos

“ Quando mudamos, os nossos olhos buscam novas paisagens.”

Marii Freire

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Imagem: Pinterest/ Serenite Spance

Santarém, Pá 5 de junho de 2025

Violência Doméstica

Violência Doméstica

Quando se fala da violência doméstica é importante ressaltar que ela afeta o todo, e não é só o aspecto do que é negligenciado; ela afeta a família inteira. Talvez, por isso existam tantos obstáculos que separam e limitam essa mulher em diversos graus de dificuldade para que ela possa entender, buscar ajuda, se libertar e seguir a sua vida adiante.
O exemplo mais comum que se pode imaginar em relação a isso é: essa mulher não se identifica como vítima; como alguém que sofre e “ não reage” a forma rude ou violenta de lidar do parceiro ou parceira. Em geral, ela suportar e se torna otimista em relação ao futuro, acreditando que esse homem vá mudar. Neste caso, temos um problema, que é o condicionamento dessa mulher ou seja, o que geralmente a vítima diz ? “ Ele briga, mas em outros momentos é generoso”; bom pai. É o que acontece. E assim, de vício em vício, a remição da culpa, a superação de episódios tristes, vão sendo gerenciados dessa maneira.
Trata-se de um acontecimento que sustenta e transcende culturas e épocas. E mesmo hoje, diante de tanta informação, muitas mulheres buscam soluções na reconciliação e aceitação. Claro, aqui em alguns casos, porque nem toda mulher aceita viver em condições miseráveis.
O importante ao se falar em violência é fazer a mulher se enxergar como vítima. Pois, só quando ela compreende a dimensão do problema é que ela tem atitude de buscar ajuda. Evidente que isso não ocorre com todas, mas felizes são aquelas que informadas conseguem sair, porque a revolução reside nisso, digo “ romper com as estruturas que as aprisionam “ que às vezes é a ignorância, a dependência muito grande atrelada a um grau de comprometimento maior, onde elas se veem como incapazes, a questão atrelada à angústia, o medo. Enfim, reconhecido tudo isso, elas buscam lidar com esse lado engessado e enfrentam com vigor o dever de lidar com são suas crises, infelicidade; a ruptura de uma relação fracassada. A perspectiva é buscar ajuda, e não refúgio na violência.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: autoral/ Instagram/ Facebook

Santarém, Pá 4 de junho de 2025

Violência Contra a Mulher

Hoje, eu tenho a honra de enviar os meus dois livros ( MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais) e ( O Amor Verdadeiro Contesta) para a @justicadesaia mostrando que, eu não só apoio a luta da Gabriela Manssur em favor das mulheres, como também luto por uma uma sociedade mas justa e igualitária a todas nós mulheres, ainda que escrevendo.
A luta contra a violência não é fácil, mas é legítima e satisfatória. Satisfatória, especialmente, quando sabemos que uma mulher consegue vencer; quando ela consegue dizer “ não “ e tem esse direito respeitando. A gente sabe que, nem sempre isso é possível. Pois, muitas ainda morrem pelas mãos de seus algozes. Porém, é necessário que se continue lutando por nós, por aquelas que já se foram, e por muitas que ainda irão precisar de ajuda diante dessa realidade cruel.

Gabriela, conte comigo nessa luta!

Marii A. Freire

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Santarém, Pá 3 de junho de 2025

Lugar

O problema nem sempre é o lugar, mas a maneira de como você se permite adaptar a qualquer condição.

Marii Freire escritora. Lugar

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Santarém, Pá 2 de junho de 2025