Violência Doméstica

Violência Doméstica

Quando se fala da violência doméstica é importante ressaltar que ela afeta o todo, e não é só o aspecto do que é negligenciado; ela afeta a família inteira. Talvez, por isso existam tantos obstáculos que separam e limitam essa mulher em diversos graus de dificuldade para que ela possa entender, buscar ajuda, se libertar e seguir a sua vida adiante.
O exemplo mais comum que se pode imaginar em relação a isso é: essa mulher não se identifica como vítima; como alguém que sofre e “ não reage” a forma rude ou violenta de lidar do parceiro ou parceira. Em geral, ela suportar e se torna otimista em relação ao futuro, acreditando que esse homem vá mudar. Neste caso, temos um problema, que é o condicionamento dessa mulher ou seja, o que geralmente a vítima diz ? “ Ele briga, mas em outros momentos é generoso”; bom pai. É o que acontece. E assim, de vício em vício, a remição da culpa, a superação de episódios tristes, vão sendo gerenciados dessa maneira.
Trata-se de um acontecimento que sustenta e transcende culturas e épocas. E mesmo hoje, diante de tanta informação, muitas mulheres buscam soluções na reconciliação e aceitação. Claro, aqui em alguns casos, porque nem toda mulher aceita viver em condições miseráveis.
O importante ao se falar em violência é fazer a mulher se enxergar como vítima. Pois, só quando ela compreende a dimensão do problema é que ela tem atitude de buscar ajuda. Evidente que isso não ocorre com todas, mas felizes são aquelas que informadas conseguem sair, porque a revolução reside nisso, digo “ romper com as estruturas que as aprisionam “ que às vezes é a ignorância, a dependência muito grande atrelada a um grau de comprometimento maior, onde elas se veem como incapazes, a questão atrelada à angústia, o medo. Enfim, reconhecido tudo isso, elas buscam lidar com esse lado engessado e enfrentam com vigor o dever de lidar com são suas crises, infelicidade; a ruptura de uma relação fracassada. A perspectiva é buscar ajuda, e não refúgio na violência.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Santarém, Pá 4 de junho de 2025

Violência Contra a Mulher

Hoje, eu tenho a honra de enviar os meus dois livros ( MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais) e ( O Amor Verdadeiro Contesta) para a @justicadesaia mostrando que, eu não só apoio a luta da Gabriela Manssur em favor das mulheres, como também luto por uma uma sociedade mas justa e igualitária a todas nós mulheres, ainda que escrevendo.
A luta contra a violência não é fácil, mas é legítima e satisfatória. Satisfatória, especialmente, quando sabemos que uma mulher consegue vencer; quando ela consegue dizer “ não “ e tem esse direito respeitando. A gente sabe que, nem sempre isso é possível. Pois, muitas ainda morrem pelas mãos de seus algozes. Porém, é necessário que se continue lutando por nós, por aquelas que já se foram, e por muitas que ainda irão precisar de ajuda diante dessa realidade cruel.

Gabriela, conte comigo nessa luta!

Marii A. Freire

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Santarém, Pá 3 de junho de 2025

Lugar

O problema nem sempre é o lugar, mas a maneira de como você se permite adaptar a qualquer condição.

Marii Freire escritora. Lugar

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Santarém, Pá 2 de junho de 2025

Violência Contra a Mulher

A Violência Contra a Mulher é uma Chaga Social que precisa ser olhada com atenção que merece. Pois, “ Temos mulheres morrendo todos os dias, por um preço muito barato “. Só para se ter uma ideia, “ Em 2023 a Central de atendimento à Mulher, do governo Federal recebeu quase 75 mil denúncias de violência pelo 180”, conforme dados que você acompanha pelo site do Senado Federal.
Mas essa violência não acaba por aí não, viu?
Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no mesmo ano, o Brasil registrou 1.463 casos de feminicídio. Esses são números aumentam a cada ano e trazem muitas preocupações, porque a mulher ao viver uma relação abusiva/ violência doméstica, ela não se atenta ao fato, de que isso possa ser prejudicial e, possa levar a um final trágico que, infelizmente é o feminicídio.

FREIRE, Marii A.

O amor verdadeiro contesta/ Marii A. Freire. 1ª ed. Maringá: Viseu, 2024

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Santarém, Pá 2 de junho de 2025

Relacionamento Abusivo e saúde mental

Quando se fala de relacionamento abusivo, lendo em conta também a questão da violência doméstica, da somatória de fatores que muitas vezes cooperam para que haja brigas, ciúmes, controle, pressão sobre o outro; sabe-se o quanto isso é prejudicial à saúde mental e emocional dessas pessoas.
No meu livro, eu procuro trazer à baila diversas situações para ajudar à mulher que passa por isso, digo: “ pelo relacionamento abusivo e violência doméstica compreender o quanto essa forma doentia de se relacionar é prejudicial à saúde. Veja, numa discussão muita coisa é dita, mas é [ ignorada], o que além de sofrimento, vai acumulando muita coisa negativa também para as pessoas. O C. G. Jung, chama de sombra, tudo aquilo que você rejeita. Para ele, a sombra é um perigo para as pessoas. O não atribuir importância ao que é dito de forma grosseira, ao que machuca, por exemplo, neste caso, é o que faz com a pessoa perca o brilho, a vontade de viver ou o que é pior: acostumar-se com isso e “ justificar “ porque já houve uma “ adaptação “ da pessoa a essa realidade . Às vezes se ouve a expressão “ fulano é assim, é o jeito dele”; quer dizer, há a aceitação. Mas isso é ruim para a saúde mental de que diz, porque vem a enxaqueca, náuseas, dores pelo corpo, noites onde o sono é ruim; a alimentação muda, porque a pessoa passa a comer em excesso. Então, se você observar, há uma somatória de coisas por trás de tudo isso que se rejeita.
A ideia principal quando se trabalha esse tema é não fazer “ vista grossa “ que é o que se faz. O importante é tratar-se com carinho e atenção.

Marii A. Freire. Relacionamento Abusivo e saúde mental

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Santarém, Pá, 1 de junho de 2025

Decisão

Você é o único que tem a capacidade de decidir o que quer pra si, ainda que em ocasiões conduzidas pela raiva, pelo sentimento de revolta, pela pouco falta de fé, insegurança, desrespeito. Enfim, inúmeras possibilidades que a vida te enquadra. A liberdade de escolha é sua. E saber responder isso com clareza é uma realidade não muda. Veja, caráter não se converte em outra coisa. Mesmo no prejuízo, a pessoa que tem caráter, não muda.

Diante de uma vida complexa e com tantas possibilidades, muitas pessoas pegam caminhos secundários, e quando chega o sofrimento, a justificativa mais usada é “ não sei porque agi dessa maneira”. A resposta é , sabe. Não cabe aqui, usar a desculpa de “ suposto inimigo” a não ser você não saiba quem é, o que é impossível, porque não sabemos quem é o outro, mas a nós, sempre. Isso, em qualquer situação que envolva as nossas vidas.

Quem não tem caráter e autocontrole, vai reagir a qualquer situação, mediante as emoções. O viciado por exemplo, veja ( viciado não é a pessoa que faz uso de entorpecentes) , mas a pessoa que mente e jura que não faz nada. Isso é um vicio. Ela aprendeu que agindo assim, obtém para si o que quer com muita facilidade. É um comportamento destrutivo. O maior desafio é reconhecer que isso é um problema.

Lutar contra certas questões, certos vícios é buscar horizontes melhores para viver. Agora, se você pega de fato esse caminho e acha que todas as pessoas vão te acompanhar, esqueça. Quem se ama, não se coloca na condição de miserável. Às vezes de misericórdia, de miserável, nunca.

Todos nós podemos decidir; todos nós temos o poder de decisão sobre o que queremos. Parece que, olhando de fora, é fácil falar, porque no fundo você não sabe o que ativa os gatilhos “ do outro “ ou “ dos outros “. Porém, todo doente precisa entender que que fazer boas escolhas também funciona como medicamentos. A verdade é que nós temos a capacidade de dosar o remédio que tomamos . Neste caso, metaforicamente, compreendido como caminho. A resposta que a gente precisa para viver bem, ela reside nas nossas decisões, e na forma como lidamos com as coisas, com a responsabilidade que temos conosco e com quem amamos, assim como também, o fim de padrões que destroem bases importantes e nossos valores.

Você sempre pode escolher!

Marii Freire. Decisão

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Imagem:Pinterest/Norhan

Santarém, Pá 31 de maio de 2025

O Poder é Usado Como Medida Para os Nossos Atos

Somos tiramos de nós mesmos, e usamos o poder como medida para tudo; seja para por fim a vida ou tornà- la ainda melhor. Neste caso, refiro-me a vida “ do outro “ ou “ dos outros “

A ideia de poder que trabalho nesse texto é associada a violência; a violência que pode ser interpretada como uma forma de tirania ou seja, o poder do mais forte sobre o mais fraco, e que por meio da nossa própria convivência, de nossas próprias ações podem servir para promover o trágico como algo benéfico em relação ao outro, de modo que essa decisão cabe a mim, como dito anteriormente, que serve tanto para promover algo bom, como para aniquilar um inimigo. Em muitos casos, tirando esse “ inimigo “ do caminho, é com isso, acredito que a vida se torne melhor.

Gomorra historicamente, ficou conhecida como um exemplo de que o homem é vítima de suas próprias criações, e o poder aliado a outros fatores como o dinheiro, podem ser o fim, o limite traduzido sob a força do próprio poder.

Se somos criaturas frágeis e vítimas de nossos atos. Estes, quase sempre conduzidos pelos nossos desejos e movimentos, a força ( violência ) também conhecida como tirania, é o remédio que, dependendo da dose, mata.

“ Quando somos tiranos de nós mesmos, certificamos por meio de nossos atos que, podemos tirar a vida ou torná- la ainda melhor, como forma de manifestar esse poder.

Somos tiranos ou individuais vistos como “ almas puras” de nós mesmos diante da busca pelo sentido da vida que, ora distorce valores. Ora, os evidencia diante de capítulos memoráveis ou cheios de injustiças que contemplamos diante da nossa árdua jornada.

Marii Freire. O Poder é Usado Como Medida Para os Nossos Atos

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Imagem: Marii Freire

Santarém Pá, 30 de maio de 2025

O QUE É SER MULHER?

O QUE É SER MULHER?

Seja uma mulher que não tem medo de pensar; que não tem medo de dizer o que é traduzido em sua mente, porque isso constrói uma parte interessante do que somos: fala, reflexão e questionamentos sobre o feminino. Ora, se Freud ( pai da psicanálise) não conseguiu resolver essa equação, e confessou seu fracasso, antes de ser “ fragmentado “ pelo tempo, quem pode traduzir a mulher? Quem pode definir o que é o feminino? “ Somos enigmas indecifráveis”, rodeadas de símbolos, metáforas e estudos inacabados
Somos resistência, renascença, e não acessório do “ frágil “ traduzido pelo masculino, como construção singular de imposição e poder.
Somos mulheres fortes, inteligentes; capazes de nos destacar em qualquer ambiente. Se chegamos até aqui, foi porque sobrevivemos a todo tipo de violência, a desdobramentos que cabem nos discursos políticos, a tentativa da maioria de nos silenciar. Mas conseguimos escrever o nosso nosso nome na história, como parte atuante!… nos mantendo firmes e fortes, motivando uma geração de mulheres que pensam e mostram a sua grandeza.

Somos mulheres!

Marii Freire. O QUE É SER MULHER?

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Imagem: autoral/ Tik Tok Brasil/ Instagram

Santarém, Pá 30 de maio de 2025

Imaginação

A imaginação faz você enxergar longe; desembrulhar as folhas do imaginário, de modo, a produzir palavras e gestos mastigados pelas ideias e infinitas paixões.

Marii Freire. Imaginação

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 29 de maio de 2025

O Amor Verdadeiro Contesta

O Amor Verdadeiro Contesta

Que amor é esse que contesta? É o amor que primeiro, faz com que eu olhe para mim com respeito, que me ame, me aceite do “ jeitinho” que sou, sem ter a obrigação ou necessidade de agradar; fazer coisas impossíveis para caber dentro de qualquer condição que não esteja alinhada aos meus propósitos. Em segundo lugar, é a ideia de amor que não me deixa sucumbir diante de abusos, maus-tratos e violência.

“ Quando uma mulher se ama, quando ela se conhece verdadeiramente, sabe o seu valor, sabe a importância que tem como ser humano, pessoa que é, certamente…sabe impor limites.”

A cláusula Pétrea desse livro é: porque eu me amo, digo “ não “ ou seja “ contesto” a ações, comportamentos e atitudes em relação ao que me machuca [ adoece] e viola os meus direitos.

Marii A. Freire. O Amor Verdadeiro Contesta

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Imagem: autoral

Santarém, Pà 28 de maio de 2025