Carlos Drummond de Andrade. Literatura brasileira/ Seleção de textos, notas, estudos biográficos, históricos e crítico por Rita de Cássia Barbosa. 3 Ed. São Paulo: Nova Cultural, 1990
” Todo caminho, carrega consigo a esperança do começo. Começar todos podem, só não podem se perder entre distrações. Do contrário, tudo vira [ re]começo”. A vida precisa ter um ponto de partida e um ponto de chegada. Só não chega ao fim, aquele que se perde entre os próprios caminhos (…). Caminhe, mas saiba a direção que você deseja ir, porque se você não for capaz de corrigir os próprios erros, dará voltas em prol da própria estupidez, e nunca será capaz de chegar ao destino final.
Pedro Kilkerry. In: Ítalo Maricone. Os cem melhores poemas brasileiros do século. São Paulo: Objetiva.
Literatura brasileira em diálogo com outras literaturas e outras linguagens. William Cereja/Thereza Cochar. Atualmente Editora. 5 Ed reform. São Paulo, 2013
Gregório de Matos. Literatura brasileira em diálogo com outras linguagens. William Cereja/Thereza Cochar. Atual Editora. 5ed reform. São Paulo: Atual, 2022
” Eu gosto de delicadeza. Seja nos gestos, nas palavras, nas ações, no jeito de olhar, no dia a dia e até no que não é dito com palavras, mas fica no ar”.
É bom conhecer uma pessoa especial. Alguém que te olha com o olhar de contemplação, de admiração inclusive. O amor dar-se muito pela questão de admiração que você sente pela outra pessoa.
Quando você ama, quer fazer com que o mundo do outro, seja especial. É natural a troca mútua, o carinho, o respeito, a leveza que há na conversa, se torne uma via de acesso ao afeto, assim como, reine a harmonia entre ambas as partes. Outra coisa importante é a responsabilidade. A princípio, não existe exigências. Não existe, ou um contrato tácito, é simplesmente, uma decisão honrosa estar com a outra pessoa. O que é diferente de uma situação, onde o amor passa por desgastes, brigas constantes, cobranças, porque o outro já não cumpre a sua parte diante dos acordos, que como dito, não são expressos, mas existe uma linguagem natural, que está associada a questão de caráter, valores e outras coisas que são facilmente compreendidas, quer dizer, não entra a questão da decepção que faz com que você perca a admiração e o respeito pelo outro. Prevalece sim, o cuidado, o acolhimento e o amor.
É comum que casais que passam por um longo período de desgaste e até ruptura, eles deixem de acreditar no amor. Muitos preferem não se relacionar mais com ninguém. O que na verdade, é um erro. O problema neste caso, não é o amor. Mas a quebra de acordo entre as duas pessoas, que é da própria ruptura da confiança no parceiro ou parceira. O amor em si é maravilhoso, encantador, e que nos faz conhecer o verdadeiro sentido de ” acolhimento “. O amor é fundamental para a nossa condição física e psíquica. É óbvio que, quando se ama, se pensa em construir um sonho, uma família, deixar descendentes ( hereditariedade), essa é até uma condição natural da sobrevivência da espécie humana, assim como ocorre com os animais. Mas o ser humano, diferente dos outros animais, constrói a sua relação baseada linha do afeto. Isso não quer dizer que ele não tenha problemas. Tem, mas por usar a razão, existe essa diferenciação
Há muitas razões para se justificar a vida, mas nenhuma delas é maior do que o amor. Sem construção do afeto, carinho e respeito, o ser humano não é completo. Então, a medida que duas pessoas se conectam, elas decidem se desejam levar aquela situação adiante. Se terão maturidade para amar na mesma medida. Do contrário, essa relação estará fadada ao fracasso. E estes, são o reflexo das atitudes que não foram trabalhadas como deveriam.
” O amor é uma escolha “
O amor é uma escolha. O amor é uma escolha consciente diria. Quando eu decido amar alguém, significa que não haverá espaço pra outra pessoa na minha vida. A medida que há essa consciência em ” cuidar ” da relação, automaticamente, se aprimora a ideia de que, eu amarei a pessoa de forma integra. Isso significa que não haverá espaço para traição. A traição, assim como o amor, é uma escolha consciente. A gente não trai ” enganando a si” a verdade é que você não é o ” lesado”. Ao contrário, quem acaba sendo lesado, é o outro. Por isso é que geralmente, pessoas que sofrem por conta de decepção em relação ao amor, elas deixam de acreditar neste. Porém, não é o amor que perdeu o seu significado, nem o valor, mas o que levou a ruptura da quebra de confiança na relação.
O amor não é uma condição. O amor é uma escolha consciente. Não é ele que nos olha, mas nos a ele. Por isso, é uma escolha. Eu escolho, você escolhe a quem amar.
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