Marii Freire

” Ninguém descreve o amor, porque enquanto sentimento, ele não cabe em livros. E quando transformado em ações, a língua não o adjetiva sobre o que quer que tenha feito. O amor dentre todas as alucinações, mantém a pureza do imaginário humano vivo, fecundo, como a luz que na noite negra, não se apaga.”

Marii Freire. Amor

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Santarém, Pá 4 de agosto de 2023

Marii Freire

” As marcas de agressão não podem ser usadas como desculpas para proteger o marido ou o namorado agressor.”

Marii Freire. Amor e Dor

FREIRE, Maria. MULHER- Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais. 1ª ed. Maringá: Viseu, 2022

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Santarém, Pá 4 de agosto de 2023

Violência Doméstica

Mulher, não se sinta culpada pela desordem que o seu companheiro causa em sua vida.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Santarém, Pá 4 de agosto de 2023

Violência Contra a Mulher

Nunca se discutiu tanto a respeito de violência contra a mulher. Ninguém fala, mas eu falo: estamos vivendo em tempos de debates. Sim, o momento volta-se a um olhar mais profundo sobre a importância de se falar sobre os direitos da mulher.

” A história nunca se aprofundou tanto na discussão sobre o feminino, quanto tem feito agora.”

Nunca se discutiu tanto a respeito de violência contra a mulher e protagonismo feminino como temos visto. Também podera, o Brasil tem alcançado números estáticos estarrecedores em relação a violência. Isso faz com que dentre outras coisas, se amplie o olhar sobre a necessidade de falar a respeito de certas formas de violencia, até como uma maneira de conscientizar à mulher e a sociedade sobre esse perigo.

” A importância de enfatizar essa questão, é trazer mais do que a necessidade atrelada a reflexão, é sobretudo, lutar por mudanças. “

É comum se discutir a respeito de violência no dia a dia. Ora, um homem que bate na sua esposa ou companheira, são assuntos comuns que se fala de maneira natural. Claro, apesar de não ser normal conviver com violência. Homens violentos agem por impulsos. A violência acontece também em relação a mulher. Então, se pode observar que o comportamento de parceiros agressores é visto como algo universal. Mais o meu intuito aqui é evidenciar a violência contra a mulher, e não falar dela como um todo. Embora, se saiba que a violência exista dentro de nós, de modo que, gostaríamos de eliminar o problema dentro pra fora, ou seja a nossa agressividade, de modo pacífico, nem sempre se consegue alcançar esse grande feito. Vivemos num sistema que é violento para todos, principalmente, para nós mulheres.

Ora, aqui faço questão de enfatizar sobre a necessidade de mudarmos. O sistema é opressor, a gente não pode esquecer disso. As mulheres nem sempre puderam lutar, mas aquelas que conseguiram algum resultado, fez com que isso, pudesse refletir positivamente na vida de muitas de nós hoje. Mas, não falo só de uma pequena mudança que beneficie poucas mulheres. E sim, de uma mudança coletiva para para diminuir as muitas desigualdades entre homens e mulheres.

Quando se fala em mudança, se objetiva com isso, buscar respaldo na lei. Sabemos que nem sempre a lei consegue atingir o objetivo daquilo que se propõe quando se cria uma lei por exemplo, em nossa sociedade. Eu não falo de uma realidade distante, mas do simples fato da mulher viver uma vida segura e sem violência. Mas qual é o reflexo disso, funciona na prática? Os números em relação a violência refletem isso? Obviamente que não. Muito pelo contrário, o Brasil acaba deixando muito a desejar. Anualmente, muitas mulheres são vítimas de feminicidio, o que gera um valor negativo para o país.

O amor não se traduz em dor, não converge em atos violentos. Todavia o que vimos diariamente, são notícias que falam de mortes de mulheres de forma bárbara. É por isso que precisamos nos aprofundar nessa discussão para olhar a profundidade do problema. Por que tantas mulheres morrem? Qual é a razão maior? Aonde é o erro que precisa ser visto para ser trabalhado, e dessa forma, consertado? São perguntas que precisamos fazer. O que vemos são formas de se relacionar de maneira doentia. As pessoas se apropriam das outras, de modo que matam e tentam justificar as suas ações.

” Existem momentos em que a intensidade com que uma pessoa se relaciona com outra, extrapola limites, se nota muito isso pelo controle. “

A nossa cultura de certa maneira institui, a coisa da violência. É natural por exemplo, querer ter o controle sobre o outro, justificanfo isso como amor. O amor é um ganho maravilhoso. O que não sabemos muitas vezes é, lidar com atos violentos. Ora, se tem violência, não tem amor. O amor não é abusivo, é bom que se compreenda isso. Há mulheres que justificam ter parceiros ciumentos. Não é ciúme, não é gostar. Como disse ” o amor é um ganho maravilhoso”. Se há tensão, se existe violência, não é amor. É interessante que a mulher, não confunda amor com abuso e com a coisa da proteção. É justamente nesse ponto, que o homem abusador controla as suas vítimas. Ele trata com perversidade, mas depois quando tudo se acalma, ele vai lá e trata com carinho. É nisso que o amor consegue sobreviver. É no tratar bem novamente. É esse o ponto onde a mulher pensa encontrar oxigênio para relação.

” A porta de entrada para violência contra a mulher, vem principalmente, disfarçada de carinho.

O amor não é desassossego, mas segurança, diria que “resposta aos nossos anseios”. O problema maior dentro dos relacionamentos é que, um casal se apaixona, cria laços afetivos muito forte. Mas não consegue manter isso, principalmente nos momentos de tesão, porque demonstra comportamentos ofensivos e violentos. Às vezes, um fos parceiros, fala coisas que machuca o outro, humilha ou faz ofensas verbais que é o mais comum. É bom que se fique atento isso. Amor não é fonte de dor, basta a mulher olhar para essa realidade. Se encomoda, se há coisas que não se encaixam, veja o que coopera para esse desconforto.

Segundo o Datafolha, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública por meio fo instituto Data folha, “a violência contra a mulher teve um aumento bastante significativo. Mais de 18 mil mulheres foram vítimas de violência no último ano. São mais de 50 mil vítimas por dia, um estádio de futebol lotado.” afirma Samira Bueno, diretora executiva do Fórum.

Recentemente, o Fórum Brasileiro também mostrou dados estarrecedores a respeito de violência, o maior da história. Foram 74.930 vítimas dessa barbárie.

Protagonismo feminino

Enquanto se briga por uma maior igualdade de gênero e maior autonomia da mulher em relação a seus direitos, muitas coisas acontecem. Nós estamos diante dos avanços e retrocessos que apesar, de muitos entraves, podemos constatar passos significativos para mulher. Hoje, falamos de protagonismo feminino, o que uma realidade. É a mulher lutando por seu espaço na sociedade. Cada vez mais consciente, ela segue buscando por representatividade, fala, lugar de direito. E o que é bom nisso tudo, é que o tempo vem trazendo essa maturação necessária, digo ” o mergulho necessario na história da mulher “, fazendo com que se volte ao tempo, e traga a mulher cada vez mais para perto da realidade. Antes não. Como é sabido, o afunilamento do poder era dado só ao homem, a dominação, o machismo e força, são resquício do patriarcado. A mulher, não era vista senão como a sombra do homem. Talvez, a virada de chave mais importante da história, venha dessa mudança tão significativa a todas nós. São muitas lutas que buscam por respeito e igualdade de gênero. O feminismo tem ajudado a mulher dentro dessa construção histórica. A potência desse novo olhar sobre a mulher, certamente ganha novos contornos sobre a realidade tal qual ela é. É a mulher construindo história nos mais diferentes espaços. Mais que igualdade, queremos equidade. A ideia de emancipação feminina, se concretiza em cima desse pensamento. O ganho é sempre coletivo!

A potência desse novo olhar

O novo olhar sobre a história da mulher, desde a luta por ascensão, a busca pelo reconhecimento de seus direitos, faz com que esta seja vista com respeito. Não foi fácil; não tem sido fácil. Mas é recompensador saber aonde estamos chegando e ultrapassando os nossos limites. Nós não queremos ser mortas, nem conviver com a insegurança de nossos filhos e filhas. Queremos ser reconhecidas pelo direito de ser mulher, e de fazer um muito bom para os homens também. Deles, precisamos dessa consciência e respeito pelo que somos.

” Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância. “

Simone de Beauvoir.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Fontes:

Home

https://exame.com > Brasil

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Santarém, Pá 4 de agosto de 2023

Marii Freire

Acredite em você, na sua capacidade de transformar. Palavras inspiram, ideias melhoram o mundo, e as ações trazem consequências justas para nossas vidas.

Marii Freire.

Excelente dia a todos!🌻

Marii Freire

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Santarém, Pá 5 de agosto de 2023

Marii Freire

Eu não quero seguir exemplos de outros autores; eu quero construir o meu exemplo, a minha carreira com a capacidade que tenho de transformação. A genialidade reside em você ser uno.

Marii Freire

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Santarém, Pá 3 de agosto de 2023

A vida é o que temos de melhor

A vida é a certeza do que temos de melhor. É um acontecimento breve, mas todos os dias, “o sol nasce e se põe” diante de nossas maravilhas e tempestades. Claro, nem sempre no ritmo que gostaríamos, porém, ela não acontece só por causa desse espetáculo, há uma série de acontecimentos ao redor que nos fazem compreender o porquê dela ( vida) ser tão especial.

O que transforma essa realidade é a capacidade que temos de poder lidar com ela, com as nossas ambições, com os nossos desejos diante do incontrolável, e principalmente, o que podemos construir de bonito e também fazem os outros sonharem.

” É preciso gerar espanto e surpresa dentro daquilo que nasce dentro da gente e se torna valioso ; do contrário, os problemas se agigantam, junto com a vida.

É preciso fortalecer o que serve de base para a própria vida. É preciso brigar para viver e ter direito de sonhar; ainda que sejamos olhados com indiferença por aqueles que não sonham conosco, nem acreditam em nós.

A certeza de que a vida é breve nos faz buscar algum conforto no prazer daquilo que a torna valiosa. O ser humano gostar de estar em paz consigo mesmo. Os problemas existem, mas o que se deseja de verdade, é saber extrair o melhor da vida, de modo que, esse ” melhor” preencha a nossa necessidade emocional. Nem é tanto o material, embora ele conte, a maior riqueza do ser humano, vem do que gera valor interno e, ao mesmo tempo, coopera para o tranquilizar, fazendo com que desta forma, ele tenha a sensação de liberdade, paz e sorriso no rosto.

Marii Freire. A vida é o que temos de melhor

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Santarém, Pá 3 de agosto de 2023

Agosto Lilás

A Campanha Agosto Lilás 2023, visa trabalhar a conscientização acerca da violência contra a mulher. É importante falar de enfrentamento à violência, principalmente, por termos números tão significativos em relação ao problema. Falar, como eu disse, é uma forma de levar informação à mulher, e ao mesmo tempo, conscientizá- la sobre o risco de viver um relacionamento doentio ( que contém violência). Esse mês inteiro, terá muitas programações voltadas à mulher como, palestras, workshops e outras formas de fazer com que a mulher, assim como a sociedade possa ter mais esclarecimentos sobre as diversas formas de violencia.

Falar é dar visibilidade ao problema

É necessário darmos uma maior visibilidade maior a essa causa, e nada melhor do que promover debates que ajudem a mulher conhecer o que é violência e como lidar com ela. Quanto mais esclarecimentos tivermos, à mulher, a sociedade de modo geral ganha. A ideia é chamar atenção também ao número de mortes de mulheres ( feminicídio) que, infelizmente, ganha contornos absurdos, e ajuda trazer ainda mais insegurança à mulher. Ora, diariamente, a mulher morre no Brasil pelo simples fato de ter nascido mulher. Estamos falando a respeito de gênero. Isso é algo que precisa ser visto e discutido com a importância e delicadeza necessária.

Aniversário da Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha faz aniversário em agosto, e essa campanha faz parte disso, porque contribui de forma significativa a sociedade e a mulher, através programações que se voltam a esta. Vale ressaltar que, o tema violência contra a mulher, é trabalhado o ano inteiro, mas é justamente no mês de agosto que há esse destaque, principalmente por alusão a lei. Como sabemos, a Lei Maria da Penha ( n⁰- 11.340/06 ) no próximo dia 7, completará 17 anos de sua promulgação, e já contribuiu com a vida de muitas mulheres. Mas, também se precisa falar que, ainda existem obstáculos que precisam serem ultrapassados para que, essa lei de fato, ofereça uma maior proteção as vítimas dessa violência.

Como é sabido a lei passou por alterações importantes recentemente, de modo, a ter mais eficácia não só em relação as medidas protetivas de urgência, como deu uma camada de proteção maior à mais a mulher. É isso que precisa ser celebrado dentre as muitas conquistas já alcançadas.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça ( CNJ), o intuito da Agosto Lilás é “colocar em debate o combate e o enfrentamento à violência contra as mulheres em suas diversas formas”. E não há melhor maneira do que falar, chamar atenção para essa realidade que traz tanto sofrimento à mulher, dentre eles, tirar-lhe a vida.

Ligue 180 – ligue 190

A Central de Atendimento à Mulher – 180, é um trabalho que oferece acolhimento a vítima de violência. De mesmo modo, encaminha as denúncias aos órgãos competentes.

O ligue 180, é válido para todo território nacional. O 190 é da polícia Militar, onde você pode acionar através do seu Estado.

Marii Freire. Agosto Lilás

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Fonte:

https://www.cnj.jus.br > agosto- Lilás

Santarém, Pá 2 de agosto de 2023

Marii Freire

Orgulha-se do seu trabalho. Independente da função que exerça, procure ser excelente naquilo que faz. Você pode ser a pessoa mais simples, dentre aquelas consideradas ” importantes” – continue. Quem faz diferença aos olhos dos mundo, é você. Às vezes não parece, mas acredite “você inspira pessoas”.

Marii Freire. Via Facebook

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Santarém, Pá 1 de agosto de 2023

Marii Freire

Nem toda mulher que vive em situação de violência, ela sabe que vive uma violência. Como falei em vídeo, muitas só descobrem tarde que fazem parte de tal realidade.
Quando há situações em que, uma mulher cala muito, chora, vive isolada, às vezes é forçada a manter relação sexual com o parceiro, sem que ela se sinta bem com isso, é violência. A maneira de tratar, a falta de respeito, as atitudes, são ações que podem gerar sofrimento. Então nunca é algo que deva ser ignorado pela mulher, mas visto com atenção.
Eu estou falando de violência para que a mulher saiba identificar o que ela vive no seu cotidiano. De repente, é uma situação de medo, constrangimento que ela demora para compreender o porquê das atitudes abusivas do parceiro/parceria. A mulher tem que ter é a consciência do que é violência.

” Quando ela percebe algo estranho, por mais pequeno que seja, e comunica isso ao parceiro, e ele não assumindo nenhuma responsabilidade, mas lançando a culpa de algo ruim que acontece dentro da relação sobre ela, isso é o quê?”

É para situações como essa que eu quero que a mulher volte a sua atenção. Parceiros abusivos, provocam sentimento de culpa sobre suas parceiras. Primeiro, o homem vai testar o seu limite. Quando ele gritar, diga: “aqui é o limite!”. Ou há respeito, ou você tem toda liberdade para seguir”. É a mulher que diz “não” pra violência. E se ela não tiver força para fazer com que a sua palavra seja respeitada, procure uma delegacia. O importante é não tolerar humilhações, falta de respeito e violência.



Marii Freire

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Santarém, Pá 1 de agosto de 2023