O amor próprio nasce da habilidade que o indivíduo tem em saber trabalhar a própria mente. Todos nós temos muitas habilidades, e ao longo da vida, vamos aperfeiçoando todas elas no sentido fazer com que cheguemos ao maximo de nossa capacidade . Trabalhar a mente é dentre muitas coisas, não desperdiçar energia com decepções ou comportamentos que levam ao insucesso. Ora, o amor próprio é uma força mental que ao ser trabalhada ( por meio de habilidades) tem inúmeros benefícios a saúde emocional. Por que estou falando em mente e força? Porque tudo passa pela mente humana. Essa “força”, assim como qualquer músculos de nosso corpo, ela precisa de estímulos para se desenvolver, ou seja, precisa ser exercitada. E como se trabalha a mente? Se trabalha a mente por meio de estímulos ou controle. Juntando isso as nossas ações, se gerência os nossos atos, comportamentos e decisões no sentido de gerar respostas satisfatórias ao que queremos ou não.
” O amor próprio faz com que o indivíduo se ame mais “
O indivíduo que trabalha a própria mente, ele se torna mais forte; forte não significa não tendo problemas. Ela tem. A diferença é que pessoas com essa qualidade conseguem emergir de situações difíceis com um grau de consciência maior do que as outras. Elas conseguem trabalhar por exemplo, a inteligência emocional ao seu favor. Uma vez que, sabem lidar melhor com suas emoções, elas também passam a trabalhar melhor as suas atitudes. Então, o amor próprio passa por esse ” crivo mental ” vou dizer assim, no sentido de se adaptar às mudanças e procurar progredir constantemente.
“O amor próprio é trabalhado de dentro pra fora”
Como uma pessoa consegue trabalhar o seu amor próprio? Se trabalha por meio da mente e coração. O coração é um músculo, certo? O músculo se trabalha estimulando diariamente. Uma pessoa que se ama, ela não consegue ser egoísta com ela mesma, porque em algum momento, o cérebro vai alertar que aquilo não é justo consigo. Há quem chame isso de intuição. Quer dizer, esse aviso passa a ser emitido pelo cérebro no sentido de chamar atenção para algo ou alguma coisa que peecisa ser visto e não negligenciado. Eu procuro compreender essa questão como ” autoconhecimento ” porque é algo ligado a questão de todo um arcabouço de vida que todos nos temos. O senso de ” certo” e ” errado ” sempre nos guia. Então, diante do desproporcional, a pessoa vai olhar para um determinado aspecto da vida e passar a cuidar com mais carinho. Se há durante o percurso da vida, um acontecimento traumatico por exemplo, ela começa a praticar o “autocuidado”. Mas como um indivíduo sabe que deve trabalhar mais a questão do autocuidado? É preciso ter atenção e habilidade para se desenvolver uma série de elementos fundamentais, e conseguir ter equilíbrio quanto essa questão. Primeiro, o tempo é necessário para tudo. Neste caso, cito o autoconhecimento.
. Autoconhecimento: a maturidade traz o peso de nossas ações com o tempo. Com isso, você tem uma somatório de experiências boas e ruins.
. Autopercepção: você nota com facilidade situações saudáveis e não saudáveis.
. Autorresponsabilidade: você assume o resultado do que faz; não buscar se esquivar daquilo que lhe é próprio.
Sabe dar limites: Bem, aqui tudo passa pela régua da sua consciência. Sabe aquela balança, onde você não põe mais para o outro, nem para si ? Pois bem, aqui surge a palavra ” equilíbrio “. O amor próprio tem que ter esse fator como destaque principal.
O amor próprio começa pelo equilíbrio! Quando você percebe que o seu lado não pesa igualmente o outro, obviamente, sabe que tem alguém levando vantagem aí diante dessa situação. Entenda, eu estou falando de cenários em que muitas vezes estamos inseridos e, querendo ou não, estes contribuem de firma negativa para prejudicar a nossa saúde. Além disso, cada pessoa tem as suas próprias experiências, portanto, sabe como ativar o ” botão” do certo e errado. Então, dependendo do cada um esteja vivendo, sabe observar a questão da desordem, e os prejuízos que isso traz ao seu emocional. E o que se busca fazer? Corrigir. A medida que se trabalha com mestria o que abstrai ou exclui, ou seja o que não soma, o indivíduo vai trabalhar aquele conjunto de elementos citados anteriormente, para ter respostas satisfatórias a tudo o que atende os seus interesses – bem e alegria novamente. Ah! ora, o amor próprio não é isso. Sim, principalmente porque é vestido de autenticidade. São valores inerentes ao próprio indivíduo, portanto, inegociáveis. Raramente, o conceito de amor próprio será algo superficial. O amor próprio trabalha muitas vertentes, e não é composto por um conceito atrelado somente a beleza externa. Evidente que esse detalhe conta, mas é uma espécie de beleza que vem do que você aprimora interiormente. É uma resposta que nasce da essência do indivíduo, fazendo ele aflorar de dentro pra fora.
” O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis. “
A arte não tem limite. Portanto, o que um poeta precisa é ter sensibilidade. A criação é um ato solitário – é a forma de comunicar-se com o mundo e se relacionar com àquilo que sente. Evidente que, a realidade admite muita coisa, mas a arte é antes de tudo, um trabalho artesanal, criado ali, na cela do que muitas vezes nos enlouquece – faz delirar ou travar guerra com o real. Um poeta trabalha no exílio de si mesmo, e por meio desse encontro, ele se relaciona melhor com suas dores, seus amores, alegrias, lamentos, e transmite todo esse resultado, por meio de sua sensibilidade e emoção.
Modifique o processo de como você olha para a história. Às vezes, se admira o distorcido. Todavia, o que define a beleza, não é a forma, nem o impacto causado pela admiração que isso gera na maneira de olhar para algo. Mas, o que preserva a lucidez do pensamento diante do que se consegue reeditar. O efêmero do que se imagina acontece no que grita, ecoa e transmite sensibilidade diante do propósito da vida, dos valores da nossa imaginação e autenticidade. O fascinante é imprevisível. Porém, a beleza vem do sentir, e de tudo àquilo que nos estimula acreditar em sua magia.
As flores falam sobre essência, encanto e paixão. A construção da natureza é simbolicamente, ligada aos mistérios da vida. Por isso, a suavidade e singeleza revelam gestos através de seu potencial não limitador. É isso que vemos em relação as adversidades – o poder de enfrentar as crises e suportar cada processo, ao ponto de ter como adorno principal, a beleza. Para nós seres humanos, as flores representam o aflorar da vida, o deslumbramento de tudo àquilo que inspira suavidade em relação a natureza, a consciência de expandir e revelar o que temos de bonito: a essência, o poder de assumir o controle da vida.
” Tenho o privilégio de não saber muita coisa. Mas o pouco que sei, é suficiente para conduzir a vida como um rio que cumpre silenciosamente, o seu destino sem fazer barulho entre os obstáculos. “
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