A palavra liberdade nos coloca diante de escolhas sábias. Você é livre quando por sã consciência, decide fazer algo que o resultado dessa escolha, refletida no seu bem-estar pessoal.
Não! Mulher nenhuma gosta de apanhar. Da mesma forma que, homem nenhum gosta de ser maltratado. Aliás, a frase é infeliz e procurar chamar atenção as relações humanas e suas hipocrisias. Moralmente, bem tratadas e da porta pra dentro ” violentadas” como se isso fosse um acontecimento normal. Essa é uma construção permeada, obviamente de um preconceito explícito na fala e no tratamento à mulher, como tantas frases que temos que provoca de modo geral na sociedade, a questão atrelada ao preconceito, o racismo, a misoginia, entre outros. Esta, por sinal ” instiga à violência contra a mulher “, dando a entender que a mulher assim merece ser tratada, porque procura apanhar. Isso faz parte de um passado de negação de direitos. Hoje, há uma lei que oferece proteção à mulher, que é a Lei Maria da Penha, como conhecemos. Portanto, se você mulher apanhar… denuncie o agressor!
A liberdade de sermos quem somos ( mulheres) é um direito que ainda, causa estranheza a sociedade. Assim como, um fator a mais, e que acaba contribuindo para que soframos violência de todas as espécies. Todavia, não paremos de galgar por aquilo que nos torna mais forte – a consciência de manifestar a nossa vontade diante do que tenta por meio de façanhas ignóbil, nos desvirtuar, parar…”apequenar” diante de uma sociedade que teima em não enxergar a mulher. Somos capazes, e não vítimas perdidas por conta da condição e é isso que merece reconhecimento ou invés de menosprezo
Não é a vida do outro que te causa espanto, É a sua que não aceita miséria tempestuosa. Você não fica saciada com pouca vida, Pouca alegria, Miséria, Nem gole d’água que não mata sede. Desde o seu nascimento, A conversa com consigo mesma é contínua Você quer o prestígio de amores sólidos, De caminhos verdadeiros; Caminhos, sabe? Onde possa sentir seus pés tocarem o chão – criara raízes com a terra. Do dia, você quer a nitidez das manhãs serenas revelando sua candura. Você diz que quer conversa, Mas no fundo, deseja paz. E impetuosa como é, A lucidez do raciocínio Elucida sobre a importância das coisas que Se movimentam muito rápido sobre o seu pensar. A violência sobre os pulsos, Tenta ser freada apenas na conjugação do verbo no tempo presente, relacionado àquilo que julga ser injusto na vida social. Você é uma mulher que aguenta os processos E afugenta toda miséria sentimental e moral Porque compreende que, A vida é uma eterna procura sobre o gostinho inegociável de gozá-la, refleti- lá, se aclarar, esvair-se dos murmúrios, É sobre a importância de aflorar, Se desvencilhando do sofrê- lá. O martírio, serve para dá- lá requinte, Abrir os olhos sobre o que nos intriga… Mas a delícia, vai muito além das metáforas Que trazem luz sobre as nossas imagináveis certezas.
A beleza e o equilíbrio só podem ser alcançados quando se rompe a derme e se apazigua o que está em guerra na alma. Toda conquista vai além da palavra, do silêncio absoluto e das pausa que mostra o pudico. Essa regra é universal. Ninguém encontra a saída, senão reconstruindo o caminho e mostrando a beleza do que aprendeu. A beleza é o reflexo das nossas próprias ações e de um profundo conhecimento a respeito de nós e do mundo.
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