” Infidelidade é como apanhar o seu sócio roubando dinheiro do caixa.
Fernando Sabino
Marii Freire
https://Pensamentos.me/ VEM comigo!
Imagem: pinterest/ Old, but gold
Santarém, Pá 12 de janeiro de 2024

” Infidelidade é como apanhar o seu sócio roubando dinheiro do caixa.
Fernando Sabino
Marii Freire
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Santarém, Pá 12 de janeiro de 2024

A violência doméstica é algo que não deve ser ignorado. Embora, saibamos que a estatística em relação ao problema, ultrapasse os números reais dos quais tem-se informação, até porque essa questão oscila bastante, uma vez que em determinado período do ano, a mulher denuncia mais; enquanto em outros, esses números despencam ( mas não significa dizer que a violência não esteja acontecendo), acontece. Todavia, essa é uma realidade que não se faz ser conhecida por inteira, – e por inúmeros motivos, seja: medo, ameaça e outros; o que torna a mulher refém do problema, sem que se possa alcançar e ao mesmo tempo, revelar essa questão ao maximo. Ou pelo menos, como se trabalha para isso, de modo a zelar pela vida dessas vítimas. A verdade é que, os números em relação a violência doméstica, são maiores do que aqueles que viram estatísticas anualmente.
Devido a falta de atenção e importância no momento certo, muitas mulheres acabam por subestimar a violência. Elas preferem ficar presas a uma relação abusiva por exemplo, do que por fim. E o que ela faz quanto a isso? Arruma desculpas, não reage a falta de respeito ou recebe tudo de ruim que o parceiro/ parceria faz sem a devida atenção, até que a violência ocorra. Há mulheres que deixam passar tudo só para manter o relacionamento. E por incrível que pareça, mesmo apanhando, tem mulher que prefere ficar.
Como resultado dessa situação, a mulher desenvolve a aceitação e extrema submissão à autoridade do homem, do parceiro abusador. Claro, como sabemos, nos relacionamentos abusivos, essa relação autoritária nasce muitas vezes por meio de uma construção subjetiva. Não é logo o grito e o soco que surge, e sim a manipulação, a chantagem, o comportamento agressivo e outros. Depois, só muito adiante, é que vem o soco. Então, forçada a própria obediência, essa mulher sofre algumas punições, rejeições até ampliar esse leque de crueldade “vou dizer assim” para não deixar o homem que ela elege como o seu amor, seu parceiro de vida.
Por uma questão cultural, onde o próprio machismo se apresenta muito forte, o homem se sente no direito de agir dessa maneira com a mulher. Ele procura mostrar uma autoridade superior e uma imposição dessa autoridade, e para isso usa meios que dificulta até esse processo de absorção da mulher capitar essa violência. Às vezes, a mulher confunde isso com amor. E o autor da ação, justifica inclusive: ” Ah, você provocou!”. Não, o nome disso é violência.
É importante ressaltar que a mulher não ” romantize a violência e nem a subestime.
Não espere pelo primeiro grito, soco ou ameaça de morte para reagir.
Qualquer motivo que exija a sua atenção, olhe para isso. É importante ter ciência de que – amor e dor não combinam. Surgiu aquele instinto de alertar, preste atenção no que ele quer dizer. E não esqueça: Não à violência.
Marii Freire. Violência Doméstica
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Santarém, Pá 12 de janeiro de 2024

Qualquer lugar que tenha livros, só por esse aspecto, ele já se torna mais agradável.
Excelente dia a todos os amantes de livros!❤️ 📚
Marii Freire
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Santarém, Pá 12 de janeiro de 2024
#mariifreireescritora
#livros
#bomdiamundo

Pausa – a vida é breve, e longos são os pensamentos diante do cardápio de nossas escolhas.
Marii Freire.
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Santarém, Pá 11 de janeiro de 2024

Violência Patrimonial
O último exemplo de violência patrimonial é pra você pensar. Ora, quantas mulheres não se veem diariamente presas a esse exemplo? A mulher se casa, passa uma vida inteira cuidando da casa, do marido, dos filhos. Em muitas realidades, ela é a governanta, – não a esposa, porque cuida de tudo e todos, e não recebe remuneração por isso. ” Ah, Marii…mas você fala do trabalho doméstico “, não tem relação com violência patrimonial”. Eu te pergunto, será que não? Avalia o trabalho de uma dona de casa, quanto tempo é de dedicação? Ela entrega naquilo que faz certinho? Não tem autonomia nenhuma, essa é que é a verdade. Se essa mulher precisar de dinheiro, vai pedir ao marido, na maioria das vezes, ele vem com ignorância perguntando: ” Pra que você quer?” Ora, quem precisa de dinheiro precisa suprir alguma necessidade, não é isso? Comida, roupa lavada, carinho, proteção…tudo posto à mesa. Claro, só não entra aí, o valor a ser pago pelo trabalho prestado. Afinal, o resultado de todo esse esforço é para o bem-estar de todos. Agora, a grande pergunta: ” Por que a mulher ao pedir um determinado valor ao marido, tem que ouvir que gasta muito, tem que facilitar a vida do marido ou passar por vários tipos de humilhações?” Compreende a questão? Esses valores divergem entre si, se é que me entendem. Quando se fala que a mulher tem que trabalhar, significa dizer que ela merece ter a sua autonomia financeira, ter a possibilidade de comprar o melhor pra ela sem ter que se humilhar para ” pagar um batom!”. Quando a mulher não faz isso, ela sempre irá se submeter às condições do outro! E o que é pior, vai ficar feliz como aparece no exemplo, porque “achou algum valor… no bolso da causa do marido”, que pode ter sido troco de uma cerveja, do motel, etc. O valor encontrado, não é para você comemorar, é para pensar…aonde se deixa ser lesada.
Marii Freire. Violência Patrimonial
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Santarém, Pá 11 de janeiro de 2024
#mariifreireescritora
#violenciapatrimonial
Quanto o seu comportamento alinhar-se com aquilo que diz, as tuas ações, certifica quem você é em qualquer lugar ou diante de qualquer situação. Nós nos tornamos não por aquilo que dizemos, mas pelo que fazemos.
Marii Freire.
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Imagem: Marii Freire
Santarém, Pá 11 de janeiro de 2024

Violência Patrimonial
A violência Patrimonial é mais comum do que se imaginar, e acontece como todas as outras formas de violencia. De acordo com o artigo 7, inc IV da Lei n⁰ 11.340/06 ( Maria da Penha), ela se caracteriza como o ato de subtrair ou destruir bens, instrumentos de trabalho, documentos e recursos econômicos dessa vítima. Muitas mulheres por não estarem atentas a essa questão, só se dão conta no momento do divórcio; momento em que de fato, descobrem que foram lesadas em seus direitos.
Marii Freire. Violência Patrimonial
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Imagem: Autoral
Fonte:
Santarém, Pá 10 de janeiro de 2024
” De todas as particularidades da natureza, esta é a mais intrigante. Ninguém herda nenhum tipo de privilégio. Com conhecimento e bom senso, o homem cuida. Mas não se torna possuidor da coisa; pelo contrário, é possuído por ela. O por do sol, leva em extinção até as concepções freudianas…”
Marii Freire. Por do sol
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Santarém, Pá 10 de janeiro de 2024

Fazer e refazer- se
A nossa vida afetiva é composta por muitas situações que acabam definindo aquilo que em parte somos, por meio de nossas emoções, sentimentos, afetos como amor e ódio que, ganham dimensões conforme o que vivemos e pensamos.
Considerando esse aspecto deixo uma reflexão sobre o tema de hoje ( relacionamento abusivo) para que olhemos a importância da nossa vida afetiva, tendo a plena consciência de nossa realidade, levando em conta a razão, mais do que a emoção.
Marii Freire. Fazer e refazer-se
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Santarém, Pá 9 de janeiro de 2024
#mariifreireescritora
#reflexão
#relacionamentoabusivo
” Quem comedo fruto do conhecimento, é expulso de algum paraíso.
Melaine Klein
Marii Freire
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Santarém, Pá 9 de janeiro de 2024

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