Em pleno século XXI, e as pessoas andando na contramão do conhecimento. Evidente que, se você fizer uma análise da atualidade, vai compreender que nem todos os pensamentos podem ser conduzidos por uma única vertente. Todavia, temos não só a capacidade como também “elementos” que nos distacia do que os muitos filósofos traduziam em sua época como “analfabetos ” do século. Ora, ciência da informação há, e com uma proporcionalidade gigantesca. O problema é como se trabalha uma perspectiva positiva do próprio ser humano, se o olhar para o passado permanece. Creio que a grande questão não é: aprender e desaprender e reaprender, como diz o escritor americano Alvin Toffler, mas é construir “algo novo” a partir do que foi absorvido, isso vale para vários aspectos da vida em sociedade. Quando as pessoas usam o conhecimento por exemplo, para promover melhores oportunidades, dialogar com outras, recria caminhos que fortalece relações fraternas, ao invés de dominar, interiorizar aqueles indivíduos que em parte são ” alienados” a ignorância, isso torna o saber que promove “o conhecimento em algo precioso”, porque você não deteriora, parte da história. Mas cria condições a essas pessoas a viver melhor, dentre outras coisas, trabalhar a sua fé, confiança, vida em comunidade; a ter intenções sadias, ao invés de achar que qualquer forma de erro ” compensa”. Negar isso ao ser humano é ajudá- lo a viver na escuridão total ou seja, a mentira ( farsa). Eis, que vos falo do grande marketing do século: O conhecimento, – que promove o melhoramento do próprio homem (como indivíduo) e vive sempre em processo de evolução. Veja, evolução não para aprimorar a si e aos seus somente, mas contribuir com a superação dos que ainda são ignorantes e por vezes, se dizem sábios e realizam coisas monstruosas. Não basta falar ( ter conhecimento) e negar o direito das pessoas em determinadas situações, porque isso é usar da palavra e confiança para promoção pessoal, sujeitar o outro a falsa humildade, saber e conhecimento. Se assim, a carruagem segue, tudo permanece igual, porque ” quem é convencido de algo/alguma coisa, acredita que tudo é verdade, que aquilo é concreto. Agora, se o indivíduo é capaz de “renascer” ou reinventar- se e questionar ( para isso, é necessário ter ajuda de quem o ensine a pensar por si próprio), não se conformando com as coisas que lhes são postas de qualquer maneira, neste caso, sim ” constitui- se um novo homem ” ou seja, aquele que luta pela própria Libertação.
Marii Freire. Via Facebook
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Santarém, Pá 4 de abril de 2024
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