De almas sinceras a união sincera Nada há que impeça: amor não é amor Se quando encontra obstáculos se altera, Ou se vacila ao mínimo temor Amor é um marco eterno, dominante Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante, Cujo valor se ignora, lá na altura. Amor não temeContinuar lendo “Shakespeare”
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Nesta Páscoa, reflita sobre a vida. Em especial, a sua.
A palavra Páscoa, deriva do hebraico, e significa ‘ passagem ‘. E passagem como o próprio nome sugere, significa tudo aquilo que envolve o contexto da vida, o que vai desce, o nascimento a morte. A reflexão a respeito do dia de hoje, é para lembrarmos simbolicamente da história de Jesus. Veja que a ‘Continuar lendo “Nesta Páscoa, reflita sobre a vida. Em especial, a sua.”
João e Maria
” ..E pela minha lei, a gente era obrigada a ser feliz…”. Chico Buarque e Sivuca Fonte: LyricFind Imagem: via Facebook VEM comigo! Marii Freire Pereira Santarém, Pá 11 de abril de 2020
Castro Alves
Passa, ó vento das campinas, Leva a canção do tropeiro. Meu coração ‘ stá deserto, Stá deserto o mundo inteiro. Quem viu a minha senhora Dona do meu coração? Chora, chora na viola, Violeiro do sertão. […] Não quero mais está vida, Não quero mais esta terra. Vou procurá-la bem longe, Lá para as bandasContinuar lendo “Castro Alves”
Sentimento do Mundo
Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo, mas estou cheio de escravos, minhas lembranças escorrem e o corpo transige na confluência do amor. Quando me levantar, o céu estará morto e saqueado, eu mesmo estarei morto, morto meu beijo, morto o pântano sem acordes. Os camaradas não disseram Que havia uma guerra eContinuar lendo “Sentimento do Mundo”
Paixão de Cristo
A consciência, os gestos, as reações a respeito da data de hoje, reafirma a importância do amor. O Amor de um homem pela humanidade. De comportamento simplório, Cristo conseguiu fazer penetrar no coração humano a certeza de que, todo aquele que crer em seu nome consegue vencer as aflições, as injustiças, a dores, e todasContinuar lendo “Paixão de Cristo”
Seus olhos
Seus olhos _que eu sei pintar O que os meus cegou _ Não tinham luz de brilhar, Era chama de queimar; E o fogo que a ateou Vivaz, eterno, divino, Como facho do Destino. Divino, eterno _ e suave Ao mesmo tempo: mas grave E de tão fatal poder, Que, um só momento que aContinuar lendo “Seus olhos”
Álvares de Azevedo
Já da morte o palor me cobre o rosto, Nos lábios meus o alento desfalece, Surda agonia o coração fenece, E devora meu ser mortal desgosto! Do leito embalde no macio encosto Tem o sono reter!…já esmorece O corpo exausto que o repouso esquece… Eis o estado em que a mágoa me tem posto! OContinuar lendo “Álvares de Azevedo”
Olavo Bilac
” Morrerei de aflição e de saudade… Espera! até que o dia resplandeça, Aquece- me com a tua mocidade! Sobre o teu colo deixa-me a cabeça Repousar, como há pouco repousava… Espera um pouco! deixa que amanheça!” Olavo Bilac, tercetos. Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar, 2013 VEM comigo! Marii Freire Pereira Imagem: BeijoContinuar lendo “Olavo Bilac”
Os deslimites da palavra
Ando muito completo de vazios. Meu órgão de morrer me predomina. Estou sem eternidades. Não posso mais saber quando amanheço ontem. Está rengo de mim o amanhecer. Ouço o tamanho oblíquo de uma folha. Atrás do acaso servem insetos. Enfiei o que pude dentro de um grilo o meu destino. Essas coisas me mudaram paraContinuar lendo “Os deslimites da palavra”