Olavo Bilac

” Vendo- me exausto, pálido, cansado, E todo pelo aroma de teu beijo Escandalosamente perfumado. O amor, querida, não exclui o pejo. Espera! até que o sol desapareça, Beija-me a boca! mata-me o desejo..” Castro Alves,Tercetos II. Melhores poemas de Olavo Bilac. São Paulo, Globo, 2003 Marii Freire Pereira VEM comigo! Santarém, Pá 8 deContinuar lendo “Olavo Bilac”

Carlos Drummond de Andrade

As plantas sofrem como nós sofremos. Por que não sofreriam Se esta é a chave da unidade do mundo? A flor sofre, tocada Por mão inconsciente. Há uma queixa abafada em sua docilidade. A pedra é o sofrimento paralítico, eterno. Não temos nós, animais, Sequer o privilégio de sofrer. Carlos Drummond de Andrade. Unidade. Farewell.Continuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”