” Arrependido estou de coração, Decoração vos busco, dai- me abraços, Abraços, que me rendem a vossa luz…”. Gregório de Matos ( In:Antologia da poesia barroca brasileira, p.45) Imagem: Fabio Colombini ( Escultura de Alejadinho). Imagem capturada do Livro: Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. São Paulo, 2013 VEM comigo! Marii Freire Pereira Santarém,Continuar lendo “Gregório de Matos”
Arquivos do autor:VEM comigo!
Fernando Pessoa
” Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristece _ Brilho sem luz e sem arder. Como o que o fogo- fátuo encerra…” Fernando Pessoa. Nevoeiro. Obra poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1965. p.89 Literatura brasileira: William Cereja e TherezaContinuar lendo “Fernando Pessoa”
Acreditar em você mesmo
” Acreditar em você mesmo é, produzir sentimentos vitais, é saber que apesar de todas as preocupações, existe algo que comove, que chama, exige e nos impulsiona a fazer diferente”. Marii Freire Pereira. Acredite em você, acredite na sua capacidade. Toda pessoa sábia, ela compreende que, aquilo que perturba, na verdade, funciona como mola propulsoraContinuar lendo “Acreditar em você mesmo”
Mário de Andrade
” Parece que sou todo instinto…Não é verdade. Há no meu livro, e não me desagrada, tendência proporcionalmente intelectualista. Que quer você? Consigo passar minhas sedas sem pagar direitos. Mas é psicologicamente impossível livrar- me das injeções e dos tônicos…” Mário de Andrade. ( Textos Selecionados). Editora Nova Cultural. São Paulo. 1990 VEM comigo! MariiContinuar lendo “Mário de Andrade”
Carlos Drummond de Andrade
” Não rimarei a palavra sono Com a incorrespondente palavra outono. Rimarei com palavra carne ou qualquer outra, que todas me convêm. As palavras não nascem amarradas, Elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis. Um pedra no meio do caminho ou apenas um rastro,Continuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”
Cláudio Manuel da Costa
Já me enfado de ouvir veste alarido, Com que se engana o mundo em seu cuidado; Quero ver entre as peles, e o cajado, Se melhora a fortuna de partido. […] Aquele adore as roupas de alto preço, Um siga a ostentação, outro a vaidade; Todos se enganam com igual excesso. Eu não chamo aContinuar lendo “Cláudio Manuel da Costa”
Gregório de Matos
” Sentimo-nos confusos, e teimosos, Pois não damos remédios às já passadas, Nem prevemos tampouco as esperadas. Como que estamos delas desejosos “. Gregório de Matos. ( Poemas escolhidos. Organização de José Miguel Wisnik. São Paulo: Cultrix, p 44) Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. São Paulo, 2013 Marii Freire Pereira VEM comigo! Santarém,Continuar lendo “Gregório de Matos”
Vinicius de Moraes
” Se você está pensando Que eu estou me importando Claro que estou eu estou Eu não sou feito essa gente Que ama e de repente Tchau, e se cuida Não, eu sofri muito, demais Porque a minha grande paz Vinha toda de você É, pus você alto demais Com cuidados tão legais Que nemContinuar lendo “Vinicius de Moraes”