[…] O Romantismo era a apoteose do sentimento; o realismo é a autonomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos – para nos conhecemos, para que saibamos se somos verdadeiros ou falsos, para condenarmos o que houve de mau na sociedade. “ Eça de Queiroz.Continuar lendo “Eça de Queiroz”
Arquivos do autor:VEM comigo!
Almeida Garret
” Divino, eterno! – e suave Ao mesmo tempo: mas grave E de tão fatal poder, Que, um só momento que a vi, Queimar toda a alma senti… Nem ficou mais meu ser, Senão a cinza em que ardi. … Por ínvios caminhos Cobertos de espinhos Chegamos até aqui! […] Almeida Garret. Seus olhos LiteraturaContinuar lendo “Almeida Garret”
Mario Quintana
Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1 grau; e ainda por cima prematuramente, o que Me deixa meio complexo, pois achava que não estava pronto. Mario Quintana https://www.revistabula.com Marii Freire Pereira https://pensamentos.me/ VEM comigo! Imagem:Continuar lendo “Mario Quintana”
Manoel de Barros
” Fui criado no mato e aprendi a gostar das coisinhas do chão, antes que das coisas celestiais.” Manoel de Barros. Pensador.com/ autor Marii Freire Pereira https://pensamentos.me/ VEM comigo! Imagem: Via Facebook Santarém, Pá 1 de setembro de 2020
Flávio Venturini
” porque se chamava moço Também se chamava estrada Viagem de ventania Nem lembra se olhou pra trás Ao primeiro passo, aço, aço… Porque se chamava homem Também se chamavam sonhos E sonhos não envelhecem Em meio a tantos gazes lacrimogenios Ficam calmos, calmos, calmos E lá se vai mais um dia E basta contarContinuar lendo “Flávio Venturini”
Central do Brasil
Central do Brasil é um filme ” domesticado”. Eu poderia qualificar como excelente, o que não deixa de ser, porém, a palavra ” domesticado”, o define melhor. Na verdade, essa história relata a continuidade de muitas outras que consagraram o comportamento do brasileiro. Fernanda Montenegro como sempre interpretou divinamente o papel de uma professora “frustradaContinuar lendo “Central do Brasil”
João Cabral de Melo Neto
Como aceitar ir No meu destino de mar, Preferi essa estrada, Para lá chegar que dizem da ribeira e a costa vai dar, que deste mar cinza, vai aumentar mar de mar Preferi essa estrada de muito dobrar, Estrada segura que não tem de errar Pois é a que toda a gente costuma tomar (Continuar lendo “João Cabral de Melo Neto”
Gonzaguinha
Eu apenas queria que você soubesse Que aquela alegria ainda está comigo E que a minha ternura não ficou na estrada Não ficou no tempo, presa na poeira Eu apenas queria que você soubesse Que está menina hoje é uma mulher E que esta mulher é uma menina Que colheu seu fruto, flor do seuContinuar lendo “Gonzaguinha”
Não jogue idéias ácidas em cima da minha felicidade
“Há quem diga que a única coisa que causa realmente inveja numa pessoa é a felicidade. Ninguém suporta felicidade em excesso. Riso em excesso, fechar de olhos em excesso…” Bem, de minha parte, procure não sentir inveja. Há sempre uma razão por trás do meu sorriso. Eu não aprendi a sorrir com tanta facilidade. TodasContinuar lendo “Não jogue idéias ácidas em cima da minha felicidade”
Paulinho da Viola
” Desilusão, desilusão Danço eu, dança você Na dança da solidão…” Paulinha da viola. Dança da Solidão Fonte: Musixmatch Marii Freire Pereira Imagem: Pinterest. O POVO Online Santarém, Pá 31 de agosto de 2020