Marii Freire

A mulher não se sente segura de nenhuma forma. O perigo existe seja no lar ou fora dele. Ora, [ se manifestar durante estarmos em casa, somos conduzidas por sentença o dever da obrigação], se fora dele, somos vistas como se fossemos delinquentes comuns que ” procura na rua” e encontra a sua disposição. Somos condenadas pelo comportamento. Mas o vício que nos leva a qualquer confinamento solitário, vem sempre dos hábitos cotidianos de outrora: castigo e correção devem ser vistos como o caminho da transformação do indivíduo. Isto cabe a nós mulheres, perante alguma prática de desobediência.

Marii Freire. Via Facebook

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Santarém, Pá 23 de março de 2023

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós- graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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