Um ciclo se encerra, e com ele, mais do que preocupações, surge a esperança de novas realizações

Final de ano, mais um ciclo se encerra – o ego investe pesado nos sentimentos que precisam melhorar. Melhorar não com teses pautadas no egoísmo, mas de um jeito leve, maduro e sereno; onde cada pessoa é capaz de avaliar os medos, a angústia, as suas decisões com cautela e [re]ressignificar o que se torna valoroso diante da vida.

Como de costume, em cada final de ano, se concentra a atenção nos problemas, nos julgamentos, na correção dos erros de outrora. Nas falhas que todos nós como seres humanos, temos. Parar, respirar, controlar as emoções é um momento macro entre você e a sua consciência. Situação onde se deixa cair as “escamas dos olhos”. É um momento que também se procura deixar as lamentações, e procurar investir em sentimentos bons. Vejamos alguns:

. Amor próprio – que nos olhemos mais com o cuidado e o carinho que se precisa ter com a forma de como nos vemos. Além disso, que busquemos compreender as nossas necessidades íntimas de um jeito leve, cheio de coragem. E que também, possamos ser verdadeiramente extraordinários diante do que se aprende.

Qualquer pessoa sabe que a vida é assim. Ora, o ser humano fica aborrecido. Ora, reservado. Mas, ela gosta mesmo, é da nossa bravura. Veja, bravura não no sentido de gritar, esbravejar aquela dor no coccix que se sente vez ou outra.

Cada final de ano, fica uma lição, uma censura, um jeito de corrigir a si mesmo. Escutar a própria opinião da consciência. Fazer acordos com as distrações…” respirar funfo”. É bom nos vermos como somos, como sorrimos, choramos, ou nos sentimos felizes.

. Humildade – que nos permite manter os pés no chão, mesmo diante dos duros golpes da vida.

Sabedoria – para agir diante de situações que mais do que nunca, pedem o conhecimento necessário para que se possa agir com calma diante de um determinado aspecto que não foi ” polido” na vida.

. Silêncio – para não nos perdermos do ser humano que somos, e conseguir olhar cheios de orgulhos para isso. Primeiro, se mira para essa janela que representa o despertar.

” Uma vez, diante de nossa própria consciência, somos excelência de nossas conquistas” .

Conquistas essas que nunca poderão ser comemoradas por conta de meios obscuros. É preciso ser honesto consigo. Do contrário, você é tão miserável, quanto os seus feitos. E consciência limpa, por ser uma pessoa “boa, não besta”

‘Olhos cumpridos’ para não se afogar no sofrimento – que é desperdício diante do que nos escapa por aberturas que damos aos nossos fantasmas. E finalmente, ela:

. Esperança- para nos aproximar do que mora no fundo nosso coração.

Marii Freire Pereira.

https: Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: pinterest/ Mira M

Santarém, Pa 24 de dezembro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós- graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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