Manoel de Barros

” Eu sempre quis o criançamento da palavra. Eu sempre desejei o despropósito das palavras. A palavra que produzisse a melodia letal. Que sempre me parecesse a essência poética do absurdo. “

Manoel de Barros, em entrevista concedida à Wilker Sousa. Voar fora da asa”. CULT – Revista Brasileira de Cultura, n. 146, p.22-24, mais. 2010

Marii Freire Pereira

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Manoel de Barros- poeta das miudezas

Santarém, Pá 27 de agosto de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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