Carlos Drummond de Andrade

” E cada instante é diferente, e cada homem é diferente, e somos todos iguais. No mesmo ventre o escuro inicial, na mesma terra o silêncio global, mas não seja logo

Antes dele outros silêncios penetrem, outras solidões derrubem ou acalentem meu peito; ficar parado em frente desta estátua: é um torso de mil anos, recebe minha visita, prolonga para trás meu sopro, igual a mim na calma, não importa o mármore, completa-me.”

Carlos Drummond de Andrade. Os últimos dias. A Rosa do Povo. Editora: Circulo do livro. São Paulo, 1945

Marii Freire Pereira

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: pinterest. Autora Priscila Gonçalves/ Minas Gerais.

Santarém, Pá 20 de Agosto de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

Um comentário em “Carlos Drummond de Andrade

Comentários encerrados.

%d blogueiros gostam disto: