Que essa não seja a sua última opção

Estou perplexa diante de uma situação ” comprometedora”- que é a violência contra a mulher. A violência doméstica ( violência intramuros), o que no meu entender, é uma brutalidade, cujas as consequências é algo que destrói o psicológico da vítima, e não falo das sequelas físicas, mas às vezes aquilo que nem família, o melhor psicólogo, psicanalista, remédio. Em suma, tudo o que essa mulher possa procurar para tentar diluir as consequências dessa violência na sua vida, ou seja, para tentar conseguir reverter ” parte” do que sentiu e sente diante do horror que viveu […] . Antes de ter coragem para se expor Você, analisa comigo! Você entende o que estou dizendo? E tem mulher dizendo para aquelas que apanham ” ficarem caladas”. Perguntou eu: como??? Em que século você vive? Mulher não tem que ficar calada, não.
Mulher tem que falar!..
Por séculos, o silêncio foi precioso aos homens. Hoje, não mais. Procure analisar as estatísticas, veja o número de mortes de mulheres que acontece por ano. O feminicídio é o resultado do que muitas calaram, outras que saíram de relacionamentos violentos, morreram, é verdade. Mas, denunciaram os seus agressores.
Sofreu violência? Fale.

Marii Freire Pereira.

https://Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem ( autoral)

Santarém, Pá 17 de Agosto de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

4 comentários em “Que essa não seja a sua última opção

  1. Republicou isso em Ned Hamson's Second Line View of the Newse comentado:
    Vivaldi translation:
    May this not be your last option
    I am perplexed by a “compromising” situation – which is violence against women. Domestic violence (intra-wall violence), which in my opinion, is brutality, the consequences of which are something that destroys the victim’s psychological, and I do not speak of physical sequelae, but sometimes that which is not even family, the best psychologist, psychoanalyst, medicine. In short, everything that this woman can look for to try to dilute the consequences of this violence in her life, that is, to try to revert “part” of what she felt and feels in the face of the horror she lived […] . Before you have the courage to expose yourself You, analyze with me! You understand what I’m saying? And there are women telling those who get beaten up “to keep quiet”. I asked: how??? What century do you live in? Women don’t have to keep quiet, no.
    Woman has to talk!..
    For centuries, silence has been precious to men. Today, no more. Try to analyze the statistics, see the number of women’s deaths that happen each year. Feminicide is the result of what many have been silent, others who have emerged from violent relationships, have died, it is true. But, they denounced their aggressors.
    He suffered violence? Speak.

    Marii Freire Pereira.

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