Não obedeço
Não devo obedecer
Os desejos de uma alma insana.
Mas como me corrói a fluidez de certos adjetivos
Medito sobre a minha construção ” decadente “
Sou co-autora de meus versos.
Neles a delicadeza se mostra
Pelo avesso .
Sutis soluços
Se juntam as notas vivas
De minha desesperança.
Esperanças tardias
Não alcança o agito fatigado de meus devaneios
Há uma convulsão tristonha aqui dentro do peito
Uma crítica
Uma fala não dita
Uma voz não sussurrada.
Entre sons
Musicais
entre cordas que gemem
Carrego em silêncio um segredo,
Um sopro remoto
do que ainda sou eu,
Uma canção inacabada.
As cordas dos violões choram
A tensão íntima e interior do ” eu”
soluça sem pudor…
Vaga e triste é a beleza da poesia
Que nutri uma constelação de fantasias
E nos deixa horas inertes
Na dissecacão da alma.
Respiro fundo…
Faço pausa na natureza dos meus estragos
Percorro os meus escombros
Fatigada da beleza que encontro
Na no véu da solidão.
Marii Freire Pereira
https://Pensamentos.me/ VEM comigo!
Imagem: Famiglia Mancini/ Facebook
Santarém, Pá 17 de Julho de 2021

Lindo, querida 🌻💕 Gratidão ❤️
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Obrigada!🙏🙏🙏👏🏻👏🏻👏🏻
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Merecido✨💐
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Obrigada novamente!
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🧚♂️✨
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Belo e profundo.
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Eu vistei uma página de um restaurante que fui em São Paulo em 2018 vi essa imagem, pensei…” vou criar algo de bom aí!”. ..rsrs
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Boa Marii!!!!
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