Graciliano Ramos

” Fiz o livrinho, sem paisagens, sem diálogo. E sem amor. Nisso, pelo menos, ele deve ter alguma originalidade. Ausência de tabaréus bem-falantes, queimadas, cheias, poentes vermelhos, namoro de caboclos. A minha gente, quase muda, vive numa casa velha de fazenda; as pessoas adultas, preocupadas com o estômago, não têm tempo de abraçar -se. Até a cachorra é uma criatura decente, porque na vizinhança não existem galãs caninos. “

Para amar Graciliano: como descobrir e apreciar os aspectos mais inovadores de sua obra. Ivan Marques. 1ed. Barueri, São Paulo. Faro editorial , 2017

Marii Freire Pereira

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Imagem: pinterest. Catraca livre

Santarém, Pá 12 de Maio de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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