Castro Alves

[…]

E ri-se a orquestra irônica, estridente…

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais…

Qual num sonho dantesco as sombras voam!…

Gritos, ais, maldições, preces ressoam!

E ri-se Satanás!…

Castro Alves. Navio Negreiro parte IV. ( Espumas flutuantes. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d p.184-4). Literatura brasileira. em diálogo com outra literaturas e outras linguagens. William Cereja e Thereza Cochar. Atual. 2013

Marii Freire Pereira

https:// pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: Negra da Bahia ( 1885), por Marc Ferrez. ( Arquivo pessoal)

Santarém, Pá 6 Maio de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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