Religião

O homem, muitas vezes por viver um certo período de instabilidade, e por se sentir frágil, não têm discernimento que toda aquela situação em algum momento vá mudar. Deixa dizer uma coisa pra você: ‘nada nada vida é pra sempre, nem mesmo ela ( VIDA). Portanto, se deixa seduzir por pelos de gente inescrupulosas, e que muitas vezes, usam as instituições religiosas para atingir os seus objetivos, pode ser um problema maior do que aquele que você já vive. Não digo que de fato, não tenha pessoas sérias trabalhando em prol de quem precisa. Falo de quem se volta para a sociedade, não para Deus.

Eu confesso que tenho um pouco da concepção do Gil Vicente em relação a religião. Se você for analisar as preocupações do que era a religião na sua totalidade, o poder da igreja tinha na Idade média por exemplo, entenderá o significado da palavra atrocidade. As atitudes ” generosas” dentro de um discurso religioso, nem sempre são honestas. Isso serve para a atualidade também. Ora, imagine, o vemos de lideranças religiosas auxiliando pessoas, a palavra é ‘ capacitando’ homens e mulheres para trazer o maior número de gente para dentro de uma igreja, é espantoso. E assusta porque essa gente não tem preocupação em trazer essas pessoas para sua religião para para agir como explícita a palavra de Deus. Dentro de uma igreja, usa-se todas as fraquezas humana para tornar essas pessoas cada vez mais cativas – de um discurso religioso.

Os acontecimentos, as passagens bíblicas usadas em datas religiosas por exemplo, fazem com que muitos se voltem não para Deus, mais para o próprio homem, para a própria criar de suas convicções. Às vezes o juiz da voz de quem conduz um discurso religioso, enterrar muito mais a vida dessas pessoas do que a real idéia que se tem a respeito de Cristo Jesus que é tirar o fardo que elas carregam. Às pessoas chegam dentro dessas instituições religiosas ‘leigas’ e passam a ser atendidas como se fossem por departamentos […] dependendo da atrocidade de seus excessos, pode ir direto para o céu ou serão conduzidas ao interno. O julgamento é humano. Isso só é possível nas lei dos homens.

As histórias, as crônicas que temos sobre as formas rígidas da religião em relação a vida do homem em sociedade causa estranheza entre o que seria a real proposta de Cristo e o discurso religioso. Este, muitas vezes revestido de santidade que vem acompanhado de uma interrogação: Isto é, de Deus ou tem resquício de homens nessa história?

A situação que deixo para analisar é a seguinte: se conforme propõe as sagradas escrituras, o julgamento final, só é possível após a morte, porque somos condenados em vida por uma visão moral e reformadora? Por que há tanto egoísmo, palavras falsas, acolhimento mentiroso, discriminação por raça, sexo, classe social? E finalmente, ele: Dinheiro. O ser humano é moeda de troca, desde a catequese dos Índios no século XVI observamos essa contradição. Porque o anjo é sempre aquele que discursa, não o miserável que desce ao inferno? A resposta parece óbvia demais. Mas deixo pra você pensar.

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem & criação: Marii Freire

Santarém, Pá 12 de fevereiro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

4 comentários em “Religião

    1. Muito bem, Miau!…
      Jesus não criou nenhuma religião, mas o homem esperto, tratou logo de querer trancá-lo na sua. Já reparou como tem pessoas que te convidam para fazer parte da religião delas? Um homem sem religião, pensa, vive melhor.

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