O amor precisa de reciprocidade

” Olho no olho” é essencial para que duas pessoas se sintam despidas de qualquer racionalidade que as façam perder tempo com coisas que pouco acrescenta na vida a dois, como ciúmes, por exemplo. Sabemos que tem casais que contam as suas histórias ou o que sobra delas com os olhos brilhando por conta de queixas, mágoas, discussões e principalmente, pela tentativa de sequestro do outro. A medida que isso acontece, não é bom porque esse relacionamento não prospera.

” O amor é a medida certa para todo relacionamento, porém, ele se alimenta muito mais de sentimentos do que convicções.”

Tratando do significado desse sentimento, alguém já parou para pensar que para existir amor é preciso se desarmar de fora pra dentro? Que esse sentimento precisa de reciprocidade? Pois do contrário, ele levanta voo? Sim, o amor precisa de garantias. Talvez, a maior delas, seja o respeito. Esse é baseado na régua da minha consciência. Se eu realmente amo uma pessoa, então naturalmente, serei alguém mais cuidadoso dentro daquela experiência que tenho com quem escolhi para estar comigo. Eu preciso fazer com que essa pessoa se sinta segura a meu lado. Claro, “quem ama não se põe na posição de perder o outro.” Perder, como perder? A pessoa que entra na nossa vida, nem sempre, ela se entrega por inteiro (a). Às vezes, o ” contatinho” demanda muito tempo na vida dela. Então, se esse alguém quer ficar de verdade com você, vai ter que ” abrir mão dos velhos hábitos” para não perder a direção do se desejar construir a dois. Havendo um posicionamento sério, a pessoa vai honrar o significado que você tem na vida dela. É com essa mudança de atitude que se transforma a relação. O amor precisa ser acolhido, dado e recebido medida que se entrega.

Se no desfecho de sua aventura amorosa não existir a emergência em falar, em corrigir o hábito das agressões, de buscar a felicidade genuína ao lado de quem se dedica verdadeiramente a você, então pode ser tudo, menos amor. Nenhum sentimento é tão exigente, em querer ser especial, verdadeiro, absoluto, no conforto de si, do que o amor.

Amar é querer estreitar um laço que quanto mais você aperta, a pessoa que estar a seu lado, se sente amada, não falo de sufoco, mas de entrega legítima . O amor é legítimo dentro de suas infinitas possibilidades, valores e sua generosidade.

Se costuma dizer que esse sentimento não se alinha a convenções quaisquer. Que numa relação, onde se abandona o ninho, a a entrega foi mínima por uma das partes. O amor não se contenta com vagas minúsculas. Embora não pareça, ele é espaço, gosta da sensação confortante de descobrir a certeza que tem alguém que verdadeiramente, se entrega, que deseja estar a seu lado.

Quando amamos e nos sentimos amados, o respeito em relação a outra pessoa nos faz tomar atitudes sensatas. Pode existir as fases ruins, e sinceramente, acredito que elas são até necessárias, para que o casal trabalhe a questão da responsabilidade afetiva. Quanto mais autêntico duas pessoas forem, mais têm a capacidade de “tomar decisões justas”, mesmo que estas, lhes dêem a pouca oportunidade de sobreviverem aos exageros. Os esforços no amor, são sempre compensadores, porque o resultado disso compreende sempre a lição que cada um tira para si da relação.

Duas pessoas que se amam, elas vão sempre usar do bom senso para viver de forma confortável dentro de uma relação. E com o tempo, elas aprenderão que o significado da palavra ‘tolerância’ funciona muito bem em certos momentos, e que o respeito, é depois do amor, o maior gesto de retidão que uma pessoa pode oferecer a outra. O Amor não é entusiasmo, não é isso que faz as pessoas crescerem como casal, pelo contrário, o amor é um sentimento que se confessa todos os dias ao outro, que cristaliza-se na forma de recepcionar as suas inteirices. O bonito consta, mas os belos gestos, agrega o seu verdadeiro significado.

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: Pinterest. Área Vip/ Klebber Toledo e Camila Queiroz

Santarém, Pá 3 de fevereiro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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