Carlos Drummond de Andrade

[…]

E sou meu próprio frio que me fecho

longe do amor desabitado e líquido,

amor em que me amaram, me feriram

sete vezes por dia, em sete dias

de sete vidas de outo,

amor, fonte de eterno frio,

amor, quem contraria?

E já não sei se é jogo, ou se poesia.

Carlos Drummond de Andrade. Elegia. Literatura Comentada. Nova Cultural. Textos publicados sob licença de Pedro Augusto Grãna Drummond. São Paulo, 1990

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: Ala’s Trips

Santarém, Pá 27 de janeiro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

2 comentários em “Carlos Drummond de Andrade

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