Eu, tu, ele, nós…

Eu, tu , ele, nós…” Ih, a família cresceu!”. Agora, o que fazer? Quem casa deseja constituir família, não? Sem dúvida. Mas, o conceito de família hoje é amplo, e pode ou não ser trabalhado no sendo de construir da forma tradicional. A verdade é que a família pode ser constituída somente por uma pessoa e os animais que ela tenha. Todavia, o que considero bastante interessante sobre esse tema é que necessariamente, não é preciso casar para constituir família. Antigamente, sim. Casou-se, a obrigação era a vida dos herdeiros.

Hoje, muitos filhos nascem a partir do encontro de um homem e uma mulher, que mantém relações sexuais por um determinado período, e acontece que desse ato, nasce uma criança. Há exemplos de casos, onde duas pessoas permanecem juntas por algumas horas, a menina ou a mulher, no caso, engravida do homem e o resultado disso, é nascimento de um bebê. Ou mesmo casais que têm uma relação fugaz e ocorre de surgir uma gravidez não planeja. Mas, necessariamente, não se precisa do casamento para certificar qualquer justificativa em relação a isso. Embora, ainda se opte por ele, a maioria das mulheres só desejam conhecer a maternidade depois de uma vida estabilizada, ou seja, realizada profissionalmente.

Quando há uma gravidez fora do planejado, digamos, quando o casal não se programou psicologicamente para a chegada do bebê, é bastante difícil. Nesse caso, a responsabilidade acaba recaindo sobre a mãe. Todavia, é bom que fique claro, que o pai também tem a mesma parcela de dever nessa gravidez.

Ainda que, ele tente se excluir da responsabilidade, é preciso compreender que existe uma criança chegando e que ela vai precisar de todos os cuidados necessários. Ele ou ela, independentemente do sexo do bebê, irá precisa de carinho, atenção, amor e da parte material. Essa criança precisa de fraldas, leite, roupas, médico e tudo o que for necessário para o seu bem-estar.

Quando se percebe que a mulher tem a ajuda do companheiro ou no caso, companheira, às considerações acerca dessa família é muito melhor, porque a gestação não será marcada por conflitos. Numa gestação, onde se percebe que a mulher tem a assistência da família ou do companheiro, ela se sente segura nesse processo da gestação. E você pode notar que a família tende a crescer. Que os filhos vindo dessa relação vão trazer a harmonia dentro do lar para que o casal se sinta confortável, mesmo com um número maior de filhos. Evidente que a família cresce, mas, cresce por consequência de uma escolha entre ambas as partes. Neste caso, não têm a reprovação social, como aquela mãe que decide assumir um filho sozinho. Digamos que os traumas decorrentes dessa situação, são diferentes de quem pode escolher ter um filho é teve apoio para isso.

Família grande, e a autoestima elevada. Bem, ao menos para o pai, porque a mulher tem mais preocupação com a estética. Apesar dos filhos ela, deseja se sentir bonita.

Isso não significa que esses precedentes de fato, interfiram no bom convívio do casal. Há exemplos, memoráveis, onde se nota uma família grande, e tanto essa mãe, quanto esse pai, são bem tratados. Assim como, no caso, uma família formada pela presença da mãe, do filho e da avó. Os três, conseguem viver uma relação de cuidado e harmonia.

No que se trata em relação a esse processo de formação de família, o que conta é o amor que une essas pessoas. A questão do respeito, o afeto que muito importante, assim como, troca de carinho entre essas pessoas. Não importa muito como essa família cresça, mas sim, a maneira de como se tratam. É a forma de como conversam e resolvem os seus problemas que assegura a harmonia entre seus membros.

Cada filho, representa um pouco do que carrega pai e mãe, na verdade, fala-se em pessoa. Estas, são dotadas de expectativas, sonhos e esperança. O que é bonito nisso tudo, é a riqueza que existe dentro das diferenças, e a maneira de como se tratam. É esse detalhe que as complementam.

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: Pinterest. Como fazer em Casa.

Santarém, Pá 30 de dezembro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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