Manuel Bandeira

Assim eu queria meu último poema.

Que fosse terno dizendo as

Coisas mais simples e menos intencionais

Que fosse ardente como um

soluço sem lágrimas.

Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume.

A pureza da chama em que se

consomem os diamantes mais limpidos

A paixão dos suicidas que se

Matam sem explicação.

Manuel Bandeira. O Último poema

Revistabula.com

Marii Freire Pereira

https:// pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: google.oatibaiense. com.br

Santarém, Pá 31 de outubro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

2 comentários em “Manuel Bandeira

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