O que me mata não é o cotidiano.
O que me mata é a pouca entrega de vida que há no cotidiano.
Eu não sobreviveria somente as exceções- os sopros de vida.
Eu preciso dos campos estéreis
Preciso investigar
Cavucar
Ser capaz de extrair aquilo que será o meu prêmio.
Preciso procurar a fundo
Me decifrar
O mérito? Só depois de aplaudir a minha própria coragem, ter aconsciência satisfeita.
Não sou ‘Clarice’
Sou Maria que anda comigo mesma.
Conheço o significado da palavra resiliência
Tenho paixão pela vida, e acho que ela é um prêmio. Por isso, antes do ” orvalho “, é necessário
Ter sabedoria para lidar com as injustiças, a falta de tolerância, falta de afetividade…
Quero sobreviver a todos os tempos imperfeitos, e no fim criticar o que deixei de fazer, os projetos, as paranóias, as flores com quem deixei de conversar…
O pódio é o lugar que todos desejam chegar.
Mas, culpa e raiva nos afastam dele. Portanto, só quem nos leva ao seu encontro são as nossas verdadeiras necessidades.
E isso, só uma pequeniníssima maioria consegue chegar até ele.
Por último, o sentimento que nos deixa atônitos, o amor. Só ele entende a nossa alma maltrapilha…
Vistes? A regra é exceção!
Não culpe a vida, nem mendigue o seu encanto, faça acontecer.
Marii Freire Pereira
Imagem: Pinterest. Se Heart lt
Santarém, Pá 28 de agosto 2020

Que lindo! 🌻
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Obrigada Nicole!…👏👏👏
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