” Sou o que não foi, o que vai ficando calado. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos, que no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água, que não para, de longas beiradas: e, eu, rio abaixo, rio afora, rio adentro – o rio”.
Guimarães Rosa. ” A terceira margem do rio), publicado em ” Primeiras estórias), 1962)
( JGR, A terceira margem do rio. Revistaprosaeversoearte.com)
Marii Freire Pereira
VEM comigo!
Imagem: Marii Freire. Alter do Chão. Pá.
Santarém, Pá 27 de junho de 2020

Caminhar e se colocar com as forças da Natureza..o melhor,a vida!
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Excelente!
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