Como é o amor de quem ao amor não se nega, de quem se dá e se entrega sabendo que nele esse destino propenso tanto para a dor? É inevitável: “tu e eu tínhamos que simplesmente amar-nos”.
(O Amor Segundo NERUDA. 2016, p. 10)
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Marii Freire Pereira
Imagem: Pinterest, IndizStyle
Santarém, Pá 6 de junho de 2020

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