” Vejo- te mais longe. Ficaste pequeno.
Impossível reconhecer teu rosto, mas sei que és tu.
Vem da névoa, das memórias, dos baús atulhados,
da monarquia, da escravidão, da tirania familiar.
És bem frágil e a escola te engole.
Faria de ti talvez um farmacêutico ranzinza, um doutor
[ confuso.”
Carlos Drummond de Andrade,Como um presente. A Rosa Do Povo. Círculo do Livro. São Paulo, 1945.
Marii Freire Pereira
VEM comigo!
Santarém, Pá 9 de maio de 2020