O silêncio nas entrelinhas

Ela era um paradoxo

Uma poesia rara,

Fina que nem porcelana.

Tinha uma alma imensa

Um sorriso com linguagens diversas,

Ela gostava de passar os dias contemplando o horizonte,

Tudo lhe parecia um mistério.

Desatenta aos avessos da vida, ela

Apreciava com generosidade

A poesia que era o pôr do sol .

Ninguém falava,

Mas, ali havia pássaros azuis!

Ou do jeito que sonhara.

O silêncio absoluto

Fazia-lhe cócegas na alma

Ela sabia contemplar a vida com ternura.

Renascia no mar

No vôo que ninguém a alcançava ...

Desnudava-se ao sol.

Marii Freire Pereira

Imagem: Google

Santarém, Pá 13 de abril de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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