Relacionamento Doentio

” Nas mãos de quem amo”.

Todos os relacionamentos amorosos são compostos por mistérios, por aquela coisa bonita e saudável que consegue atrair o olhar das pessoas de modo que, faz com que muitas gente queira decifrar o segredo, ou seja, o que faz com que um determinado casal consiga negociar de forma saudável todos os problemas , e assim, viver bem. Até aqui, parece fácil. E quando se observa por exemplo, uma dependência afetiva doentia? Quando esses casais brigam além da conta? O que acontece ? Conflitos, não é? Sim, são atitudes não programadas mas, que mostram o oposto daquilo que era para ser visto como bom, espontâneo, ou seja, saudável. Assim deveriam ser as relações com a entrega e a delicadeza que essas ocasiões pedem, sem a necessidade de neurose e confrontos no caso, embate. Porém, o que se nota, é que ao invés de namorar, algumas vezes, os casais colocam as brigas em dia.

Eternos aprendizes

Dentro de relacionamento assim, é comum se observar o agreste, ou seja, o lado selvagem, as inquietudes, a rebeldia, o confronto porque no fundo, um dos lados não quer perder.

Então, mediante tal dependência se nota.

Ciúme doentio

Vamos combinar uma coisa: amor sem reciprocidade ninguém tolera. Mas, aqui entra o acúmulo de muitos questionamentos inadequados como a questão da insegurança, a possessividade, dentre outros.

Traição

As traições são comuns. As atitudes que antes eram naturais, de repente, passa a ser algo forçado. A personalidade sofre uma espécie de envergadura, ou seja, vai!…Mas, em direção contrária.

. A relação fica vazia e não existe dentro dessas histórias, a questão da espontaneidade

[…]

Nada é capaz de seduzir como antes, ou seja, não há entrega. Há sim, uma quebra de vínculo, uma cobrança diária por conta das negligencias.

Menosprezo

Você que era ” a menina dia olhos”, o motivo maior da atenção e prioridade dele, passa a ser um segundo, terceiro, quarto, último plano da vida dele. “Fica de lado”. Quando quer [procurar, e nao havendo necessidade, não lembra].

Quer dizer, você não é mais porto seguro nem dele (a) nem de você próprio (a).

É o momento de admitir os erros.

Imagine, se por um lado a relação não vai bem, você menos ainda. O amor próprio, a autoestima não parecem não fazer nenhum sentido, pelo contrário, te lançam ao chão.

Guerra entre os casais

A questão do sofrimento é muito forte, e com isso, surge as cobranças, agressões verbais, às vezes, até física. O que destrói mesmo os casais são os confrontos. Em momentos assim, ninguém é bom negociador. A briga é de ambas as partes, ou na maioria das vezes, de um …

O que antes tinha encanto, definitivamente…perde a doçura.

Relacionamentos tipificados, ou seja, ‘ malformado’ dentro desse contexto de destruição, onde se tem condutas extremamente agressivas, ou seja, vivem em pé de guerra, não prosperam. E sabe qual é que é primeiro fator a conta nessas situações? O emocional. Não se suporta, ninguém consegue ter controle sobre aquilo que diz e machuca o outro. A confiança definitivamente não existe. Tudo fica ali meio que ‘ flutuando ‘em cima das incertezas. Agora, tem gente que gosta de um bom embate, brigam a vida toda.

Sofrimento é um caminho a ser percorrido até chegar ao término da relação.

É muito comum notar casais que ficam patinando numa relação a vida toda, tenta consertar sempre que podem. Mas, não progridem, não exercem um poder de superação. Claro, devo considerar que não é fácil você construir ao longo de uma relação sonhos e projetos com a outra pessoa, e saber que é só uma questão de tempo, e logo vida será programada para que você viva outras escolhas, claro – diferente do que foi planejado com que você amava.

Mediante essa situação em que o casal não tem mais amor, às vezes, amor tem, não tem o resto. Coisas como carinho, respeito e metas para construir um caminho juntos, ou seja, uma vida a dois, resta manter o respeito de tudo o foi vivido durante o tempo que foi ” imortal ” , como disse Vinicius de Moraes, mas que teve um tempo estipulado. E e que resta é [re]começar. Oferecer a si, e a outra pessoa uma nova oportunidade para ser feliz.

Imagine: Família. com.br

Texto publicado por: VEM comigo!

Marii Freire Pereira

Santarém, 29 de fevereiro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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