Atrás da porta

Quando olhaste bem nos olhos meus

E teu olhar era de adeus

Juro que não acreditei

Eu te estranhei

Me debruçou sobre o teu corpo é duvidei

E me arrastei é te arranjei é me agarrei nos

teus cabelos

Nos teus pelos

Nos teus pés

Ao pé da cama

Sem carinho, sem coberta

No tapete atrás da porta

…………………………………..

(Chico Buarque e Francis Hime)

As experiências cotidianas que traduziram e traduzem até os dias atuais, o amor. O sofrimento de um por uma mulher como o que aparece na canção de Chico, mas que no caso, é uma cantiga de amigo.

É um sentimento íntimo sendo expressado de modo decadente, as vezes até chegando ao clímax por conta de algo inacessível. É ao mesmo tempo, a situação de um sentimento colocado para fora, talvez, não vivido por por culpa, ou medo, mas externado porque ali havia uma senhora ( uma mulher casada), que era desejada, mas nem sempre esse objeto de desejo era alcançado. Então, as melodias, faziam parte dessa manifestação do amor.

Literatura brasileira/2013

Marii Freire Pereira.

Publicado por VEM comigo!

Bacharel em direito, cursando Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

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