O silêncio é um poema ousado.

Olhar frágil, exausto e confuso,

O tempo parece retê-lo, mas rígido ele

misura-se a paisagem que se vai numa despedida dolorosa, mística cheia de reticências.

Um pequeno suspiro e mil versos são ditos no silêncio de cada palavra

Na fuga de um dia que se desfaz…

Eu distraída, vejo matizes de luzes …alaranjadas, explosões de pensamentos que segue num dia sepultado.

Não discuto,

Não faço exigências,

Não me importo…

Não mesmo. as minhas dedicatórias são destinadas somente ao tempo, o senhor de todas as respostas.

Emudeco… ‘em mim só há entrega… ‘

Uma Nau,

Um amor que contempla junto comigo os meus medos, mas que me oferece o ombro todas as vezes… em que ela se aproxima.

Não me leves [ainda], pois só a poesia me acrescenta vida.

Marii Freire.

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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