Violência Doméstica

Violência Doméstica

Muitas vítimas de violência doméstica acreditam que tem culpa dentro daquilo que lhes acontece; dentro de um cenário de tragédia. De certa forma, a depender da situação, elas tem responsabilidade. Agora, culpa não. Quando você você vive uma vida a dois, você age e escolhe por dois. Então, não tem porque carregar o peso sozinha de uma relação ruim. Muita coisa ocorre, justamente por meio de tudo aquilo que é imposto à mulher atrelada ao cultural, onde existem situações convergem para que a mulher se submeta a fazer escolhas que pela própria condição, já lhe prejudica. Acredito que pensar; pensar sobretudo sob essa ótica, faz com que se olhe a mulher com um olhar mais autêntico, humano inclusive. Só assim, se consegue abraçar com genuidade tudo o que se torna abismo em relação ao cenário em que a mesma se encontra.
A minha fala é mínima diante de tudo isso, porém importante e, que deve ser levada em consideração principalmente por aquela mulher é vítima e precisa olhar para o mundo sob uma nova ótica. Risque a palavra “culpa ” de suas vidas!

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 3 de julho de 2024


#violenciadomestica
#culpa

Marii Freire

” Às vezes, aquilo que dizem que nós mulheres aprendemos”, não passa de retórica, para encobrir uma verdade que exite sob os nossos olhos e que necessariamente, não corresponde a questões jurídicas, mas culturais. Numa sociedade masculina, a mulher só é vista e tem voz, quando esses requisitos são interessantes ao masculino. Negligenciar inclusive, essa discussão também é uma forma de mostrar a maneira em que somos tratadas perante as nossas ideias e importância. 

Marii Freire. Via Facebook

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 2 de julho de 2024


#mariifreireescritora
#mulher
#direitos
#voz

Violência Doméstica

Violência Doméstica/ família

Outro dia, eu escrevi um texto que fala sobre violência doméstica e fatores importantes que não devem ser ignorados, quando dentro da família, se observa que estes, convergem para uma relação doentia. Chamei atenção da mulher em relação à violência e tudo aquilo que ela não deve se prestar a fazer por conta de situações que interferem em seus direitos como mulher. Família é boa, mas quando as pessoas conseguem se relacionar de forma saudável.

Marii Freire. Violência Doméstica/família

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 1 de julho de 2024


#violenciadomestica
#família

A ocasião faz o ladrão

” A ocasião faz o ladrão “

Será? Todos nós já ouvimos essa frase em algum momento da vida, certamente. Creio o termo correto seria: ” a ocasião coopera para que o ladrão se faça ser conhecido “. Na verdade, ele já nasce pronto. O momento só serve para mostrar ” quem é quem”. Não existe nenhuma máxima que obrigue a pessoa se tornar o que ela não queira. Todavia, o indivíduo que tem por exemplo, um comportamento que torna as suas ações duvidosas, ou mesmo que faz com que, ele se sinta desafiado em alguns momentos de sua vida a fazer, o que a maioria das pessoas não fazem que é “subtrair para si objetos alheios”; para pessoas que não veem problema diante dessa questão, há até um interesse maior em tudo isso, que é se sentir desafiado, –  sentir prazer em praticar certos crimes. E  a depender do estilo de vida dessas pessoas,  principalmente por serem desprovidas  atitudes relacionadas a questão do caráter, princípios e valores, entre outros aspectos, não existe na mente delas, o conceito entre “o certo e o errado”.  Se há algo acessível que eu e você possamos  ” pegar indevidamente ” e nenhum  de nos, tenhamos problema quanto a isso, seja por questão de comportamento, de impulso ou satisfação para uma força interna maior, digamos “algo que mobiliza o sujeito a agir dessa maneira”, se para ele, a sensação de prazer perante o ilícito aumenta, certamente “o roubo se concretiza”, porque existem aí, todos os elementos que norteia essa ação e, que dar-se justamente, pela busca de satisfação, mais do que a própria necessidade. Neste caso, o ladrão só se mostra por inteiro, fazendo valer a máxima de ele nasce pronto.

Marii Freire. A ocasião faz o ladrão/ Via Facebook

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Santarém,  Pá 30 de junho de 2024


#mariifreireescritora
#ladrão
#ocasião

Invisibilidade Social

Invisibilidade Social

A câmara de São Paulo aprova multa de 17 mil para quem doar comida para moradores de rua. É lícito, isto? Se é, quem paga o preço?
O Estado quando não consegue lidar com uma situação, ele se torna omisso perante ela ou “força” a mesma, migrar para outro local. Claro, um exemplo do que falo, são os moradores de rua, neste caso, os de São Paulo! Um problema que sempre chama atenção pela crueldade que se deseja fazer com aquelas pessoas. Não basta “olhar para aquela realidade e criticar; cruzar os braços e fingir que ela não existe. Existe, e não é o nojo e o desprazo” que irá mudar tal situação. Assim como aqueles que defendem e fazem ” apelos intermináveis, comoventes inclusive, quando se fala de aborto neste país”; uma vez que estes, “são donos de discursos que defendem vida” mas, a vida que [ eles querem]. Eu diria mais, o interesse que tem relação, com quem se beneficia dele. Nós, estamos falando de vida, o que difere a importância entre uma e outra, é só o contexto que envolve quem se vê no meio dessa situação. Eu não vejo diferença; vejo, somente ” quem tira o direito de quem, e quem usa ele para promoção pessoal ou para sustentar situações muito maiores do que esta. Moradores de rua têm que serem tratados com o mínimo de humanidade, de respeito, porque são seres humanos. Não importa os motivos que os levaram escolher as ruas. O mesmo sentimento que se tem por acolher uma vida ainda no útero, deve se manter pelo indivíduo que mora na rua. Pois do contrário, é hipocrita todo argumento que visa defender a vida ultrauterina, e não tem capacidade para gestar aqueles que estão fora dela, mas ao mesmo tempo, dentro desse grande útero social em que vivemos. Afinal, qual o mérito em prol da seleção que se faz, ao escolher ” quem deve viver?” O aborto social existe para nos fazer pensar sobre essa realidade. ” Ah, que tola!”.  Lúcida! e menos hipocrita do que muita gente. Não é tirando a comida, não é dando banho de água fria, como também não se trata de uma roleta-russa para decidir ” quem vive ou quem escolhemos deixar morrer” sob um olhar de abandono e completa indiferença pelo próximo.

Pense nisso!

Marii Freire. Invisibilidade Social/ Via Facebook

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Santarém, Pá 29 de junho de 2024


#mariifreireescritora
#vida
#consciência
#direito
#moradoresderua
#saopaulo
#humanidade
#invisibilidadesocial

Eu escrevo sobre histórias reais

Eu não escrevo Contos de Fadas. Acredito que a vida é muito mais interessante quando acontece pelo lado de fora. ” Eu escrevo sobre histórias reais que ajudam as pessoas a pensar “. Aliás, não só pensar, mas diante de situações que são importantes para elas, saber a diferença entre o que é visto com um certo grau de utopia e a realidade. O lúdico é importante, mas para um outro universo. O final ” justo” dentro do que se pode compreender como tal, será fruto da escolha de cada um. Não posso dizer que esse é um final do tipo que acontece nos cinemas, coisas como ” foram felizes para sempre “. Por isso, acrescentei a  palavra ” justo”. Se a pessoa diante da capacidade de pensar, souber fazer escolhas saudáveis, o final tem esse sabor de felicidade, que é o que importa na somatória da vida. No mundo real, sobressai a razão, com uma leve pitada de emoção.

Marii Freire. Eu escrevo sobre histórias reais

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 27 de junho de 2024

DOCINHO

Quem come um ” docinho” , o efeito desse docinho só age sobre a pessoa que o come?

O que você pensa sobre isso?

Marii Freire. DOCINHO

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 26 de junho de 2024

Marii Freire

Ora, não importa quantos séculos se passem, a mulher não tem habilidade para atuar na política porque ela, segundo os ” filósofos ” da atualidade, não se enqudra dentro de um requisito de exigências para demonstrar competência em tal área. Para que essa possibilidade pudesse existir ( condição) a mulher precisa ” se casar” para saber lidar com os problemas de um relacionamento ( a sociedade continua atribuindo à mulher o dever/ responsabilidade pelo sucesso do casamento). Isso, mesmo diante de tantas mudanças culturais e sociais que vivemos. Sinceramente, a mim não assusta esse mesmo tipo de pensamento. A lógica patriarcal tenta aprisionar à mulher na cozinha ( que é seu lugar de direito), como muitos dizem. Infelizmente, nós  mulheres, temos que lidar com pensamentos retrógrados todos os dias. Para muitos homens, a política é coisa de homem, porque eles são seres dotados de inteligência e capacidade; inteligencia maior do que as mulheres. Ah, mais assim também pensava o nosso querido ROUSSEAU. Isso eu cito no meu livro: MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais. Tá lá…” logo no comecinho!”. Às poucas pessoas que leram, sabem do que estou falando. E quem não leu, fica o convite!😊📚

Marii Freire. Via Facebook

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 26 de junho de 2024

Consciência

A consciência provoca, incita constrói uma pergunta, especula o processo. Se a falta, e a depender da situação, sem estímulos a qualquer forma de desafios ao ser humano,   um acontecimento por exemplo, pode dar-se por encerrado, porque há uma limitação. Na verdade, há muros que impedem as pessoas de discutir sobre algo/ alguma coisa que seria proveitoso ou que seria transformador em virtude da consciência. Esta, que se  torna necessária ao mundo, por ampliar digamos assim, “horizontes ” dentro desse processo de transformação simultânea que, por meio da razão, permite- nos, re- descobrirmos como indivíduos que manifesta as suas intenções, condições, esboça, comunica, se projeta, movimenta. Quer dizer, a consciência é necessária, pois do contrário, se permanece preso dentro de um vazio, onde nada se produz. A consciência ajuda sobretudo, o indivíduo a si redescobrir; uma vez que ela cria, permite a comunicação. Claro- de forma saudável. Sem isso, tem- se uma comunicação limitadora, de modo, que esta,  não permite, nem que eu olhe para o outro e veja que ele tenha direitos. Obviamente, neste caso, imponho condição, não abro caminhos a possibilidade, porque não existe comunicação a respeito de valores a ser discutidos. Quem comunica, cria pontes, justamente que ajuda a “ensinar o outro” ou aos outros, a derrubarem muros dentro desse processo que muitas vezes, se torna impeditivo, áspero, culturalmente falando. A medida em que, o indivíduo se tornar flexível, por ” criar” possibilidades, ele também alcança novas fronteiras.
Palavra é ação, pensamento que constrói. E consciência, fesfaz vazios.

Marii Freire. Consciência/ Via Facebook

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Santarém, Pá 26 junto de 2024


#mariifreireescritora
#consciência

Violência Doméstica

Quando se fala em família, nota- se que muitas mulheres, costumam se sacrificar para ficar dentro de uma relação ruim por conta dos filhos, por conta principalmente, do que, essa mulher é encorajada a acreditar. Fato inclusive, imposto por  pessoas da própria família como mãe, irmãs que dizem coisas como ” ficar “. […] Oh, pensa nas crianças, imagina como será a sua vida, as dificuldades e os julgamentos que você irá enfrentar sozinha. Falas como essa, são muito comuns. Na verdade, são olhares vinculado à moral e, muitas vezes, ditam regras ou se opõem a decisão da mulher em por fim ao relacionamento. Como se observa, são apelos comoventes que coloca os filhos como divindade no meio da situação; sem nenhuma consciência individual sobre aquela mulher que sofre violência do marido ou companheiro. Mas, a sociedade ( pelo menos) boa parte dela, não quer enxergar que essa mulher também tem direito de fazer as suas escolhas. Neste caso, optar por viver de forma digna, sem ter que se submeter a sofrimentos desnecessários.

É importante ressaltar que conviver com violência não é normal. A mulher não tem que se acostumar com um casamento que não é bom. Se ela não se sente amada e respeitada como mulher, não tem que se acostumar com isso. Mais, ” não continue nesse tipo de relação pelos filhos. Assim como ” não continue também pelo pão e o teto”, porque nada disso, se torna alicerce de sustentação de uma família. Entenda que, se falta pressupostos para sustentar atitudes verdadeiras entre o casal, coisas como:  confiança, amor, ” calor humano ” que é tão importante na relação e “uma linguagem franca” que se faz necessário ( porque se não tem confiança) por exemplo, como essas pessoas vão conseguir manter qualquer vínculo fortalecido? Pior, e questões relacionadas à valores? O que sustenta uma relação é uma somatória de coisas que ganham sentido no dia a dia do casal. É preciso que as pessoas compartilhem de ideias, sonhos, objetivos em conum, compreende? Diante de situações como essa, que você percebe que há poucas coisas que unem esse casal, às vezes só o teto e os os filhos, não existe muito a ser feito. Hoje, a mulher tem que entender que ela, não tem que vestir a ” capa da mulher salvadora”, para tentar  salvar casamento. Não é tolerável, menos ainda, querer ” justificar violência em nome da família”. Não tem que se acostumar com o que machuca. Violência é violência e seu conceito não muda, a não ser de cenário para cenário.

Dizer ” não ” à violência é um direito da mulher. Esse “não” também é uma forma de amor, mas amor à ela, em especial aos limites que, tardiamente aprende estabelecer em relação ao outro, ao que é importante, coisaa como também a saúde mental e emocional de ambas as partes, que  são fatores que contam numa relação. O grande problema aqui, é que as pessoas ignoram isso. E ao ignorar, elas adoecem, às vezes, a família inteira, de modo, que todos se tratam com falta de respeito e consideração. Amor que machuca e maltrata, não pode ser entendido como ” amor”. Neste caso, é saudável, ter uma conversa franca (quando isso é possível ) e de maneira lúcida, cada pessoa procurar viver o que é melhor para ela, sem precisar ter que machucar ou faltar com respeito.

Marii Freire. Violência Doméstica

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Autoral

Santarém, Pá 24 de junho de 2024