Hoje 7 de Setembro – Dia da Independência do Brasil. Uma data histórica! Comemoremos, mas também que possamos refletir sobre a importância do que esse dia representa a todos os brasileiros e brasileiras desse país.
” Algumas belezas são raras e, o seu conceito não cabe em pensamentos restritos; tão pouco em dicionários, mas na forma de ve- las, senti- las e cultivá- las.”
A campanha Setembro Amarelo visa conscientizar e prevenir o suicídio. Desde de 2015, o mês de setembro, acaba dando uma visibilidade maior a essa realidade, promovendo discussões importantes a respeito de situações que podem levar o suicídio, como trabalha também formas de ajudar as pessoas que, infelizmente, manifestam esse desejo. É importante ressaltar que, todos nós enfrentamos dificuldades, mas saber lidar com elas e, compreender que muitas também são” passageiras” acaba trazendo algum conforto. Portanto, se faz necessário dizer que nada é para sempre, nem mesmos os nossos problemas. Então, ter essa consciência e “um olhar atento ” ao que acontece perto de nós, pode salvar uma vida. De repente, você pode notar que tem próximo de você, uma pessoa que precisa de ajuda; precisa conversar por exemplo, isso é comum. “Seja abrigo” em momentos como esse, ofereça uma escuta ativa, mostre- lhe motivos que vale a pena lutar e, não se entregar as crises momentâneas. A minha mensagem é positiva! Eu vou sempre dizer ” lute”. Claro, o ideal neste caso, é oferecer ajuda psicológica no primeiro momento, mas nunca é demais dizer que há também muitas outras formas de ajudar, e nada mais interessante do que oferecer a mão e se fazer amigo ( a) nesses momentos preciosos.
Esse é o momento de se acolher, cuidar de você, estender a mão, se ouvir e, não desistir. Mas se perceber que não pode oferecer esse ” cuidado “, a si mesmo ( a), peça ajuda. Às vezes, tudo o que se precisa é ter alguém que esteja ali ao lado, “ouvindo” ( a escuta ativa) é muito importante em situações como essa, pois mostra que, existe alguém que se importa com você.
Adotar um filho é uma opção consciente. Quando você decide adotar uma criança, demonstra através desse gesto que, o amor não é uma força que nasce do acaso, porque ao adotar , você não quer demonstrar somente a satisfação de um desejo, ou seja, ‘ser mãe e pai de uma criança’. Não, você oferece a essa criança a condição necessária para que ela vença uma limitação que a vida lhe impôs, que é justamente, a incapacidade, o desamparo ou a impossibilidade dos pais biológicos criarem. “Quando a vida limita, a adoção possibilita, a força da lei reafirma, e o amor voluntário nasce.”
Ao escritor, cabe estender o sentimento sobre o papel; abstrair- se de tudo o que incomoda, sentimentos negativos como, raiva, angústia, tristeza. Ler e escrever é uma forma de entender a vida, “levitar dentro de si” por meio das palavras e tudo aquilo que encontra refúgio. Um escritor é uma criatura fervorosa e, sua força criadora vai muito além do que o faz sentir a vida; vai além dos poros, do empenho, da dedicação, do descobrir e se indignar. Um escritor mobiliza a alma daqueles para quem escreve.
” Se você é capaz de se amar na sua melhor fase, terá que aprender a fazer isso quando estiver na pior…”, porque você não deixa de ser a mesma pessoa dentro dessas duas condição. A vida não é uma somatória de acontecimentos bons; pelo contrário, é “sobrevivendo os dilúvios que você encontra sol novamente”. Se acolha com carinho, se ame, se veja como uma mulher espetacular!
A literatura nos ajuda a viver. Enquanto lemos muitos livros, esta, tem a capacidade nos distrair; ajudando- nos assim, a superar as “pancadas injustas” que recebemos do mundo.
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