” Todo homem nasce com o destino mais ou menos traçado. Pela origem é possível avaliar as suas possibilidades de escolhas. Evidente, que o sucesso, assim como, o fracasso em sua vida, dependerá de sua determinação. Mas, ainda que suas escolhas sejam as mais proporcionais possíveis, a origem diz muito a cerca do sucesso do indivíduo. “
Em diferentes gerações, em diferentes fases e gerações as mulheres só tiveram algum destaque quando a prioridade destas, era o lar. Não que não sonhassem com escolhas que fossem além do suporte a família. Sem dúvida, havia o desejo, não a concretização deste. As mulheres sempre ( como já escrevi inúmeras outras vezes), não tiveram uma política educacional que as oferecesse instrução que as fizesse ser formadoras de opinião acerca de questões públicas, nem mesmo de saber lutar por seus direitos.
Não é por acaso que a luta por igualdade e empoderamento tem sido o assunto mais importante hoje, inclusive, sendo debatido pela ( Onu), Organização das Nações Unidas, caso não esteja enganada desde 2016. De fato, existem razões para essa luta. No que diz resprito ao direito da mulher, é importante a sociedade esteja cada vez mais aberta a todo tipo de assunto, porque o desafio é grande no campo da ascensão feminina. Não é atoa que tem mulher brigando todos os dias por diferentes espaços. Ainda existe a idéia de que mulher não pode ‘ isso ou aquilo, o que lamentável.
Por alimentar a idéia que durante séculos prevaleceu sobre essa diferença em nível hierárquico, muitas mulheres parecem ainda não despertar para a sua realidade. Culturalmente, muitas se baseiam-se em modelos antigos. Talvez, por não suportar o novo ou não saber lidar com ele. A grande maioria não sabe argumentar, compreender o sentido das lutas políticas, digamos que elas não se ” interessam” pelo o assunto. Aí é complicado, porque quando se observa que dentre tantas diferenças, existe também a questão da capacidade intelectual como uma negativa ou seja, essa mulher se coloca numa posição inferior ao homem por esse ” despreparo de pensar”, há de se considerar que o caminho é árduo.
A mulher tem que viver atualizada com tudo o que acontece. Uma mulher que sabe lutar por seus direitos, ela é o que? É uma mulher forte. Claro, não falo de atributos físicos. Há pessoas que confundem o significado dessa colocação. Uma mulher forte, é aquela que tem raciocínio independente. É a pessoa que consegue trabalhar a questão do conhecimento a seu favor. Que sabe reivindicar, lutar por seus direitos. Eu sempre me enquadrei dentro desse perfil de mulher forte. Por mais que tenha sido nivelada por baixo, por mais que tenha vivido o sentido amplo da palavra restrição, eu sempre soube usar as dificuldades para correr atrás do que queria. Detalhe: ‘ eu escolho’. Não por arrogância, mas por saber o quanto me custaram as circunstâncias.
Eu não sou uma daquelas ‘pessoas que aceita uma coisa com facilidade logo de primeira ‘. Não, eu gosto de revirar tudo o que é possível, de voltar ao ” acabado “, e encontrar as imperfeições
[…]
E você acha que a gente aprende isso assim? Não. Como diz o Cortella: ” VACA NÃO DÁ LEITE “, mas isso você descobre com o tempo. É preciso uma dose de dedicação diária para se ganhar conhecimento. Uns são da vida, outros você precisa sentar a bunda numa cadeira e dedicar-se a ele.
O que quero dizer a você através desse exemplo? Anime-se, as ” boas -novas” dependem do que você fizer dar certo. Qual é o segredo? Não tem segredo, tem luta. A resistência, se derruba com o diálogo. As nossas ‘aspirações de mulher e como mulher’, vão muito além da maternidade, das obrigações do lar, do cuidar do marido. Estende -se também no “cuidar de nos”. Na liberdade, no desejo e no direito de sonhar, de liderar, tomar decisões importantes, de pensar diferente…
O que as muitas mulheres das outras gerações não tiveram, temos nós a oportunidade de fazer melhor do que elas. E uma coisa eu digo: ” nunca, nunca mesmo, se contente com pouco” ou queira conseguir um lugar de destaque na vida por ser uma mera oportunista. Não queira isso. Você…pode mais.
Não é fácil. O desafio é conseguir fazer boas escolhas, agarrar as oportunidades e ir a luta. Aqui falo de trabalho!..
Ter uma bagagem cultural, já fala muito a nosso respeito. Saber se expressar, saber dizer o que deseja é importante para que você consiga se destacar, chamar atenção num mundo competitivo. Principalmente, numa sociedade em que as mulheres ainda lutam por espaço. Nenhuma conquista feminina pode ser visto como resultado final. Sabemos por exemplo que, as carreiras masculinas têm prioridade sobre as femininas. O que chama atenção ainda é o fato da prioridade ser sempre a masculina. No mercado de trabalho, a carreira do homem, ‘do marido’ sobre a da esposa é o que vale. A mulher trabalha, porém, tem que atender as tarefas do lar. Viu como é difícil? É por esse e outros motivos que a mulher deve continuar lutando para diminuir essas diferenças, e que no final, ela seja vista, não porque viveu à sombra de um homem, mais pela a sua genuína participação na história.
O mundo infantil faz parte da brincadeira de gente grande que anualmente gera lucros bilionários nesse setor.
O mercado infantil é tão diversificado que estimula crianças de todas as idades. Quem não lembra da Peppa Pig? Ou da Galinha pintadinha? Palhaçada amiga e Youtuberes para todos os gostos? São inúmeras possibilidades que nascem todos os anos para melhorar as exigências do consumidor ( que no caso é uma criança), elas são exigentes diante de suas escolhas. E os criadores por sua vez, têm que se atualizar diante dessas exigências.
E o mercado infantil é amplo, vai desde lojas que oferece sapatos, roupas e acessórios até os programas de desenho animado que eles adoram. Ao contrário do que muita gente pensa, ele não termina nos programas não. Há uma linha extensa de produtos que comportam aplicativos para telefone e tablets até projetos que geram renda ao público infantil.
As crianças estão cada vez mais exigentes. E elas sabem selecionar criteriosamente aquilo que querem. Com um mercado tão diversificado, elas tornam-se estimuladas ainda mais pelas inúmeras possibilidades que esse mercado oferece. Evidente que a maior fonte de renda é a TV, mas o mercado que vende outros produtos, esse tem uma resposta positiva de seu público
A criançada gosta de idéias genuínas. E nesse segmento se observa de cada conteúdo, cada produto é feito pensando na escolha desses consumidores que varia de idade. Em geral, são criança com idade entre 0 a 12 anos. Haja criatividade. Um desenho animado que é bastante estimulante ( bem feito), ganha vida no imaginário delas, e no caso, o volume de venda para o público infantil é imensurável.
Quando o consumidor final é uma criança, os pais têmque assistir e dizer se aprovam o que está sendo oferecido. Muitas como são criadas como verdadeiros ” imperadores “, só dizem: compra mamãe/ papai”, e a causa é sempre nobre, claro que eles prezam pelo bem-estar dessa criança e compram mesmo. De desenho animado aos clássicos conhecidos, toda criança tem alguma coisa.
Canal no YouTube tem um público numeroso. Pessoas crescem vendo uma série de vídeos. Não se pode dizer que esse espaço não é promissor, porque é um segmento que cresce absurdamente. E a pretensão sabe qual é? Aumentar o número de publicações, monetizar e claro – obter o resultado: lucro que é isso a verdadeira alma dessas vendas.
Quanto mais diferenciada for a idéia, e a hora que fica no ar, quanto mais for a repercussão, maior é o faturamento. Fora o YouTube, há as webséries, além de plataformas digitais que tem uma vantagem enorme. Definitivamente, o universo digital é maravilhoso para os seus criadores, bem como, para as crianças que têm o interesse por cada atualização.
Um dos grandes desafios desse mercado é oferecer conforto e praticidade as mães e as crianças. É a oportunidade de negócio com o interesse dos pais em oferecer o melhor para os seus filhos.
Se tem consumidor ( satisfeito) Tem-se um mercado favorável. E no caso, a principal demanda é o interesse. Quanto mais inovadora é a idéia de produtos, digamos que até uns 3 anos que é onde a mãe pode escolher, depois disso eles escolhem, mais chances esses produtos tem de permanecer no mercado.
O mundo infantil o diferencial até mesmo agora, no momento máximo que vivemos a pandemia. Os pequenos permanecem dentro de sua zona de conforto e os pais agradecem.
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