Violência Doméstica

Com quantos anos, você entendeu o que é violência? Eu quero saber de você.
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Marii Freire. Violência Doméstica

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Santarém, Pá 4 de fevereiro de 2025

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Violência Psicológica

O casamento ou o próprio relacionamento faz com que você conviva com coisas muito duras, como uma rotina  severa, onde você tem que fazer de tudo e ouvir que ” não é boa o suficiente “. Mas não se trata de ser só suficiente, é ser uma esposa ” obediente “; como é a realidade de muitas mulheres que têm que ouvir que ” são feias, chatas gordas” e vários outros adjetivos pejorativos que escutam no dia a dia, de modo massacrante; as alongando ainda mais dessa ideia de serem ” a esposinha perfeita” ou pelo menos, o estereótipo  do que tentam fazer disso em relação à mulher, mesmo em meio a tantas mudanças que se consegue contemplar hoje.
A mulher passa por muita coisa difícil seja no relacionamento, no casamento. Enfim, a lista de exigências é grande entre o conceito que se cria e os obstáculos familiares que ela enfrenta. Mas nada é tão significativo para tirar o seu brilho, a sua autoestima como a violência psicológica. O desamor encarado na forma autoritária de um marido ou de um parceiro que pouco a valoriza, que diz coisas como: ” largada” ou ” acabada” e faz com que essa mulher sofra abusos, certamente dificulta a superação de obstáculos entre o casal.
Dá pra acreditar? Mas muitos parceiros abusivos agem assim; se comportam de forma violenta- minam a autoestima da mulher, as agridem com palavras, e até fisicamente as fazem sentir medo. Isso representa o aspecto cruel do desamor, transformando- se em muito do que vemos, que é a própria violência doméstica. O primeiro grito não vem de imediato, ele vem em doses homeopáticas. A verdade é que a mulher sofre muito até descobrir que não é amada.

Marii Freire. Violência Psicológica

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Santarém, Pá 4 de dezembro de 2025

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Violência Psicológica

” O que destrói o psicológico de uma mulher é o desamor, demonstrando principalmente, em momentos de tensão ou seja, quando há ( conflitos de ideias), controle e arrogância.”

Marii Freire. Violência Psicológica

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Santarém, Pá 1 de fevereiro de 2025

Abuso é Inaceitável

Abuso é Inaceitável

Eu acredito no amor e nas muitas formas de amar, mas diante desse trabalho de conscientização contra à violência e em defesa da mulher que faço há quatro anos, muita coisa a gente consegue refletir sobre essa ” forma de amar” de duas pessoas que visa buscar afeto, tendo em vista, ” o lado obscuro do amor” ou se promover em cima disso, para manter o controle sobre a outra pessoa, principalmente, se ela se encontra vulnerável.
Se relacionar com alguém é importante, se apaixonar, amar, mas sem abrir mão das coisas que são essenciais para nós; levando em conta o que é importante e necessário ao outro também. Se a ideia de amor que temos é trabalhada dentro dessa dinâmica, as pessoas conseguem se conectar verdadeiramente. Mais, promover o diálogo que é tão importante na relação, as prioridades; traços da personalidade que acabam se tornando conhecidos. Todavia, se há muito esforço para isso, penso que a coisa não anda como deve ser. Se você chama o seu parceiro ou parceira para conversar por exemplo, e a pessoa faz por obrigação, é como (pagar boleto), faz ” resmungando” e, não porque entende que aquele ato é para promover a saúde da relação.
É comum analisar certos comportamentos como o descrito acima, em relacionamentos abusivos. Em geral, quem é abusivos extrapola limites, acha que a pessoa é chata, perde a paciência. E a mulher que, é quem na relação procura ” cuidar”, é tratada de forma constrangedora. O abusador tende cometer exageros, e ela fica sob a dominação daquele homem ” ouvindo coisas “, tentando ser recíproca e sem perceber, vai ficando numa situação cada vez mais vulnerável.
Diante de situações assim, é notório que há falta de conhecimento por parte dela que, dentre outras coisas, deve procurar não se diminuir ou ” se culpar” como tantas fazem.

” Eu acredito no amor. Mas não acredito que uma mulher que esteja em situação de vulnerabilidade como ocorre na violência, possa amar. Ela não sabe nem o que gosta, fere ou faz com que ela fique presa nisso. “

A mulher não aceitar a subordinação para o prolongamento da relação. Deve impor limites.

Marii Freire. Abuso é Inaceitável.

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Santarém, Pá 31 de janeiro de 2025

Manipulador Emocional

O manipulador emocional sempre fará com que, você duvide de si mesma. Duvide do do pensa, do que fala e questiona. O intuito dele é gerar dúvida em você, porque assim, consegue inverter a situação e fazer você ceder no que ele quer.

Manipulador Emocional

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Santarém, Pá 31 de janeiro de 2025

Relacionamento Doentio

Quando se fala em relacionamento doentio,  na verdade, se volta a atenção para a conduta do indivíduo. Um relacionamento doentio pode receber esse nome por diversos fatores, entre eles; uma relação onde não há equidade entre o casal. Você imagina como é difícil ser parte nisso? Ou de repente, um relacionamento abusivo, tóxico. Enfim, há muitas ramificações atreladas ao tema que podem ser trabalhadas, como a própria violência doméstica, que é o tema mais comum tratado nesse espaço, onde se fala a respeito do direito da mulher.

Hoje, quando se fala de relacionamento doentio, visa- se principalmente a saúde mental e emocional da mulher que vive esse tipo de situação, e que na prática, nem ao menos ” percebe ” que é vítima. Não maioria das vezes, elas convivem com essa situação e ignoram por ” achar” que sofrer punição, sobretudo, sofrer abusos é normal. Afinal, o homem pode ter seus problemas, que ela como parceira, vai entender.

Hoje, ao desenvolver esse tema – gravando  vídeos; falando a respeito do Ciclo da Violência, trazendo exemplos das três fases que contribuem para a mulher passar muito mais tempo dentro de situações limitadoras como essa; começando ali pela primeira fase, que é sustentada pela atenção dada à mulher ou seja, o parceiro, a ouve, corresponde todas as expectativas positivas que ela tem sobre ele. Na segunda fase do romance, onde ele se mostra inautêntico ou seja, ações, o próprio  comportamento, fala sobre quem essa pessoa é de verdade. E finalmente, na terceira fase que é onde ele se mostra violento e controlador. Claro, acompanhado tudo isso, vem a lua- de- mel, – fase da reconquista. Esse é o momento onde a mulher se deixa envolver porque acredita na fala, no amor, nas mudanças atitudes desde homem.

A fase do amor é muito especial, porque é natural que o casal tenha as suas desavenças e queira mudar. Todavia, quando se trata de relacionamento abusivo, isso não muda. Muda se o dois fizerem um  esforço enorme melhorar a forma de se comunicar, se envolver, demonstrar respeito.  Pois, do contrário, todo ciclo se repete, e essa mulher deixa transparecer a sua insatisfação, mesmo não conseguindo abrir mão dessa relação em que é dependente.

Muitas mulheres no dia a dia, por gostarem de seus parceiros, fazem ” vista grossa” para  abusos e falta de respeito. Às vezes até se prejudicando, desenvolvendo distúrbios do sono, ansiedade, depressão e outros. Só porque não conseguem sair desse ciclo.

” Um relacionamento doentio custa caro; custa a sua saúde mental e emocional. ”

Na prática, é sabido que em algumas situações, custa até mais caro que isso; custa a vida dessa mulher; que é justamente, o final trágico que muitas têm por ” amar demais”, ter ” dependência emocional”, e tolerar muita coisa, sem atribuir importância as sombras do que vivem.

Relacionamento ruim, não é algo que se possa incentivar. O incentivo que fica é: ” avalie se você merece ser tratada de qualquer maneira ” só para ter alguém ao lado. Uma relação unilateral, que é o que muitas mulheres vivem é desgastante, isso sem falar o que traz de negativo para saúde mental e emocional. Se ame mulher, se  respeite, se trate bem. Compreenda que, nenhum amor é para nos anular. É sim, para trazer qualidade ao que já temos de bonito em nós. Por isso, aprenda identificar quem chega em sua vida. Quem chega é para somar e fazer fluir tudo o que você tem de melhor.

Marii Freire. Relacionamento Doentio

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Santarém, Pá 30 de janeiro de 2025

Violência Doméstica

Quem bate, na verdade, se mostra violento. Portanto, essa pessoa ” não promove o amor”. Diante de uma situação como essa, é importante sempre promover a denúncia. Dessa forma, se conhece a face do agressor, e consequentemente, tenta- se reduzir o número de impunidades.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Santarém, Pá 27 de janeiro de 2025

Sorte

A sorte é feita de oportunidades. Enquanto uns trabalham duros; outros parecem que a sorte desliza sobre as águas. Corre  tão macio que, não condiz com a aridez de escaldantes desertos.

Marii Freire. Sorte

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Santarém, Pá 27 de janeiro de 2025

Violência Doméstica

Por que se ” justifica ” abusos emocionais como ” ciúmes?”

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 27 de janeiro de 2025

Violência Doméstica

” Quem ama, bate?”

” Quem ama, bate?”

Quem ama, não bate. Quem bate, na verdade comete um crime. Portanto, não prevalece a ideia de que ” eu te bati” por amar demais. Isso é inaceitável! O amor não se submete a qualquer condição. Outrora, sim. Isso se perpetuou por trás de ações desumanas horrendas. Quantos crimes passionais se teve por conta de controle, por conta de poder, de regras, normas, convenções sociais? Inúmeras. Todavia, essa ” violência ” praticada contra a mulher cooperou para a morte de muitas, como também ocorre nos dias atuais. Mas, a ideia principal que se trabalha a respeito das relações é que se tenha equidade. Pois, dessa maneira é que ” se quebra certos padrões”. Não esqueça que estamos falando de violência, comportamentos, formas doentias de se relacionar. Sendo assim, é preciso romper com esses ” padrões repetitivos” , para que as pessoas se amem, ao invés de ” destruírem elas mesmas, assim como os seus…”
Quem ama, não bate. Quem ama, conversa; procura ” ajustar ” o que é possível na relação ( quando esse é o desejo do casal). E quando não, separa e cada um vai viver uma nova vida.

Marii Freire. ” Quem ama, bate?”

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Santarém, Pá 27 de janeiro de 2025