Vinícius de Morais

” Olha que coisa mais  linda

Mais cheia de graça

É ela menina

Que vem e que passa…”

Vinicius de Morais ( ” Garota de Ipanema “, de Vinicius de Morais e Tom Jobim. )

CEREJA, William Roberto. Literatura Brasileira: em diálogo  com outras literaturas e outras  linguagens. Tereza  Cochar Magalhães. 5 ed reform.  São Paulo: Atual, 2013

Marii Freire.

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Imagem: pinterest/Hamud Collins

Santarém, Pá 25 de fevereiro de 2025

Dia Laranja

A mulher que apanha na rua, deixa uma mensagem muito clara a todos: ” apanhar em casa”. Na rua, o agressor revela a hierarquia, o poder, o abuso…” a violência ” que ele comete com a sua companheira. Isso é bastante preocupante, porque para manter aquela relação, ela ” silencia “, mas na rua, mão tem como evitar que essa verdade seja escondida.
A mensagem que fica é ” não aceite, não finja que não sofre, porque amanhã ou depois, você pode se tornar vítima de feminicídio.

Marii Freire. Dia Laranja

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 25 de fevereiro de 2025

#mariifreireescritora
#dialaranjamulheresdobrasil
#violenciacontraamulher
#violenciadomestica

Autoras de Nossas Histórias

A história da mulher vem ganhando novos contornos nas últimas décadas. Particularmente, acho precoce dizer que ” somos Autoras de Nossas Histórias “. Se você levar isso à risca, tem um fundo de verdade. Todavia, ao lançar um olhar para trás, veremos que séculos de opressão, não é algo fácil de ser ” revertido em termos de perdas”. Podemos, sim “melhorar muita coisa” no sentido de direitos; pelo menos, aqueles que estamos lutando diariamente. Claro que, muito já conquistamos. Essa briga é ferrenha e vai além de assegurar direitos; ela chama atenção para conquista de novos horizontes, de ideais  também a serem alcançados.

A luta por direitos é uma luta diária

A luta da mulher por direitos, ela é diária. Nós temos uma lei que protege os nossos direitos. Mas precisamos também ter uma segurança maior, porque se você observar a estatística em relação à violência contra a mulher, nota que o número de assassinatos  são crescentes em nosso país. Aliás, no mundo todo. Todavia, acerca de Brasil que é onde há proteção, isso ainda abre parêntese para muitas preocupações. Então, pode haver vangloria? Acho que não. A mulher ainda se movimenta dentro desse processo, como  quem ” reivinfica por um lugar”, na verdade, o seu lugar,  assim como, por um olhar mais humano. Todavia, o desafio de chegar a patamares maiores, faz com que ela não só enfrente muitos problemas, como em alguns casos, não seja vista em termos de capacidade.

É sabido que a mulher participa mais na vida política por exemplo, mas encontra muitos obstáculos pelo caminho. Deveria encontrar? Penso que não. Agora, se há essa exigência que faz com que ela lute para assegura um direito que é expresso Constitucionalmente, é porque tem alguém ” puxando com firmeza do outro lado”. Diariamente, vemos mulheres sofrendo violência, e nem falo de violência política, mas tantas outras formas que fazem a gente se questionar sobre muita coisa. E  confesso que, uma delas é não deixar de lutar ou ” baixar a cabeça” para as adversidades que tentam nos impor freios.

A educação como instrumento de libertação

Hoje, a ideia que coloca a mulher diante de seu próprio protagonismo, dar-se também por esse viés da educação. Esta, foi fundamental para abrir caminhos à mulher, de modo que, pudéssemos estreitar as muitas formas de desigualdades, entre elas, a maneira de como éramos vistas.

” A forma como as mulheres lutam hoje, é o reflexo do resultado da educação que elas recebem. “

A educação é um instrumento de libertação feminina. Por que antes, a mulher não podia gerar opinião sobre questões públicas por exemplo? Porque entre outras coisas, elas recebiam uma educação ( quando recebiam) de maneira limitada. Outro fator que implica nessa questão, é o fato de antes, não existir leis para garantir nossos direitos. Isso, nos deixava em situação de desvantagens perante aos homens. Hoje, mesmo diante de tantas mudanças significativas; mudanças sociais como, culturalmente falando, ainda há muitas formas de querer impedir que a mulher exerça seu papel, e exemplos não faltam se eu fosse me prolongar nisso. Porém, o intuito maior aqui, é falar sobre como a educação muda histórias.

O protagonismo feminino é uma construção que vem dessa luta e que, ainda não é um [resultado], éum processo contínuo, que mostra que temos um caminho longo pela frente. Repito: o protagonismo é um processo.  Somos ” Autoras de Nossas Histórias” em ascensão, compreende? Esse processo é contínuo como disse anteriormente; o que requer muita atenção, consciência e coragem, para escrever capítulos que terminam em sucesso.

Marii Freire. Autoras de Nossas Histórias

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 21 de fevereiro de 2025

Cecília Meireles

” Rios inchados de chuva,

serra fusca de neblinas…

Quem tivera uma canoa,

quem correra, quem remara…”

Cecília Meireles. Romance XXXV ou  Do suspiroso Alferes

MEIRELES, Cecília. Romanceiro da Inconfidência. Cecília Meireles. Organização: André Seffrin. São Paulo.  Global, 2025.

Marii Freire

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Santarém, Pá 19 de fevereiro de 2025

Ternura

” Os sonhos infinitos, lhes deram agora, lugar ao frescor dos olhos. Estes, se voltam ao casto da ternura escondida em sua delicadeza. “

Marii Freire. Ternura

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Imagem: pinterest/” gorgeous “

Santarém, Pá 18 de fevereiro de 2025

Violência Psicológica

Violência Psicológica

Há quem diga que os homens ” aperfeicoaram” a violência psicológica. Particularmente, discordo. Os homens também sofrem violência psicológica vinda por parte de suas companheiras. Todavia, pouco se fala a respeito disso. O que o homem ” aperfeiçoou ” foi aonde, ele pode bater nessa mulher, hoje. Claro – bater e não deixar marcas. Veja, isso quando ele tenta “não constituir provas” contra si mesmo. Então, diante dessa realidade, o que muitos fazem quando vão agredir e sabem que não  podem deixar ” evidências ?” Ao invés de bater em qualquer parte do corpo, bate na cabeça ( cabeçada), nuca e braço por exemplo. Uma cabeçada, vai fazer com que a pessoa fique um pouco tonta. Isso deixa marcas? Não. Quanto a violência psicológica, ambos praticam em ( alguns casos). Aqui, não se trata de uma competição, tem casal que pratica mais. Já outros, não. Todavia, isso depende muito de cada indivíduo, não é regra. Alguns homens por entender que a violência psicológica machuca ” sem deixar marcas”  dizem coisas horrendas à mulher, a deixando vulnerável diante de tudo o que acontece, sem poder evitar, mas aceitar como termina uma discussão por exemplo, de acordo como ele quer que seja. Neste caso, embora pareça ” inofensiva ” a ação dele, ela não deixa de ser violenta.

Marii Freire. Violência Psicológica

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Santarém, Pá 17 de fevereiro de 2025

#mariifreireescritora
#violenciapsicologia

Violência Doméstica

Quem agride não apresenta essa informação de maneira clara. É  impossível você conhecer uma pessoa e tirar essa informação dela. Você conhece, sim quando começa conviver, conversar, observar seus gestos, a maneira de como ela se comporta diante de determinadas situações. Com a pessoa que você namora ou é casada é a mesma coisa. É baseado no que vê,  testemunha, entre outros que certamente, se faz essa leitura. A questão de abusos, violência e tudo aquilo que chama atenção, vem a partir do momento em que acontece um determinado fato, onde o indivíduo demonstra como reage perante tal situação.
A forma de como a pessoa expressa algumas informações é o que retrata o que ela é. Neste caso, pode se dizer se ela é agressiva, se é alguém que tem controle, entre outros. Portanto, observe,  considere. E aqui a mensagem mais importante: ao menor sinal de violência, pule fora dessa relação.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: Autoral/ Às: 10: 42hs/ Brasil

Santarém, Pá 14 de fevereiro de 2025

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#relacionamentoabusivo
#relacionamentotoxico
#relacionamentodoentio

Saudade

Saudade quando bate de banda, deixa a gente meio banguela. Ora, chorando por dentro. Ora, acendendo uma vela.

Nunca se traduziu a palavra saudade,

No máximo, se comparou com o que diz os bons doutôs.

Na cidade ou no interiOR, ela tempera com soluço o peito de quem já sufocu.

Marii Freire. Saudade

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 14 de fevereiro de 2025

Violência Doméstica

Violência Doméstica

Quem bate, não muda.Quem agride, não muda! Não espere por mudanças de comportamentos, referentes a  pessoas que já se mostraram agressivas mais de uma vez com você. Veja, eu estou me referindo a um padrão repetitivo. O problema é a conduta do indivíduo, isso não se modifica diante de promessas. Quem bate, não muda; muda de vítima, porque deixa de bater numa pessoa e, em outra ocasião, vai bater em outra.

Mude você perante qualquer sinal de violência!

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 13 de fevereiro de 2025

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Violência Doméstica

Violência Doméstica

Quando se fala a respeito de violência doméstica, é importante ressaltar que que agressão não é só física. Há palavras que ferem, e causa a mesma sensação como se elas sangrassem. Ora, tudo que vemos, ouvimos e sentimentos é uma forma da gente interagir com o mundo dentro das nossas construções. E no que trata a violência psicológica, isso não é diferente. Palavras geram ” feridas” como geram ” traumas” de modo que, muitas vítimas não conseguem superar a dor que isso lhes causa. ” A violência psicológica fere!”, interrompe a possibilidade da mulher olhar para o seu parceiro/parceira com a mesma admiração de antes. É uma violência que a mulher luta para sobreviver, às vezes, até mais do que a violência física.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 13 de fevereiro de 2025

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