Insaciável é a vida. Ela nunca para, mas sempre se renova.
Marii Freire. VIDA
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Santarém, Pá 7 de maio de 2025

Insaciável é a vida. Ela nunca para, mas sempre se renova.
Marii Freire. VIDA
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Santarém, Pá 7 de maio de 2025

Numa biblioteca nunca haverá ricos e pobres, ganância e injustiça. Numa biblioteca sempre irá haver o sentimento de igualdade, porque nesse lugar é permito sonhar com o justo. Claro – a igualdade é um sonho difícil de ser alcançado. Porém, acredito que, por esse ser um lugar que nos ajuda acessar diretamente o conhecimento, este, principalmente guardados nos livros, faz com que olhemos para essa “ balança “ que movimenta o mundo por meio das mudanças profundas que, se usarmos ele ( conhecimento) para promover o bem diante de questões que estreitam as muitas diferenças que temos, as injustiças, acabam dando lugar a esperança.
Marii Freire. Conhecimento
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Santarém, Pá 7 de maio de 2025

As mulheres sempre ajudaram a transformar o mundo num lugar melhor para se habitar, certamente. Em grande parte de tudo o que aconteceu , a mulher deixou o seu nome registrado na história em diversas áreas, nas suas ações e contribuições. Sempre ousadas e corajosas, e também porque não dizer “ revolucionárias” , as mulheres foram além das próprias fronteiras. Na verdade, aos poucos, não se deixaram ser silenciadas totalmente. Isso é inegável, porque pelos próprios ideais, hoje se conhece a sua grandeza.
Adoro pensar que aquela visão de que somos fantásticas, grandiosas e inteligentes, isso tem uma estreita relação com valor e dignidade, porque no fundo, somos. Mas não quando nos dizem; somos quando acreditamos em nós mesmas.
Você nota que a determinação da mulher, especialmente no lugar de fala, assim como diante das coisas que ela não renuncia, isso coopera para que o mundo seja testemunha de sua força; não só de beleza. Mas da força, da coragem de “ romper com as mazelas que açoitam a sua sorte “. Do mesmo modo, ressalto que toda mulher é uma sobrevivente da “ violência e do ódio “ …E se recusa a desisti, quando ela já viu que tantas desistiram. Então, é grandioso saber que:
O que conquistamos é fruto da nossa própria força. A mulher não teria chegado até aqui sem audácia.
As mulheres sabem que se posicionar, falar e reivindicar, é um direito. Isso por se só , gera mudanças.
Marii Freire. O que conquistamos é fruto de nossa audácia.
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Santarém, Pá 6 de maio de 2025

Trabalhe de modo que “ ao pensar no resultado do que faz, traga benefícios a quem precisa”. Tenha sempre um coração acalorado e cheio de boas expectativas, mais do que o veneno que escorre da boca de quem te assiste da arquibancada. Lá de cima tudo parece fácil, mas é com os pés no chão que tudo realmente se suporta. Por isso, faça o seu trabalho de forma digna, onde você tenha orgulho do que faz.
Faça o seu trabalho e não espere reconhecimento. Simplesmente, o faça. Pois, a sua luta é transformada em força, o que acaba gerando exemplo e inspirando outras pessoas.
O importante é fazer da coragem uma página inédita. Portanto, levante-se e escreva a sua!
Marii Freire. Trabalho
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Santarém, Pá 6 de maio de 2025

A respeito da “ fragilidade feminina “ , esse argumento tem relação muito mais uma com um olhar sistemático e programado sobre a mulher na sociedade, do que a sua própria condição. Ora, “ frágeis “ todos nós somos como indivíduos. Um exemplo do que estou falando é o seguinte: “ um homem ferido” ou “ um acamado” é um ser genuinamente frágil por conta da situação. Via de regra, esse detalhe não pode ser aplicado a sua vida inteira. A mesma situação cabe à a mulher. Penso que a fragilidade, dar-se por conta da situação em dados momentos da vida, mas não é uma regra. Afinal, o fato de estarmos vivos, de pensar e agirmos conforme as necessidades diante de cada evento, avolumam também as necessidades que nos fazem agir e buscar as respostas que nos favoreça nos ambientes próprios.
Há de se entender que, ao longo da história, a mulher não lutou, como vem lutando para conquistar o seu espaço dia após dia, tendo como base essa fragilidade. Não, é preciso entender que fragilidade é uma coisa e “ docilidade “ é outra. E que nos Contos de Fadas, algumas ideias nos fazem olhar para o feminino, tendo a mulher como alguém “ dependente “ que se estrutura sobre o outro. Mas isso não é regra para vida. Aliás, a vida real tem as suas exigências, e que a mulher que acredita no “ príncipe “, como alguém que chega na sua vida e se torna provedor; descobre que essas “ estórias” não são compatíveis com o que se projeta sobre elas. Na prática, nem a procura pela espada do príncipe para “ se defender dos próprios monstros”, acaba fluindo como se apresenta porque, torna-se uma “ decepção “, o que cooperar para ela chorar sozinha num quarto escuro, até descobrir que somente após “ romper “ com a ideia de fragilidade, ela pode, sim “ se tornar dona do castelo inteiro”; reavendo a importância de compreender o seu lugar na vida e no próprio sentido da existência. É só olhando para a realidade que mulher sai do lúdico e vai definido parte também dessa construção dela mesma na filosofia. Filosofia Marii? Sim! Pois, a palavra que a define é sabedoria. A história real acontece não é quando a mulher é isolada ou evita a vida e a sua importância, mas quando essa mulher participa dela, e se mostra capaz… “ Pensa por si” ; quando não se abandona, mas pertence a si mesma.
Marii Freire. Fragilidade Feminina
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Santarém, Pá 3 de maio de 2025
O patriarcado tem muita dificuldade em admitir que ele promove condições que violam os direitos da mulher. Na prática, o que afirmo nesse sentido, comprova como “ o homem que defende outro homem” que bate em mulher, acaba “ justificando “ tal violência.
A resistência sobre essa realidade é vigorosa, e se manifesta através de muitas falas como: “ o problema é a mulher “ ou “ homens são homens “. Usam repetidamente expressões semelhantes a essas para silenciar o direito da mulher dizer : “ ele me bateu” ou “ ele me desrespeitou”, desencadeando assim uma “ ideia errada “ sobre esse fato. Claro, errar é humano, e não se questiona esse tipo de coisa. Todavia, o intuito principal aqui, é chamar atenção para um problema que isola e dissipa essas ideias errôneas. Aliás, de modo geral, elas “ aprisionam “ a mulher nessas falas, onde mostra um legado de opressão, especialmente, minimizando a real intenção por trás de um conjunto de normas que permanecem firmes, sendo compartilhadas e convencendo aqueles que desfrutam das mesmas opiniões.
Não é difícil se reconhecer esse tipo de manifestação de pensamento. Ele se revela de maneira diferente em muitos espaços, ocasiões, conversas, letras de músicas, rodas de amigos, que ao invés de denunciar o que está errado em relação à violência; não só reforça o que vemos em relação aos números que compõem uma estatística triste, infelizmente como, reforça um conhecido de longa data que é o machismo nosso de cada dia.
“ Um dos grandes obstáculos em trabalhar a violência é justamente, conter a dor daquelas mulheres que sofrem injustiças.”
Uma das grandes dificuldades em lidar o tema violência, especialmente no sentido trabalhado, é olhar para essas mulheres que sofrem, que são espancadas, – violentadas sexualmente e, saber que isso vem de uma forma comprometida de lidar elas; que pouco muda. Só para se ter uma ideia do que estou falando, são os relacionamentos interpessoais. Muitas se recusam a desistir de uma relação, mesmo sabendo que esse parceiro ou parceira a desrespeita. Isso surpreende- e aborrece porque entre outras coisas, “ não se aceita o injustificável “, ainda assim, destruídas e vulneráveis, que é como muitas vivem, elas se submetem a esse tipo de coisa.
Violência, não se “ justifica.”
Violência, se denuncia!
A violência separa o indivíduo dele mesmo. E quando falo “ separa” é no sentido de destruir a sua humanidade. O homem quando apoia o outro, ao agir dessa forma, digo “ mente” para salvar a própria pele, é porque não se nota aí, a construção do diálogo, do afeto e respeito, – o que na prática coopera para o bom convívio. A mulher ao se sujeitar a um homem que fere não só os seus direitos, bem como a sua dignidade, também abre mão de seus valores., especialmente hoje, na era da informação, onde tanto se encoraja essa mulher a denunciar.
Não basta falar de violência, de comportamento e outros requisitos se a sociedade não tem o desejo de mudar. Mudar significa deixar para trás modelos que já não nos permitem agir dentro do que queremos, especialmente quando estamos diante de tantas [ mudanças ] significativas. Aqui, não falo somente da lei, mas das mudanças culturais e sociais que vem justamente, para abraçar as muitas necessidades referentes ao ser humano; respeitando quem somos e o que desejamos para viver harmoniosamente em sociedade.
Marii Freire. Violência Contra a Mulher
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Imagem: Marii Freire
Santarém, Pá 1 de maio de 2025

A discussão sobre violência contra a mulher ganha amplitude, especialmente por parte de profissionais da área, pessoas curiosas em saber mais informações sobre os muitos aspectos da violência. Todavia, não se tem conseguido fazer com que essa mulher que é vítima; que é ameaçada e que na maioria das vezes, é julgada pela própria sociedade, morra. Claro, em alguns casos é possível. Mas quando há “ condições favores” a essa vítima. Por exemplo, quando essa mulher tem uma condição financeira boa, onde ela consiga se manter; quando falo “ se manter “ é também no sentido de segurança, coisa que a maioria não tem.
Um aspecto crucial em relação a isso é saber que essa mulher e os filhos, possam de fato, ter segurança. Agora, a grande maioria vive longe dessa realidade, porque sofre ameaças ou o pai usa os filhos para atingir essa mãe que muitas vezes é silenciada . Isso, sem falar em outros fatores que dificultam essa situação ou delimita a forma do Estado atuar, porque apesar dele se fazer presente, nem sempre pode oferecer proteção a essas vítimas em tempo integral. Afinal, são muitas situações que envolvem esses casos, portanto, se tornando assim, impossível suprir suas necessidades.
Em relação ao trabalho de combate a violência, muito se faz. Mas, esse “ muito “ ainda é pouco, perto dos desafios que é trabalhar essa realidade.
Marii Freire. Violência Contra a Mulher/ via Facebook
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Santarém, Pá 30 de abril de 2025
“ Os livros nos prendem pelas palavras; domina pelas emoções e rompem por dentro, aquelas coisas que não logram êxitos ou seja, não desabrocha no imaginário humano.”
Marii Freire. Livros
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Imagem: Pinterest/ Jillian Lare
Santarém, Pá 27 de abril de 2025

A violência doméstica é um tipo de violência que apesar de comum, é considerada grave. E por que isso acontece? Por diversas situações que envolvem questões como, falta de respeito, educação, trabalho, saúde; a própria realidade para mulher que é precária em termos de segurança. Então, quando você observa que uma mulher sai de uma relação conturba “ com vida” ou de um casamento, onde ela sofria violência doméstica, essa vítima sempre sai da pior forma possível. Você nota com clareza todos os adjetivos pejorativos que ela traz na bagagem, coisas como: interesseira, aquela que não queria trabalhar ou “ prostituta” que é uma forma de tratamento muito usada, assim como várias coisas nessa lista que por si só, denuncia o que ela sofria calada.
Na prática, nunca se tem um exemplo, onde a mulher saia desse tipo de situação, como alguém “ merecedora de respeito “ ; o respeito é do homem, foi ele quem trabalhou duro para construir o patrimônio do casal. Será? Não, não é assim que funciona. Há todo “ um trabalho inviável “ por parte da mulher que, apesar de não “ constar” como algo que traga alguma forma de reconhecimento social a ela, entra nessa pauta , e que acaba dando “ sustentação “ o avessa dessa história que é justamente, a sua contribuição.
O trabalho invisível é o que todos acabam chamando de “ amor”. Mas o amor, custa caro; custa a importância e a urgência do que não é visto. Veja, não falo do que não é “ contabilizado” no final de tudo, assim como as consequências também. Por trás da “ ideia de proteção “, há muitas vezes um ambiente hostil, onde a sociedade acaba vendo como acolhedor, e nem sempre é, porque em regra, existem formas violentas de tratamento.
O mais tocante em relação à violência é que , muitas vezes é preciso “ sangrar ou morrer” dentro de casa, para se reconhecer que houve uma forma brutal de violência. Pois, enquanto predominar tratamentos ofensivos e constrangedores, pouco se reconhece essa questão como “resquícios que afloram de uma cultura patriarcal “ e que deva ser mudada. Veja, mudada não no falar, mas no comportamento para que essa situação, não perpasse questionamentos que pouco trazem resultados.
Marii Freire. Violência Doméstica/ Via Facebook/ em 23 de abril de 2025
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Santarém, Pá 23 de abril de 2025
“ Viver é buscar inspiração diariamente para superar as dificuldades. “
A tarefa de viver não é fácil. A vida de modo geral, não é fácil para ninguém. O que precisamos é muitas vezes, associar alguns fatores benéficos diante de tomadas de certas decisões que “ gera resultados importantes para as nossas vidas”, porque isso, acaba nos ajudando a superar as dificuldades. Talvez, o nosso maior legado seja esse, digo: “ superar as dificuldades e fazer as pazes com a vida” em cada pôr do sol.
Viver por si só tem as suas exigências. Na prática, estas, vem sempre acompanhadas de algo que nos custa muitas horas buscando a harmonia entre nossas ações e a resposta do universo.
A vida é um espetáculo maravilhoso. Mas é como eu disse anteriormente, tem as suas exigências. E essas exigências não são preenchidas com o que se fala, mas o que se faz; os sacrifícios não vistos pela maioria das pessoas que olham para você, e muitas vezes, acha que você é um “ ser trabalhado na arrogância “. Não é arrogância, é confiança em si mesmo e no que, aprendeu ao longo da vida, principalmente, como se posicionar, falar, e jamais andar cabisbaixa, sem passar credibilidade na linha que você atua. É por isso que, algumas vezes, surgem pessoas que não olha para você e compreendem que ali, existe uma boa profissional., alguém que estudou para ser o que é.
“ Viver assusta. Mas, o maior êxito sobre esse fato, é sem dúvida, podermos ir, além do ruído das palavras “
Falar todo mundo fala sobre a vida, sobre o que devemos fazer para viver melhor. Mas será que isso é uma regra que traz uma obrigação implícita, onde todo indivíduo tem que fazer coisas iguais? E quanto ao resultado disso, funciona para todos? Será que na verdade, essa regra, não gera mais angústia as pessoas? Respeito a individualidade de cada um. E isso não é algo que sirva só a uma pessoa, mas a todas. Cada ser humano é único. Ele carrega valores intrínsecos, além de suas próprias qualidades.
Quebrar padrões muitas vezes é um desafio. Mas precisamos evoluir e fazer a vida vibrar na mesma sintonia que temos hoje.E isso, a gente só consegue vivendo, arriscando, pegando chuva e sol, muitos “ nãos” na cara. Todavia, nunca se deixando vencer elos obstáculos. Mas sempre buscando as respostas que se precisa.
Marii Freire. Viver
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Imagem: Marii Freire
Santarém, Pá 21 de abril de 2025

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