Na vida, você passa por momentos difíceis, felizes, indecisões, perdas de entes queridos, surpresas agradáveis, talvez…uma notícia inesperada (…), Mas, em todas todos os momentos, você percebe o quanto é grande a sua coragem e ousadia? Então, não se pergunte o porque ” disso ou daquilo”. Viva simplesmente. Em suma, a vida é compostas por uma somatória de perdas e compensações. Um dia, ela “nos entrega”, e no outro “nos tira”. Eu não sei, em que momento você parou hoje, não sei o que vive e passa, mas aceite …
” Amigos não consultem os relógios quando um dia me for de vossas vidas…Porque o tempo é uma invenção da morte: não o conhece a vida – a verdadeira- em que basta um momento de poesia para nós dar a eternidade inteira. “
A vida não é o que você idealiza, A vida é composta pelo que você oferece. São as respostas adequadas aos problemas que fazem com que ela seja conduzida da maneira correta, dia após dia. Achou que era ” molezinha” né malandro? Quem postula certos posicionamentos, nem sempre se sustenta no que diz. Vai lá, quer diferente? Arregaça as mangas e faz.
“Nós mulheres não estamos seguras em nenhum lugar. “
Lamentável o episódio que ocorreu com a Procuradora-geral do município de Registro, Gabriela Samadello de 39 ( SP) que acabou sendo agredida em seu ambiente de trabalho por Demétrius Macedo, também procurador daquele município. Cenas extremamente fortes ” chocantes” inclusive, acabaram pegando todos de surpresa. O rosto da vítima ficou ensanguentado, de modo a causar comoção em quem assistia tamanha barbaridade. De palavras de cunho ofensivo, empurrões, socos e gritos, lentamente, foi-se revelado uma violência horrenda em relação à Gabriela, o que causou de forma imediata, repúdio na população, por conta daquele ato de covardia que foi praticado por Demétrius em relação a vítima.
O caso de Gabriela chamou atenção, não porque ela é uma procuradora, mas por mostrar que a mulher continua sendo vítima de violência em qualquer ambiente. A violência não escolhe classe social, sexo ou idade. Eu diria mais, diria que: diante daquelas cenas de horror, a mulher se sente impotente. É como ela,mesmo fazendo o que é necessário para sobreviver, ao desaponta um homem, ele se sinta no direito de bater, depreciar e fazer o que quiser com ela. Foi o que ocorreu no caso fatico dos dois procuradores. Agora, a grande contradição em relação ao comportamento masculino é: O homem continua com o poder absoluto nas mãos? Será que não é necessário pensarmos que os direitos para serem realmente iguais, é preciso respetá-los, não pelo que afirma o texto Constitucional, mas pelo o amadurecimento desse homem diante de suas responsabilidades? Sim, a violência praticada foi contra uma mulher no exercício de seu trabalho. Mas poderia ter sido outra. Ninguém, torno a afirmar ” Nenhuma de nós mulheres, estamos imune a violência “. Isso é claro – seja no ambiente particular, na rua ou no trabalho- a mulher continua sendo vítima de uma violência absurda; que dentre outras coisas, precisa ser combatida diariamente. Sabemos quais são as causas que gera esse desconforto, na prática, diz-se: medo. Uma das maiores causas da violência contra a mulher é o machismo. Este, tem suas estruturas históricas alicerçadas pelo patriarcado.
É sabido que o linhame desse machismo se perpetua entre nós, de forma naturalizada há séculos. Isso devido ao que? Devido a uma organização patriarcal que coloca o homem no lugar do opressor e a mulher no lugar do oprimido. Claro, estamos falando de uma hiper-construção do machismo nosso de todos os dias. Evidentemente, essa “ferida social” incomoda bastante, pelo reflexo negativo que isso traz as suas vítimas. Infelizmente, a violência contra a mulher, é vista como uma das maiores brutalidades cometidas da ” porta para dentro”. Essa estrutura opressora, sempre fez da mulher, uma figura fragilizada, um ser que muitas vezes, ao cuidar da casa e dos filhos, morria pelas mãos do próprio marido. Fato este, lamentável. Porém, real.
Na história, a mulher sempre teve que aprender a lidar com a violência. Esta vem principalmente através da experiência familiar, que desde muito tempo, construiu pontes que trouxe essa violência aos dias atuais. Há um problema muito séria em relação ao compromisso que combater esse flagelo. A verdade é que, ainda há muitas dificuldades pela frente. A mesma mulher que apanhava há séculos atrás, reflete a mesma que hoje, ainda consente viver sob maus- tratos. A violência contra mulheres, seja no âmbito familiar ou mesmo ambiente público, consequentemente, relevar um ” comportamento ” intencional do marido, ou companheiro que teve ser avaliado, e não negligenciado por nossas autoridades em algumas situações. Veja, não estou dizendo que não existe um trabalho sério e intenso. Falo somente wue, há situações onde a mulher se sente desamparada. Não é o caso da Procuradora, onde se percebe uma resposta rápida da Justiça.
A violência contra a mulher é um flagelo social que precisa ser combatido diariamente
A cerca da violência contra mulher, vimos que o reflexo negativo desse problema hoje, é na verdade, parte de uma estrutura patriarcal que constituiu o seu poder baseado na força, e na na crença limitante que muitas vezes, não somos capazes. Alguns comportamentos masculinos, revelam essa característica machistas, onde se observa o uso da força, da violência física, como mostra o exemplo da Samadello. Não, a mulher não deseja passar por isso.
O que falta para a mulher viver num ambiente mais seguro?
O que falta para a mulher viver num ambiente mais seguro? Seria o amadurecimento da sociedade relação ao problema, ou mesmo, procurar trabalhar o comportamento desse homem que continua sendo violento? É preciso haver um choque de realidade? Quantas mulheres ainda terão que apanhar, ou morrer no caso, para se trazer a resposta que tanto se precisa em relação a essa questão? A lei é norte. Qualquer vítima pode fazer o seu uso quando fornecessário. Mas, só ela também não resolve. A resposta a violência contra a mulher, deve guiar a sociedade para o seu grande ideal de Justiça que é viver em harmonia. Enquanto isso não acontece, é importante lutar, dizer ” não ” a violência e denunciar .
Marii Freire Pereira. Até quando a mulher continuará sofrendo violência em nossa sociedade?
” Nossa liberdade hoje não é nada mais que a livre escolha de lutar para nos tornarmos livres. E o aspecto paradoxal desta fórmula exprime simplesmente o paradoxo de nossa condição histórica. Não se trata de rnjaular mrus contemporâneos: eles estão na jaula.”
” Reconhecer as tuas qualidades não é entrar em contato com uma realidade ilusória. É saber que você é uma pessoa inteligente, e que tem um potencial incrível. Mas que não se deixa envaidecer e ser dominado pelo orgulho.
Reconhecer o seu valor é uma obrigação pessoal ” tua para contigo “. É fascinante não ser um espelho do que os outros pensam sobre nós. Porém, nada é tão gratificante como: nos respeitar, exigir o melhor de nós, e ir a busca da própria excelência.
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