Relacionamento Abusivo

Relacionamento abusivo: a mudança deve começar por você

Marii A. Freire. O Amor Verdadeiro Contesta

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Santarém, Pá 23 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher é um acontecimento que transforma vidas diariamente, mas não é visando melhorias, é alcançando números alarmantes de mortes, – e quando não mortes, crueldades de toda natureza.

A mulher não é responsável por evitar a violência, porque essa ocorre independente do seu poder. Ora, nós estamos falando de uma questão muito maior que isso. É algo cultural, tem relação com poder, estrutura e desigualdade

A violência é um problema emblemático, visto que funciona muito bem e fere os direitos das mulheres, especialmente, das que sofrem diversos tipos de violência. E sabe o que mais impressiona? É saber que essa chaga é um projeto. Sim, um “ projeto “ criado e estruturado de forma a promover o poder dos homens e alinhar suas pautas diante do que representa os próprios interesses. Ora, não podemos negar que a mulher ao longo da história “ foi educada para viver relacionamentos abusivos “. Isso na prática, mostra a relação com o pai, irmãos e até mãe. É notório o quanto essa construção coopera para as muitas desigualdades entre os sexos. Se fala de poder de uma organização criada para se promover com o intuito de “ resguardar, de “ proteger “ a mulher como parte” frágil “ da história; um discurso que pela origem da própria trama, foi muito bem elaborado. Mas, no tratante a nós mulheres, não somos “ frágeis “ como se criou e herdou- se essa crença. Tudo isso foi constituído com um único intuito, nos tirar do epicentro da história, principalmente, através do viés da educação, com falas, práticas referentes a cada época, comportamentos alinhados a essa ótica masculina. Por isso, é fundamental falarmos para desmistificar muitas “ verdades “ construídas ao longos dos séculos.

“ A violência representa o pior que temos na sociedade. “

A violência entre elas, a de gênero, é combatida também pelo viés da educação. Veja, se por esse caminho se criou um entrave na vida mulher, é por ele que também se encontra a resposta para combatê- lo. Apesar de existir a lei, que traz uma resposta satisfatória na grande maioria dos casos; não podemos esquecer que esta, só resolve o problema “ do meio para o fim”. Exatamente. A lei não educa; a lei tem a sua eficácia no momento certo, que é quando o Estado conhece a necessidade do cidadão. Todavia, ela não pode educar. Já a educação quando vem trabalhada de forma adequada, ela previne o problema Todavia, não podemos esquecer que este é, enraizada no sistema patriarcal e amplitude disso, gera ainda muitos impactos negativos, assim como questionamentos que, uma vez; tendo suas respostas, inteligentemente respondidas, possibilita vivermos longe da construção de uma sociedade baseada no patriarcado.

Ao se abordar esse tema, sabemos que o problema é muito maior do que se pensa, pois acabar com o privilégio masculino, promove ainda mais a violência, que pelo uso da lei ( do homem feita para os homens), viveram a vida inteira usufruindo disso, tratando com “ normalidade “, esses privilégios; mascarando uma realidade cruel para com as mulheres, inclusive, “ desqualificando a fala feminina” toda vez que a mulher tenta chamar atenção para um direito que é ferido. Esse detalhe é na prática, só uma pequena amostra do que é mexer em estruturas violentas. Afinal, o homem não deseja ter uma mulher na base da pirâmide, nem alçando posições de destaque. Embora, a ela já tenha se destacado muito; já tenha lutado muito, o machismo ainda tem muita força nos dias atuais, o que faz com que não deixemos de enxergar o óbvio, que é ir contra essa prática, para fazer valer os nossos direitos. E só defendendo o que estou colocando aqui, que de fato, se enxerga a mulher como alguém ou seja, um ser humano, não menor, mas como parte importante e digna dos mesmos direitos na história.

A busca por mudanças é fundamental para expandirmos além do discurso. E para isso, é preciso vencer a desinformação, o preconceito e avançarmos em relação aos movimentos . Aliás, quando se fala de preconceito, este já deveria ter sido superado, porque já provamos a nossa capacidade, o que não deixamos de ser ainda foi “ silenciadas”, como de costume, fomos. Temos que ser acolhidas e representadas em todos os espaços, dando voz a muitas outras mulheres, porque é só nos dando as mãos que somos fortes.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 22 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

Algumas formas de violência são invisíveis. Todavia, causam danos psicológicos à mulher. Há situações em que o agressor não bate, assim como, ele não deixa hematomas pelo corpo, o que poderia ser facilmente identificado. Mas, causa danos graves à saúde da vítima por meio do que fala ou ainda, a forma de atuar; manipular, controlar e fazer com que a pessoa venha reagir.

A violência psicológica é sutil; nefasta tanto quanto a violência física. A diferença entre uma e outra, é apenas a forma de lidar do agressor e a fragilidade da vítima que a torna incapaz de reagir a forma agressiva do parceiro ou parceira.

Algumas formas de violência são invisíveis; porque não sangram. Porém, deixam marcas profundas na alma.

Quando falo de violência psicológica, chamo atenção a um tipo de acontecimento que faz a pessoa adoecer; muitas vezes sem perceber os “ sintomas “ . Esse acaba sendo o problema: a pessoa não percebe, e quando percebe que isso acontece, é algo relacionado a intimidade. Com isso, inventa desculpas. Em geral é uma vergonha inconfessa, – e ferida que custa cicatrizar; contribuindo para um resultado negativo à saúde mental e emocional da vítima. Eu, falo muita a respeito disso no meu livro: O Amor Verdadeiro Contesta, inclusive, trazendo à baila não só a discussão do tema relacionamento abusivo, como a saúde mental.

As pessoas precisam reagirem a violência ao invés de ignorar; a mulher em especial precisa aprender a se proteger, mas quando falo “ se proteger” não é se esconder, é sobretudo entender que ser tratada de qualquer forma não é normal. Veja, estupidez machuca, depreciar a pessoa que você diz amar, machuca. O laço construído na relação precisa ser honrado, especialmente com pedidos genuínos de desculpas e mudança de comportamento. Agressão não pode virar hábito, e ninguém se acostumar a isso. Quem se ama, diz “ não “ a violência e a qualquer forma de desrespeito.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 20 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

Ao falarmos da história da mulher, é necessário fazer esse olhar para trás, para que assim, se possa compreender parte de todo esse processo que envolve a luta por direitos, bem como se encontre os pressupostos que fazem jus as muitas perguntas e respostas que ainda se tem em relação a sua luta; entre elas, o fato de viver uma vida sem violência.
Como é sabido, a mulher recebia uma educação superficial ( quando recebia), já que isso não era importante para uma vida voltada ao lar, especialmente o cuidado com os filhos e marido. Então, dentro dessa perspectiva, ao se observar todo o processo que a mulher enfrentou, desde uma época onde ela sofria restrições de direitos sociais e morais, cabe afirmar que, a mulher vivia dentro de uma ignorância que lhe prejudicava de todas as formas. Em outras palavras, a mulher era educada para sofrer abusos. E neste caso, não se trata só de uma construção social, porque mentalmente, hoje ainda vemos muitas falas e formas de pensar como essa, onde procurar “ privar” a mulher de ter direitos, o que na prática, isso nada mais é do que, resquícios de um passado de negação, de exclusão e vergonha sobre a mulher.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 20 de julho de 2025

Escritora

Como escritora, eu abracei uma causa importante que é a violência contra a mulher. Mas não é só isso, é olhar com carinho para a dor humana, e falar com profundo respeito sobre a realidade dessas vítimas. Enquanto, muita gente vive para trabalhar, eu trabalho com prazer em relação ao que faço porque, a gente “ precisa tratar pessoas como pessoas”; usando o conhecimento para tornar melhor a vida delas. Desta forma, o nosso fardo não se torna pesado, pois quem faz o bem transborda naquilo que faz, tornando-se condutor de plenitude.
O meu trabalho é sobre conscientização e resistência. Vamos juntos lutar por essa causa?

Um abraço fraternal!

Marii Freire . Escritora

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Santarém, Pá 19 de julho de 2025

Questione

Questione sempre. Pois, uma mulher que sabe se posicionar e contestar…É melhor preparada para a vida.

Marii Freire. Questione

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Santarém, Pá 19 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

A Violência Contra a Mulher tem aumentado ou será que, é a mulher que tem denunciado mais?

Acredito veementemente que, a violência não tenha aumentado, ela somente vem sendo descortinada, porque se você pegar o mesmo perfil do agressor de anos atrás, vai entender que, o sujeito que se sentia confortável em bater, não mudou. É claro que, houveram mudanças significativas na forma de punição. Neste caso, refiro-me na maneira de se bater; de se praticar a violência em si; tanto que, muitos homens agridem, mas procuram ter cuidado em não deixar rastros. Então, nesse caso, a mudança dar-se na forma de como se pratica a violência; não mudou o comportamento do agente, as suas atitudes é que passaram a serem melhores elaboradas. Quanto a mulher, essa mudou. Como Marii? Mudou o comportamento e as atitudes. Hoje, com a proteção da lei, se observa um número significativo de mulheres que passaram a denunciar. Sim, “ o poder soberano dos Reis e dos maridos”, passaram a ser contestados e não somente tolerados. Crimes encobertos, não mais. Pode-se ter casos ( como sabemos que tem) , e muitos que ainda, infelizmente ficam no anonimato. Todavia, formas cruéis e desumanas de tratamento, vem sendo punidas por meio de instrumentos legais. O que é importante observar neste caso? Que a natureza criminosa continua a mesma ou seja, ela tem a sua continuidade séculos após séculos. A sociedade foi estruturado dessa forma, onde a mulher obedecia a conduta do marido, e a medida que precisa, editava isso para manter o sucesso da relação. Portanto, ao se olhar toda essa problematica, se fala do poder, de uma forma de pensar que não foi abolida diante de nossos costumes. O exemplo bom que fica de tudo isso é que, ao tempo, até mesmo o direito de punir ( dos maridos), em regra, foram limitados, – questionados e puníveis diante de normas estabelecidas pela lei. Mas que, hoje, na prática, isso mantém o caráter de garantir às mulheres, respeito a vida e a sua dignidade.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 17 de julho de 2025

Violência Doméstica

Não toca em mim! Essa é uma forma da pessoa reagir diante de uma briga “ entre marido e mulher “ , companheiro ou namorados que diante do extremo, além de se acusarem, repelem um ao outro, por meio de gritos e todas as formas de desrespeitos. São vozes que demonstra experiências frustrantes , convergindo não só para a violência psicológica, quanto a física.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Santarém, Pá 27 de julho de 2025

Amor

Nós, enquanto seres humanos criamos muitos obstáculos para nos relacionarmos conosco; com as nossas emoções, com as ideias estúpidas a respeito do que se constrói de negativo, do complexo de inferioridade. Enfim, tudo aquilo que nos afasta da genuína felicidade e potencial de uma vida inteira.

É natural que, na maioria das vezes, vivemos assustados, sozinhos, e sem saber muito para onde olhar; olhar para dentro principalmente. Num final de tarde, nasce a ideia de abandono, das cobranças e condições que temos conosco. Então, descobrimos que tudo é falta de amor; amor e apreço por quem somos. Pois, uma vez que se lança esse olhar bendito e generoso sobre a pessoa que admiramos ( que somos nós), deixamos de ter sentimentos robotizados, e passamos a confiar naquilo que vemos e acolhemos.

Numa manhã de terça- feira, se acorda alegre e reflete sobre as leituras distorcidas que veem depois de muito interpretar sentimentos e sacrifícios, como se a vida fosse apenas isso; erguice-se a cabeça, e decide-se então, levar à sério. É o amor? Não, é a sanidade, – condição por onde começa o amor.

Depois que descobrimos o amor por nós, os maus-tratos terminam. A gente fica em paz, e passamos a entender que amar é tão fácil, nós é que complicamos as coisas. E que para conciliar a ideia de amor próprio com a de amor real não precisa de exageros; basta juntar o que temos com queremos.

Taí a graça que ninguém explica: o amor. É só olhar com carinho no fundo dos olhos da pessoa que amamos que, se fortalece os laços afetivos, bem como, o conforto dos nossos hábitos, e tudo aquilo que cria vida internamente. E assim vivemos sob a óptica de quem amamos, sabendo que ao juntar dois sentimentos e um juízo de valor sobre quem somos, o amor é a resposta ao fim de todas as nossas perguntas.

Marii Freire. Amor

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Imagem: Pinterest/ Keziban Esen

Santarém, Pá 16 de julho de 2025

Mulheres e Diferenças Decisivas

Quem “ condicionou “ a mulher à cozinha, tinha a ideia de quem ela tinha um potencial enorme, mas não se poderia pensar num contexto de igualdade, nem tratamento igualitário. Por isso, o impacto mais grave foi, fazer com que a mulher não tivesse voz, não pudesse acrescentar opinião, não soubesse reivindicar seus direitos. Estes, na prática, nem existiam. Ora, imagine, uma estrutura social, criada, pensanda e arquitetura sob essa óptica, fazia com que a mulher fosse um ser invisível; movida exclusivamente por impulsos machistas.
As mesmas formas de tratamento do passado, buscam soluções machistas para lidar com a mulher hoje. Ora, se uma mulher for líder em um espaço importante onde ela tome decisões, é porque, segundo os próprios homens, essa mulher “ deu para alguém”. Neste caso, a facilitação da própria fala, revela o anseio e a natureza do homem ou seja, como ele é. A verdade é que, existe “ casos e casos”, portanto, a história não pode ser contada por um único viés. O problema não é a mulher em questão, mas a forma desrespeitosa sustentada por essa forma de pensar dos homens. A impressão que se tem é que as mulheres não estudaram e não evoluíram ao longo da história. O que se observa diante dessa situação é que a “ generalização “ é um problema, assim como a mentalidade.
Sim, as mulheres fazem diferença no meio em que vivem e nos lugares que ocupam. É preciso erguer as mulheres cada vez mais, porque os homens ( que sabem ser homens), reconhecem que esses espaços são das mulheres também. Alem disso, sabemos que a verdadeira igualdade, ela se faz no posicionamento, porque quando se fala de toda essa questão atrelada à mulher, sabemos que não foi falta de competência; foi só uma maneira sorrateira de lhes tirar o poder. E agora, que as mulheres podem mostrar isso na prática , sofrem abuso. Sim, abuso nas diversas forma de defini-las, como o último recuso a ser usado pelo homem. A diferença principal aqui é que, essa situação não é mais uma questão a ser discutida. Mas, compreendida e aceita com naturalidade.
A mulher faz diferença na cozinha, nas estruturas políticas e qualquer lugar que ela estiver. A posição de liderança para muitos homens, a afasta do romantismo de serem somente mães e cuidadoras. Talvez, por isso, muitas mulheres tenha a dificuldade de se libertar de pensamentos retrógados, assim como do papel de compassivas. Entretanto, já foi comprovado que a mulher pode ser ambas as coisas, e chamar a atenção do mundo diante de tantas mudanças que ela faz por onde passa.

Marii Freire. Mulheres e Diferenças Decisivas

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Santarém, Pá 16 de julho de 2025