” Deus me deu uma habilidade maravilhosa, que é transformar a insensatez da vida em beleza (…) fundamentada através de palavras que gerar reflexão as pessoas e conexão com o mundo.”
A forma de falar com as pessoas e nos relacionarmos com o mundo, faz com que sejamos capazes de comunicar dentro do ambiente em que vivemos, as nossas necessidades através de habilidades verbais, com possibilidade de atingirmos uma boa comunicação ou limitar a nossa própria condição. A forma com a qual tecemos um pensamento crítico, ou simplesmente falamos o que sentimentos, nos obriga a usar o senso ético para com as pessoas que [desejamos] estabelecer vínculos verdadeiros. O que quero dizer com isso? Que é preciso ter uma flexibilidade naquilo que se pensa, exige e fala ao outro, porque nesse ” ir e vir” da vida, pensamentos, palavras e ações, tem uma grande influência nesse mundo vasto, digo dentro dessa ” relação de troca”, sim porque o tempo todo você negocia, principalmente, através da comunicação. Você pode negociar produtos, serviços, compreender melhor seus pensamentos, palavras, sentimentos e uma série de situações inerentes ao ser humano. Como sabemos, a palavra é um recurso para toda construção humana. É ela que nos permite ter uma capacidade maior de exercitar uma série de situações no ambiente em que vivemos. É preciso ter cuidado palavras, às vezes, o mínimo, ou seja uma palavra maldita “não pensada”, pode gerar mais tarde, uma uma mágoa, ou um sentimento estragado que possa vir aí, causar algum desconforto dentro da relação. Claro, nós somos movidos por desejos, ganância, orgulho, ciúmes, sentimento de aceitação, rejeição e outros. Então, tudo isso, acaba influenciando a nossa relação com as pessoas, porque querendo ou não, a forma de lidar com o outro, restringe também o espaço dessa pessoa, é preciso pensar nesse detalhe, porque “o mínimo” também faz a diferença. Para que eu consiga ser melhor compreendido dentro daquilo que desejo, é necessário haver flexibilidade minha parte para com o outro, porque agindo assim, existe uma probabilidade maior de pode negociar o que é importante para ambas as partes. Um vocabulário menos ” limitador ” pode ser mais interessante nessa troca; uma vez que também se abre espaço para ouvir a outra pessoa.
A maneira como falamos torna nítido o que sentimos, o que percebemos é transmitido através de nossas emoções. O poder das palavras aprova, modifica algo ou alguma coisa. Integra ou disfacela pensamentos, às vezes até relações, porque desordena inúmeras situações que para o ser humano se torna inegociável; uma vez que ele já não consegue mais comunicar, aliás há a comunicação na maioria das vezes, mas não existe a possibilidade de negociar. A forma como conversamos, colocamos de forma clara aquilo que pensamos para o outro, ou ” os outros” pode ser vital para nos deixar confortáveis, ou seja nos salvar ou deixar-nos numa condição solitária, porque “falar é coser pedacinho por pedacinho ” aquilo que vive sobre a linha dos nossos interesses. E se por acaso, eu não tiver essa habilidade trabalhada de forma clara na mente, o resultado é grosseiro. Neste caso, o custo é mais pesado para o psicológico das pessoas com quem você convive, ou deseja construir uma relação saudável. O que não acontece na maioria das vezes, porque o que se observa é mais a questão relacionada à dispersão entre as pessoas, digo o ser humano. A falta de uma boa comunicação, faz com muitas transitem entre si, mas nunca estabeleçam vínculos verdadeiros.
“Apesar de sermos individualistas, a necessidade nos faz viver em grupos por conta de nossas necessidades”
Temos uma natureza indiviadualista, mas vivemos em grupos. E o que nos faz criar vínculos com as outras pessoas é o interesse, assim como uma forma saudável de comunicação. O que é visto como perda, ou seja o que não ” agrega ” é tido como o exemplo maior da natureza- rejeição. A própria natureza tem essa forma sábia de selecionar o que é importante para ela. Assim somos nós, porque somos parte dela. É preciso selecionar o que queremos e, ter uma coerência maior do que a vontade de extrapolar os limites por exemplo, diante daquilo que não se deseja, porque se pararmos para pensar, o que nos favores vai além das nossas paixões. Ganhamos quando sabemos dosar a maneira de comunicar e fazer com que o outro entenda isso com uma certa fluidez. Comunicar vai além das palavras, é algo muito mais vasto, profundo diria, porque como dito anteriormente ” a palavra ajuda construir a comunicação entre as pessoas “, sem ela, as relações humanas não acontecem. É preciso estabelecer essa forma de contato entre os seres, de forma que isso, mais do que interesse, gere vínculos entre eles.
Considere o que vou falar ao finalizar esse texto, quando quiser comunicar algo que seja importante pra você e para o outro, dê uma ” aliviada nas palavras “, porque isso ajuda a outra pessoa a enxergar o que o que você deseja sem limitar o direito dela de ” ir e vir, de pensar, dizer o que é importante pra ela, sem correr o risco de ser censurada. Não é o que se diz, é a maneira como fala que junta ou afasta as pessoas de nós, e a fala como essa habilidade verbal maior que temos é fundamental facilitar a comunicação.
Fracasso e sucesso não tem destinatário. A quem você tem atribuído os seus fracassos? Não ache culpados para resultados que não saem como você espera. Ambas expressões só servem para lhes dar as mesmas oportunidades. A quem tem atribuído o insucesso? Quem são as pessoas que você diz que sobrecarrega a ideia de um ou de outro? Não são os outros, é você. Pedir ajuda sempre é importante quando ela se faz necessária. Mas o resultado de tudo aquilo que você faz é de responsabilidade sua. Fracasso não tem destinatário. Quando nos colocamos sóbrios diante dessa condição, corrigimos condutas, criamos oportunidades para o que nos favorece automaticamente, e resultado é visível. Às vezes é preciso um longo aprendizado para compreendermos isso, mas quando de fato, se compra essa ideia, não se toma caminho secundários, nem culpamos os outros. Se você pretende mudar qualquer coisa diante da vida que não esteja conforme gostaria, comece adotando esse ideia. Mude e verá como tudo se modifica.
A MULHER Do ostracismo, inspira-se na ” MULHER Do Fim do Mundo” lindamente interpretado por Elza Soares. Mas essa mulher não canta, ESCREVE! E escrevendo, ela vai rompendo o silêncio contra a violência. Sim, ela gosta do caos!…rsrs, mas também adora, quando as pessoas dizem que ela transmite paz no tom da voz ao falar. De fato, não precisa gritar. Baixe seu “tom”, melhore seus argumentos e seja clara naquilo que precisa transmitir a seu público.
Marii Freire. MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais/ Via Facebook
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